Arquivo da Categoria ‘Informações Gerais’

Profissões do amanhã

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

  Você sabe quem serão os profissionais do futuro?

  Somente dominar as novas tecnologias parece não ser sficiente. O perfil desse profissional deve saber lidar com desafios éticos, ambientais e sociais. “O Instituto de Estudos Avançados Transdisciplinares (Ieat) da UFMG mapeou uma lista com 80 profissões do futuro, buscando traçar ainda o perfil desses profissionais a partir de estudos das tendências de mercado e de entrevistas com pesquisadores e professores de várias áreas.
O gestor de resíduos ou lixólogo é uma dessas profissões, uma vez que a grande produção humana de lixo comum ou lixo de difícil eliminação como o radioativo torna-se um problema cada vez mais presente no mundo”.
  Outro campo que vem aumentando sua potencialidade é a nanotecnologia, que possui a capacidade de projetar microrrobôs para as mais diversas finalidades - com uma enorme gama de explorações - como geológicas e no corpo humano. Uma desejável habilidade na área, é saber operar esses nanorobôs para realizar intervenções cirúrgicas.
  Um outro caminho que pode ser percorrido, é no campo da ética. Ser um especialista no assunto, terá oportunidades para trabalhar em discussões de uma série de questões contemporâneas em áreas como meio ambiente, biologia e medicina.
  Logo após, vem a vez do Tradutor cultural, do cientista com foco ambiental e do profissional que é especialista em desastres e epidemias contemporâneas.
  “Para o diretor do Ieat, Carlos Brandão, que coordenou a pesquisa, uma das características do profissional do futuro deve ser a capacidade de transitar por mais de um campo de conhecimento e não ficar preso apenas ao seu segmento específico.”, e ainda completa: “A gente tem que colocar em cena valores universais como justiça, ética e liberdade, que geralmente não são valores muito cultivados no mercado neste mundo contemporâneo”, ressalta Carlos Brandão. E acrescenta: “Mapear as profissões do futuro não é um exercício de futurologia, mas uma maneira de engravidar a possibilidade do presente, inclusive engravidar coisas que vão satisfazer o mercado ou mesmo contrariar os caminhos do presente”.

Por Isadora Muraro

Seja um profissional mutante você também

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Num mercado caracterizado pelo dinamismo constante, mudança parece ser mesmo a palavra de ordem. Nesse contexto, aqueles funcionários que possuem uma capacidade mais acentuada para se adaptar as novas situações estão sendo cada vez mais valorizados pelas empresas.

Nem sempre a bagagem acumulada pelo profissional é o suficiente para que ele consiga se sobressair em todas as situações que enfrenta em seu dia a dia.  Logo, conseguir enfrentar as transformações com serenidade - sem pânico, nem preconceitos - é um indício de agilidade, mais comum naquelas  pessoas que se conhecem bem e são capazes de aprender com seus erros e acertos.

Todavia, é possível aperfeiçoar essa característica. Para isso, além de muita disposição para encarar novos desafios, é preciso pedir um feedback constante sobre o seu trabalho e, é claro, o mais importante: saber ouvir as críticas de colegas e chefes (tudo bem, eu sei que isso nem sempre é fácil). Liderar um projeto numa área com a qual não se tem tanta intimidade também pode contribuir para isso.

Por último, vale lembrar que a habilidade de aprendizagem pode se manifestar de diferentes formas. Há os curiosos natos,  sempre sedentos por novidades; àqueles que, mesmo em situações de estresse, conseguem apresentar bons resultados; os que possuem boa agilidade mental e, por último, os que possuem boa capacidade de relacionamento e aproveitam-se desta habilidade para aprimorar seus conhecimentos.

De tudo isso, a lição que fica é: seja um mutante e, assim como o mercado, procure sempre enfrentar novos desafios e situações. Mesmo que você tenha uma situação estável, a situação já terá valido a pena apenas pela experiência. Bom fim de semana a todos!

Forte abraço!

Por Piero Vergílio

A tecnologia da informação e as empresas

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), o GVcia, divulga anualmente um amplo retrato do mercado de Tecnologia de Informação (TI), com resultados de pesquisas do uso nas empresas e do comércio eletrônico no Brasil.

Segundo a pesquisa - realizada em 5.000 empresas de grande e médio portes - em maio de 2009 existiam 60 milhões de computadores em uso no Brasil (corporativo e doméstico). Em 2008 foram vendidas 12,2 milhões de unidades, são mais de 30.000 por dia, um crescimento de 16% sobre 2007 quando pela primeira vez superaram as vendas de televisores.  “Temos hoje no Brasil  um computador para cada três habitantes, para 2012 a previsão é de 100 milhões: um computador para cada dois habitantes”, afirma coordenador do levantamento, professor Fernando S. Meirelles.

