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A arte de sair de cena com classe

quarta-feira, 24 de março de 2010

Embora poucos gostem de falar nisso, nós não somos imortais. Da mesma forma, nosso tempo como líderes é limitado. Uma saída de cena com classe – enquanto estivermos no topo – é preferível a uma rápida derrocada montanha abaixo.

 

 Por outro lado, alguns líderes empresariais têm o bom senso de partir com classe, às vezes, sem o fazer na realidade. Sam Walton, da Wal-Mart, por exemplo, passou seus anos de aposentadoria entusiasmando aqueles que ele havia deixado como encarregados de seu império. Pelé é outro exemplo universal de quem soube sair de cena com uma invejável classe e continua ativo no mundo dos esportes. Teria ele sido eleito o atleta do século se tivesse continuado a jogar até que uma artrose senil o impedisse?

 Infelizmente, alguns líderes não apenas deixam de partir com classe como ainda fazem tudo para sabotar seus sucessores. Eles fazem isso ao não se retirar no momento certo ou não passar a seus sucessores informações relevantes para que tenham sucesso. Aqueles que deixam a empresa enquanto ainda detém o controle, têm muito maior chance de deixar um legado duradouro do que aqueles que têm que ser carregados para fora.

 E saber sair de cena com classe é importante em todas as circunstâncias. Se você está muito exposto à mídia ou assediado demais por pessoas “interesseiras” como diria minha avó, talvez seja hora de sair de cena, aparecer menos, aprender os benefícios de uma maior privacidade. O mundo dos holofotes e a fogueira das vaidades tomam suas vítimas nos incautos que não têm a sabedoria de sair de cena na hora certa. Você mesmo deve conhecer alguns exemplos típicos dessa triste realidade. 

 

Sabendo sair de cena na hora certa, você poderá até voltar ao mesmo “palco” mais tarde ou a outros palcos se desejar, mas não perca o timing de sair de cena, até para que sua volta seja desejada e aplaudida. 

 

Analise bem e decida quando você deve sair de cena ou aposentar-se e, quando o tempo chegar, faça-o com classe.  Pense nisso. Sucesso!

 

 

 

Por Luiz Marins

Desconfie das coisas muito fáceis

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Quando uma coisa para você ou para os outros parecerem fáceis demais, desconfie. Não há vitória sem esforço, sem dedicação, sem comprometimento, sem entusiasmo.

Às vezes ouvimos estórias tão encantadoras de coisas que foram conseguidas com tanta facilidade que ficamos pensando: “Será que as coisas só são difíceis para mim ou para minha empresa? Tudo o que consegui foi com muito esforço e para os outros as coisas parecem ser tão simples e fáceis…”

Quando você tiver essa sensação, desconfie das estórias que lhe contaram. Nada é tão fácil para ser conseguido. O sucesso demanda muita dedicação, afinco, perseverança e, sobretudo, tempo e paciência.

A grande maioria das pessoas de sucesso lutaram e lutaram muito para conseguir o sucesso que têm hoje. Erraram muitas vezes, não desistiram, persistiram, tiveram uma dedicação superior à causa em que acreditavam. Leia as biografias das grandes personalidades do mundo e veja que para elas as coisas nunca foram tão fáceis.

Lembre-se que nada é impossível. Mas lembre-se, também, que nada cai do céu sem a sua participação efetiva e seu comprometimento. Os teólogos dizem que até a oração pedindo alguma graça tem que ser feita com um “sentimento especial de compromisso”.

Nesta semana, gostaria que você pensasse sobre este tema das coisas muito fáceis. Será que nós não ficamos esperando que as coisas nos aconteçam muito facilmente? Temos nos dedicado integralmente às coisas que realmente desejamos? Fazemos a nossa parte, isto é, cuidamos dos detalhes, nos envolvemos, vamos em busca das coisas certas que precisam ser feitas?

Nesta semana, pense nisto. Boa Semana. Sucesso!