Neste cenário, é fácil perceber que haverá um aumento na demanda por profissionais neste segmento. O estudo, no entanto, não considera as dificuldades na capacitação de mão de obra. Por esta razão, deduz-se que, mesmo com altos salários  - que variam entre R$ 2 mil e R$ 12 mil, e podem ultrapassar esta cifra, dependendo do porte da empresa -, sobrarão vagas. De novo, o velho problema da qualificação.

Softwares

A pesquisa revela ainda que a Microsoft continua dominando a estação de trabalho das empresas com o Windows, Explorer e o Office (92% ou mais). Nos servidores corporativos o Linux tem 19% do uso no ambiente operacional e a Oracle 35% de participação em Banco de Dados. Os Sistemas Integrados de Gestão (ERPs) da TOTVS, SAP e Oracle, nesta ordem, têm juntos 80% do mercado.

Analisando os resultados globalmente (mais informações podem ser obtidas aqui), continua chamando a atenção a maturidade do processo de informatização e a estabilidade dos principais indicadores. Em suma, a pesquisa mostra um crescimento, positivo e consistente, do uso de TI pelas empresas.

Por Piero Vergílio

Em qual (is) destes perfis você se encaixa?

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Queridos leitores,

Antes de mais nada desejo um fantástico 2010 a todos. Que o novo ano seja um tempo de conquistas e planos. Para muitas pessoas, o melhor presente nessa época é a recolocação no mercado. Emprego novo é sinônimo de melhora na autoestima, além de outros tantos benefícios. Acontece que, mesmo inconscientemente, algumas pessoas acabam tendo um comportamento inadequado, que podem prejudicá-las num processo de seleção.

Há algum tempo, o Jornal Hoje, da TV Globo, apresentou uma análise muito interessante e identificou o perfil desses candidatos. Vejam que interessante e tirem suas próprias conclusões…

1. O Multiuso
Posso assumir qualquer função, só não posso ficar sem trabalhar.

2. O Franco atirador
Tudo é interessante, não há critérios para este candidato.

3. O Descansado
Se já avisou a todos e distribuiu currículos, não sente espere. Procure novos caminhos, cursos de atualização, etc.

4. O Panfleteiro
Seu currículo não é panfleto. Não saia distribuindo por aí aos quatro cantos, junto desperdiça energia.

5. O Narciso

Não fale só de suas habilidades e qualidades, mas mostre como você pode ajudar a empresa a crescer e alcançar resultados agregue valor.

6. O Humorista
Oh dia, Oh céus, oh luz. Não implore emprego ou apresente-se pessimista e de baixa estima. Também não seja sarcástico ou hilário demais. O humor abre ou fecha portas, cuidado na dose!

7. O Desorganizado
Não perca uma vaga por atraso, falta de documentação, erro no endereço ou data.

8. O Incrível
Você não é super herói, não tente fazer tudo sozinho. Pode pedir ajuda aos amigos e a profissionais para se recolocar no mercado e tem sim o direito de estar fragilizado.

9. O Oportunista
Só se vende quando vê oportunidade, no restante, baixa a guarda de seu marketing pessoal. Só acredita nas possibilidades declaradas, vagas anunciadas. Não vê que vagas podem ser abertas se demonstrar talento sempre.

10. O Cifrão
Pensa só em números, especialmente em dinheiro. É claro que o salário é importante, mais não é o único atrativo em uma empresa, vaga ou entrevista. Prepare-se para responder sobre outros assuntos nas entrevistas.

Concordam?

Dica de leitura: “Pai rico, pai pobre”

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Presença certa na cabeceira de nove entre dez pessoas que não nasceram ricas, “Pai rico, pai pobre” (Editora Campus-Elsevier) já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo mundo. Narrado em primeira pessoa na maior parte do tempo, o livro conta a história do próprio autor: Robert Kiyosaki, que observa as diferenças entre seus dois pais.

O “pobre” (pai biológico, um professor universitário) o estimulava a seguir caminhos conhecidos. Estudar muito, tirar boas notas, conseguir um bom emprego numa grande corporação e garantir segurança. Seu ‘pai rico’ (na verdade o pai de seu melhor amigo) era o oposto. Um homem sem formação acadêmica, sem cultura formal, rude e básico. No entanto, com um profundo tino para os negócios, ensinou ao jovem Kiyosaki as regras de funcionamento do dinheiro. Seguindo os conselhos do ‘pai rico’, hoje Kiyosaki é milionário.

O objetivo é partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência financeira pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. Cabe ao indivíduo decidir se quer ser rico, pobre ou classe média.

O livro explica por que os ricos são ricos, de forma simples, com exemplos claros. Para Kiyosaki, dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os aguarda. Ninguém mais o fará. Você não vai à escola para ficar rico. “Meu pai (o pai de fato, a quem ele chama de “pai pobre” no livro) era PhD (equivalente a doutor, no Brasil) e nunca ficou rico”, finaliiza.

Com que roupa eu vou?

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Olá meus caros, tudo bem? Nesta tarde, o “Jornal Hoje” da Rede Globo exibiu uma reportagem na qual questionava até que ponto o uso de roupas e acessórios “estilosos” atrapalham no ambiente de trabalho. Será que tanta “personalidade” combina com ambientes mais formais, como o Senado Federal, por exemplo? A matéria encontrou funcionárias que usam piercing no nariz, alargador nas orelhas e têm tatuagens.

Mas não é assim que funciona em toda empresa pública. O metrô de Brasília, por exemplo, tentou impor regras sobre a aparência dos funcionários. Uma norma baixada esta semana chegou a proibir piercings e acessórios, bijuterias extravagantes. Tinta no cabelo, de tom natural. E homens, só de cabelo curto. A repercussão foi tão grande que a direção do metrô voltou atrás.

A grande questão que fica é o que vale mais: a aparência ou o histórico de serviços dos funcionários. Alguns psicológos defendem que tal padronização vai de encontro à construção da personalidade de cada indivíduo. Em alguns casos, é possível encontrar um meio termo, mas de qualquer forma a regra de ouro é: tenha sempre uma dose de bom senso - o que, de fato, não faz mal a ninguém - principalmente se você ainda está procurando emprego.

Antes de ficar mais a vontade, veja como os outros funcionários se portam. Não condiz, por exemplo, aparecer numa reunião com a diretoria da empresa trajando uma bermuda (e acreditem: este jornalista que vos escreve já fez isso e sofreu as consequências). Por experiência própria, aí vai um último conselho: o modo como você se veste e se porta é o seu cartão de visitas. E como o que todos nós queremos é causar uma impressão positiva, pense duas vezes antes de vestir a primeira peça que encontrar no guarda-roupa.

Bom fim de semana!


Por Piero Vergílio, com informações do site do Jornal Hoje.

Errar é humano

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Olá meus amigos, tudo bem? Ainda esta semana, deixei uma mensagem aqui revelando o quanto é fascinante esse universo das pessoas, justamente pelo fato delas serem tão plurais. Mesmo com características e concepções diferentes, é possível afirmar, com absoluta precisão, uma característica comum a todas elas: por mais que se esforcem para isso, ninguém consegue atingir a perfeição.

Logo, parece óbvio chegar a uma conclusão: por mais que seja algo involuntário, todos nós erramos. O grande segredo está em como encarar essa situação: em primeiro lugar, assuma a responsabilidade pelo que fez e enfrente as consequências. Ao contrário do que se possa pensar, este é um sinal de coragem.

Acontece que, devido a proporção do seu ato, a simples demonstração de arrependimento ou um pedido de desculpas não bastam. Nesta hora, o mais sensato é tentar ajudar a encontrar uma solução para o problema que você criou. Se isso não estiver ao seu alcance, é recomendável que você abstenha-se. O mais importante é que você aprenda com a situação para que não volte a ter o mesmo comportamento novamente.

Mas, mesmo nestes casos, não dê a sua culpa uma dimensão maior do que ela realmente tem. Até o seu chefe, aquele que pode ter sido bastante contundende com você, provavelmente já deve ter falhado alguma vez. Afinal, nem sempre a gente acerta. É preferível arriscar - e errar - do que passar a vida inteira estagnado por medo das consequências.

A cada vez que você encontra forças para se levantar de um tombo, fica mais forte. Bom dia e bom feriado!

Por Piero Vergílio

Invista no desenvolvimento de sua equipe

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Olá meus caros leitores, tudo bem? Hoje quero falar com as pessoas que ocupam cargos de liderança / chefia e perguntar-lhes como cada um de vocês investem no desenvolvimento e aperfeiçoamento de suas equipes? Parece óbvio concluir que, a partir do momento em que se itensificam as iniciativas para capacitar os integrantes da equipe, melhores serão os resultados alcançados.

Portanto, se você é daqueles que considera que “investir” em seus funcionários é uma grande perda de tempo e vive arrumando pseudo-justificativas para protelar este compromisso, muita atenção: VOCÊ PRECISA REAVALIAR SUAS ATITUDES.  Uma das explicações para este tipo de comportamento está na crença de que um treinamento eficaz necessariamente ocorre numa sala de aula, com custos elevados.

Na verdade, isso é um grande mito. A leitura de bons livros e a participação em eventos gratuitos, além, é claro, do compartilhamento de experiências são boas formas de se começar. Como tudo nesta vida, é preciso dar um primeiro passo. Atitudes simples que certamente trarão reflexos importantes, pode apostar!