Por Luiz Marins

Empresa não é vampiro

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Há pessoas que confundem trabalhar, dedicar-se à empresa, aos clientes, ao mercado, à marca, com “dar sangue…” pela empresa. Essas pessoas são as chamadas “ativistas”. Matam um leão por dia como elas próprias dizem, trabalham, trabalham, trabalham. São muito “ativas”, vivem correndo para cima e para baixo.

A pergunta é a seguinte: Será que o que essas pessoas demasiadamente “ativas” estão fazendo é o que elas deveriam estar fazendo? Será que o que elas estão fazendo está criando a empresa de amanhã, aumentando a fidelização de clientes à marca? Será que o que elas estão fazendo está agregando valor para os clientes da empresa? Será que o que elas estão fazendo não é apenas uma grande “poeira” para que todos vejam e que não tem eficácia alguma? Será que o elas estão fazendo não é simplesmente atormentar a vida de todos?

Empresa não é vampiro. Ela não precisa do “sangue” dos seus funcionários para sobreviver. Ela precisa muito mais da inteligência, do comprometimento, da participação, da atenção aos detalhes. Uma empresa precisa de funcionários que realmente reinventem as relações empresa-mercado-marca-clientes.

É claro que funcionários dedicados e sempre presentes são avaliados positivamente. É claro que funcionários que trabalham muito são valorizados. Porém, é preciso que tenhamos uma preocupação genuína com a qualidade de utilização de nosso tempo. Não basta ficar 12 horas na empresa fazendo coisas irrelevantes para o sucesso da empresa e seu mercado.

Sempre desconfiei de pessoas que dizem “dar sangue” pela empresa. Sempre desconfiei de pessoas que nunca tiram férias. Sempre desconfiei de funcionários que se acham insubstituíveis.
Gostaria de sugerir que você fizesse uma análise das suas atividades e visse se você anda fazendo coisas realmente relevantes para o sucesso da sua empresa. Veja se o que você faz realmente agrega valor para a marca, para o mercado, para os clientes. Não use este fax como desculpa para trabalhar menos, para se comprometer menos. Pelo contrário.

A mensagem é de comprometimento total e para que isso seja realidade é preciso que demos à empresa muito mais nossa inteligência e vontade do que nosso “sangue”.

Nesta semana, pense nisso. Boa semana. Sucesso!

Por Luiz Marins

Mais rotinas, menos campanhas

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Sem “campanha” o Brasil não anda. Vivemos de campanha em campanha. Para cada problema uma campanha. Termina a campanha e nenhuma rotina se estabelece. O problema retorna. Nova campanha.

Para vacinar o gado, campanha nacional de erradicação da febre aftosa. Para vacinar as crianças, campanha nacional de vacinação. Dia “D” da campanha nacional contra a dengue e até campanha nacional pela ética na política(sic)!

Para o vendedor vender, campanha de incentivo de vendas. Acidentes do trabalho se resolve com SIPATs e campanhas de prevenção de acidentes. A solução para o baixo uso do cinto de segurança? Nova campanha pelo uso do cinto.

Até quando viveremos de campanha? Sem campanha a dengue volta, a aftosa ataca, os operários se acidentam, as crianças morrem.

Quando ficaremos adultos o suficiente para entender que a vida exige rotinas, disciplina, padrões que têm que ser simplesmente mantidos sempre, todos os dias, sem campanha?

Essa nossa indisciplina e indisposição à rotina, ao estabelecimento de padrões e cumprimento de normas está nos infelicitando, a todos, sem exceção. Ninguém ganha com essa nossa pseudo-criatividade onde nada é mantido, seguido.

Temos em todos os lugares e instituições e até em empresas milhares de “agentes de mudança” que se orgulham disso. Mas estamos precisando de “agentes de continuidade”, agentes de cumprimento de rotinas básicas, agentes de consistência e permanência de coisas que simplesmente não devem e não podem mudar.