Por último, vale lembrar que, a medida em que colabora com o desenvolvimento do outro, o líder, ao mesmo tempo, exercita e aprimora suas próprias habilidades. Afinal, essas atividades exigem preparo e constante aperfeiçoamento de suas próprias técnicas. Aos que possuem uma experiência neste sentido, convido-lhes a partilhá-las com os outros leitores. Escreva-nos: suas sugestões e comentários são muito importantes para nós.

Forte abraço a todos e bom fim de semana


Por Piero Vergílio

Conversando sobre aumento de salário com o patrão. O que fazer?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Uma pesquisa feita no primeiro semestre deste ano com cerca de 16 mil trabalhadores de todo o Brasil, mostrou que 72% tiveram aumento salarial neste período, mas desses, menos de 10% foram até ao chefe para pedir.

Para a maioria, ou a empresa concedeu o aumento espontaneamente (38,7%) ou houve um acordo sindical (33%). E as razões foram: aumento geral para os funcionários (34%), seguido de premiação por bom trabalho (32,2%).

No entanto, algumas vezes, para conseguir um reajuste no sálario, é preciso que o empregado tome iniciativa. Nesta conversa, ao invés de enumerar seus problemas pessoas, você deve convencer seu patrão que merece o aumento, apresentando exemplos práticos de como você agregou valor à empresa.

Outras atitude suicida é lembrar que você sempre chega no horário e executa tudo que lhe é designado dentro do prazo. Afinal, obedecer à regras e ordens é sua OBRIGAÇÃO, ou seja, o mínimo que a empresa espera de um bom colaborador.

Também não caia na armadilha de fazer comparações, colocando-se no papel de vítima. “Meu colega conseguiu isso e eu não” parece coisa de criança mimada e birrenta. Uma última dica é NUNCA, JAMAIS, EM HIPÓTESE ALGUMA, “idealizar” uma proposta melhor - que só existe na sua cabeça - e apresentá-la ao patrão. Vai que ele acredite e te libere para seguir seu caminho…

Bom fim de semana!

Por Piero Vergílio

Seus dados a um click

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Sabe as nossas promessas de começo de ano? Por quanto tempo somos fiéis a elas? Com quantos internautas se faz uma celebridade? Como descobrir a nova grande estrela do rock? Do que as pessoas têm mais medo? Em “Click - O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante”, Bill Tancer, um especialista na análise de dados do mundo virtual, revela as respostas a essas e outras perguntas que ilustram o comportamento contemporâneo.

Espaço virtual no qual se espelha a sociedade atual, as ferramentas de busca arquivam nossas pegadas - nossos cliques diários - e o modo como estabelecemos nossas escolhas políticas, profissionais e afetivas. O autor usa exemplos tirados do cotidiano para explicar como os internautas se comportam e, com isso, oferece uma imagem viva dos interesses das sociedades modernas.

Tome-se o caso do Big brother. Quem ganha a competição é o concorrente mais querido pelo público (que vota no vencedor). É possível antecipar a votação acompanhando o interesse das pessoas por candidato. Tancer fez isso em 2006 - e errou. Ele contou o número de buscas pelos três finalistas do BB americano e concluiu que a mais acessada na rede iria vencer. Intrigado com seu erro, voltou aos dados e percebeu que a candidata mais popular na internet era acessada majoritariamente por homens jovens. E, do site de buscas, eles escolhiam os links que mostravam fotos sensuais da candidata. Portanto, não estavam interessados em sua vitória, apenas em suas curvas. A partir desse episódio, Tancer aprendeu a refinar suas pesquisas.

O livro parte do pressuposto que falar não é o mesmo que agir. Se num universo de pesquisas que leva em conta a opinião expressa dos usuários (aquelas em que um entrevistador faz perguntas de um questionário), a verdade pode ficar disfarçada, é no grande volume de pesquisas em ferramentas de busca que estão inscritas as grandes tendências.

Em linguagem acessível e com bom humor, a obra é dividida em duas partes em que o leitor pode acompanhar o desenvolvimento do método de obter informações dos públicos de interesse e o modo como essas são interpretadas.

Sim, afinal de contas, a facilidade da obtenção de informações não elimina a necessidade de uma interpretação. E é nessa fase que toda a inteligência e experiência de Tancer contribui para que se possa compreender os fenômenos que interessam aos usuários. Executivo da Hitwise, instituto de pesquisas a partir de bases de dados virtuais, Tancer analisa informações que apontam para o rompimento de estereótipos sobre os padrões de consumo e de características atribuídas a determinados grupos sociais.

Numa sociedade em que a presença da internet é massiva e vem mudando padrões de comportamento de maneira crescente, Click é uma obra útil e inovadora para quem já compreendeu que a vida é também on-line.

Ficha técnica:

Título: Click - o que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante

Autor: Bill Tancer

Gênero: Tecnologia/comportamento

Páginas: 272

Preço: R$ 36,00