Essa “cultura de campanha” está fazendo com que ninguém cumpra sua obrigação como um dever ético ou mesmo moral. O vendedor só vende se tiver uma “campanha de incentivos” para vender tal e qual produto. A camareira só limpa a arruma o quarto do hotel se tiver uma campanha de premiação pela melhor camareira. O garçom só faz a barba e toma banho se o restaurante fizer uma “campanha pela boa aparência”. A ausência de cumprimento de rotinas extrapolou para um sistema de quase-corrupção no qual as pessoas só fazem as coisas se forem “incentivadas” por uma campanha ou, talvez, uma forma exótica de propina para que sua “boa vontade” o faça cumprir o que é de sua profissão e, portanto, seu dever.

Vi, atônito, um grande hospital fazer campanha para que médicos e enfermeiras lavem suas mãos, pois só isso diminuiria 30% da infecção hospitalar, dizia o cartaz! Se médicos precisam de campanha para lavar as mãos num hospital, o nosso problema é muito maior do que eu imaginava!

Mais rotina, menos campanha! Ou vamos assistir absurdos ainda maiores como campanhas para que a Polícia cuide da segurança pública; campanha para que professores ensinem seus alunos; campanha para que vigias noturnos mantenham-se acordados durante a noite em seu trabalho; campanha para que juízes julguem com isenção e governantes governem com honestidade.

Pense nisso. Sucesso. E não “lave as mãos” para mais este problema nacional.

Por Luiz Marins

O Poder e a Importância da Paciência

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Nunca como nos dias de hoje a virtude da paciência andou tão falta. Tudo corre e deve correr. O tempo urge. Os compromissos se multiplicam. O excesso de informação nos faz ter a sensação de eternos atrasados - no tempo, no espaço, na vida.
Perdemos a noção do tempo da natureza - de que as coisas devem nascer e crescer. De que a semente leva um tempo para germinar. A planta um tempo para crescer. O fruto um tempo para amadurecer. Queremos tudo já! Imediatamente Já! Para ontem!

Empresários querem que seus negócios dêem resultado em poucos meses. Funcionários querem ser promovidos em poucas semanas de emprego. Clientes querem o produto entregue em algumas poucas horas após o pedido.
E se tudo não ocorrer na estonteante velocidade que imaginamos…. “perdemos a paciência!” Perdemos aquela que já estava perdida em nossa consciência ingênua (e pouco crítica) há muito tempo. Na verdade o homem e a sociedade contemporâneos estão “perdendo a paciência”.

Com a virtude da paciência “perdida”, o homem fica um ser estressado, à mercê de suas emoções explosivas. Não sabendo esperar o “fruto amadurecer”, os come sem sabor, amargos, pois que ainda não amadureceram e não estavam prontos para serem consumidos com o sabor do açúcar que só o tempo é capaz de dar.

Saber “dar tempo ao tempo” é sabedoria de poucos. Ter a paciência histórica de dar tempo ao tempo para ver suas ações converterem-se em resultados, é sabedoria de poucos. Manter-se, pacientemente, no foco, até que o mercado reconheça sua empresa e seus valores, é sabedoria de poucos empreendedores - os de sucesso! Saber esperar a tempestade passar para continuar caminhando no rumo certo é sabedoria de poucos.

A massa ignara gasta toda a energia lutando contra o inimigo errado, no campo errado, com armas erradas, no momento errado - e em seguida chora a própria derrota. Sem paciência não têm capacidade de analisar, cismar, questionar, pensar e decidir com sabedoria.

A paciência é irmã gêmea da sabedoria. A paciência é o solo fértil onde a sabedoria germina. Sabedoria sem paciência é tão ilusória quanto será sempre vil a paciência sem sabedoria. Mas como gêmeas, a maior sabedoria está justamente na paciência. A paciência é a própria sabedoria no tempo. É o saber o tempo de semear, o tempo de colher, o tempo de ser para alguém, aquele alguém sereno que sabe o que quer e para onde vai porque sabe esperar o momento certo de ir.

Não perca a sua paciência!

Por Luiz Marins

10 dicas para melhorar o clima de qualquer empresa e a própria vida

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

10 dicas para melhorar o clima de qualquer empresa e a própria vida

1. Lembre-se sempre de dizer “com licença”; “por favor” e “obrigado”, mesmo que alguém esteja cumprindo sua obrigação ou seja muito amigo;
2. Fale baixo. Ria baixo. Não seja inconveniente;
3. Use o telefone e a internet somente para assuntos de trabalho. Evite usar esses meios para assuntos particulares;
4. Ao tomar emprestado alguma coisa, nunca se esqueça de devolver e agradecer;
5. Ajude a manter limpo o ambiente de trabalho. Mantenha limpo os sanitários após o uso. Cuidado com copos e xícaras sujas. Jogue os copinhos de café no local apropriado. Arrume sua mesa de trabalho;
6. Respeite a fila. Mesmo que ache desnecessário respeitá-la, porque vai pegar só uma coisa, etc. Não queira parecer esperto;
7. Não fale mal dos outros. Não se envolva em fofocas.
8. Cuidado com as anedotas e brincadeiras pessoais, como apelidos, etc. Cuidado para não ofender as pessoas;
9. Cuide de sua imagem. Vista-se sobriamente. Afinal você está num ambiente de trabalho e não numa festa ou diversão;
10. Controle a sua agressividade. Cuidado com a forma de falar e escrever. Não seja rude.

Por Luiz Marins

Abaixo o mau humor

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Um interessante artigo de uma revista especializada em psicologia, nos dá conta que uma das características mais comuns de pessoas “inteligentes” tanto de Q.I. quanto emocionalmente é o Bom Humor.

Pessoas mal humoradas, rabugentas, que vivem “emburradas” como se diz no interior, são pessoas carentes, emocionalmente inseguras, pobres de espírito. Pessoas com as quais ao se conversar ou tratar temos que saber antes como está o seu humor, são pessoas fadadas ao fracasso no relacionamento interpessoal e portanto distantes do sucesso que tanto almejam.

Abaixo o Mau Humor!

Nada, absolutamente nada, justifica o mau humor no trabalho, na família, nas relações sociais. Ele só serve para afastar as pessoas. Chefes mal humorados distanciam-se de seus subordinados que com eles não querem falar, não querem comentar nada, evitam falar das coisas sérias do trabalho. Subordinados mal humorados são horríveis. Os chefes acabam evitando essas pessoas e a cada dia que passa elas ficam mais distantes de uma promoção, criando um círculo vicioso - mau humor = fracasso = mau humor pelo fracasso.

As pessoas que têm uma tendência para o mau humor devem fazer um esforço adicional para vencê-lo. Pessoas mal humoradas tratam mal outras pessoas e isso deve ser evitado a qualquer custo. Pessoas mal humoradas são, via de regra, igualmente “reclamonas”, sentem-se injustiçadas e tem um sentimento de auto-piedade que não pode ter lugar nos dias de hoje em que precisamos ter relações sociais positivas, proativas.

Nesta semana, gostaria que você fizesse uma auto-análise e visse se você, seja chefe ou subordinado, não está “viciado” em ser mal humorado. Há pessoas que pensam que ser mal humorado seja sinônimo de “seriedade”. Nada mais falso. Lembre-se que o bom humor é um dos mais visíveis sinônimos de inteligência.

Boa Semana. Sucesso!

Por Luiz Marins

Só os muito bons sobreviverão

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sobreviver até não será tão difícil. Sobreviver com sucesso será quase impossível para aqueles que não forem realmente bons.
E quando digo bons, quero dizer bons em tudo. Só sobreviverá com sucesso o funcionário que for muito bom no que fizer. Só sobreviverá como liberal, o profissional que for muito bom. Só sobreviverá com sucesso a empresa que for muito competente.

Sinceramente acredito que o tempo dos “mais ou menos” está acabando.
A acirrada competição, a inovação tecnológica, clientes cada vez mais exigentes e poderosos, decretarão a morte dos incompetentes.

O sucesso não pode ser alcançado por empresas e pessoas pouco comprometidas com a qualidade, com o atendimento, com o baixo custo, com a inovação. Está terminando até o tempo de decidir se devo ou não me aperfeiçoar no que faço para passar de bom a excelente. Ou mudo já ou ficarei à margem do sucesso. Ou decido ser jogador que marca gols ou serei um perdedor sonhando nas gerais de um mundo cada vez mais exigente de conhecimento e dedicação.

Nesta semana faça um sério exame de consciência. Aproveite o início do ano e decida ser excelente no que faz, custe o que custar. Invista em você, pois a hora é agora. Acredite!

Boa semana. Sucesso!

Por Luiz Marins

A pergunta mais importante

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Será que vale a pena? Será que não vou me arrepender? Aceito ou não aceito? Faço ou não faço? Vou ou não vou? Compro ou não compro? Como decidir?
Todos nós somos assaltados por dúvidas quando temos que tomar uma decisão importante. Isso ocorre, por exemplo, quando estamos empregados e aparece uma oferta para mudarmos de emprego; quando alguém quer comprar nossa casa ou quando vemos à nossa frente uma oportunidade de negócio. Como decidir? Qual a pergunta mais importante que devemos nos fazer antes de tomar a decisão, para que não corramos o risco de nos arrepender? Essa foi exatamente a pergunta que me fez um repórter.
Sempre que tenho que tomar uma decisão importante e que se refira somente a mim, isto é, que não envolva outras pessoas que devo considerar, faço a mim mesmo a seguinte pergunta: Isto aumentará minha qualidade de vida e me fará mais feliz? Se a resposta for não, imediatamente deixo de considerar a hipótese de fazer. Se for sim, passo a considerá-la, pesando, com mais cuidado, os prós e os contra antes de decidir.
Ressaltei ao repórter que o importante da pergunta que me faço é que, para considerar a hipótese da decisão, ela deve atender os dois requisitos que me pergunto e não apenas um ou outro. A decisão deve aumentar minha qualidade de vida e me fazer mais feliz. Isso é importante, pois poderá haver decisões que, teoricamente aumentem minha qualidade de vida mas não me torne mais feliz ou vice-versa.
Decisões impensadas ou mal avaliadas são a maior fonte de arrependimentos, remorsos e culpas. Muitas vezes, pensando em resultados imediatos ou somente nos ganhos materiais cometemos erros com conseqüências de longo prazo ou mesmo irreversíveis. Assim, é preciso pensar bem, antes de decidir.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Comece em grande estilo

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Um excelente empreendimento mal inaugurado tem tudo para fracassar. Um empreendimento não tão excelente, mas bem inaugurado, com certeza terá sucesso. Pode parecer bobagem, mas a forma como começamos alguma coisa é fundamental para o sucesso. É preciso começar 2010 em grande estilo!
Se você começar o ano pensando grande, com entusiasmo e paixão pelo que faz, com coragem para enfrentar o que der e vier, com certeza terá um super 2010. Mas se você começar tímido, pensando pequeno, pessimista, com certeza terá um ano igualmente pobre e repleto de mesmices. Saia dessa. Comece em grande estilo!
Comece o ano trabalhando em grande estilo. Seja comprometido, participativo, entusiasmado, um verdadeiro colaborador. Faça a diferença! Sei que muitos irão rir de você. Irão dizer que você é um alienado, que não vê que as coisas estão ruins e que estamos andando para trás. Muita gente irá mostrar a você dados e mais dados que comprovam a nossa miséria. Tenha pena dessas pessoas azedas, mal humoradas, infelizes, chatas, que se acham as donas da verdade, as únicas honestas e conscientes da realidade. Ria delas. Livre-se delas. Livre-se dessa gente pequena que morre de inveja da sua alegria e do seu comprometimento em ser feliz.
Deixe a tristeza para os tristes. Prefira viver, sorrir, dançar, sair com amigos e com a família. Faça coisas simples em grande estilo. Um churrasco com os amigos debaixo de uma mangueira, uma rodada de chopp ou tomar sorvete com a família podem ter um sabor especial quando fazemos em grande estilo. Mesmo sabendo que pouca coisa vai mudar, agradeça por estar vivo e ter o pouco que tem. Comemore a chegada de mais um ano. Se nada mudar, mude você. Seja melhor e será mais feliz!
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins