Arquivo de fevereiro de 2009

Como superar uma demissão (Parte 1)

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O processo de desligamento de uma empresa nem sempre é tranquilo. A demissão pode ser uma experiência bastante traumática para o profissional - dependendo de como os acontecimentos se desencadeiam - seja pela perda de autoestima ou o prenúncio das dificuldades financeiras, comuns nesse período.

De repente, o ex-funcionário se vê cercado de incertezas e questionamentos acerca de seu desempenho, a maneira como se relaciona com os outros e até sobre a sua capacidade profissional. Pensando nisso, o Advance Blog publica, a partir de hoje, uma série de textos com dicas sobre como agir diante dessa situação.

Para não ser pego de surpresa com uma notícia destas, é preciso prestar atenção em alguns detalhes. Um clima organizacional estranho, aliado a dificuldades de relacionamento com a chefia e os colegas são indicadores importantes de que o emprego pode estar ameaçado. Um cargo que havia sido prometido a você, mas foi delegado a outro também é sinal de problemas à vista.

Na outra ponta, é preciso analisar o ambiente no qual a empresa está inserida e a ação das variáveis sobre as quais você não pode interferir. Se a organização estiver numa crise financeira ou o mercado estiver em declínio, corte de despesas e a consequente redução no quadro de funcionários são praticamente certos. Uma reestruturação também pode implicar em corte de pessoal.

Caso haja condição de reverter o quadro, é preciso tomar as medidas necessárias para se readaptar a organização. Todavia, se a demissão for inevitável, o ideal é se preparar para o processo e não tomar nenhuma atitude precipitada, que possa ter consequências negativas no futuro, como, por exemplo, sair falando mal da empresa. Passado o choque inicial, o profissional deve encarar a demissão como um alerta de que algo está errado e precisa melhorar; determinadas atitudes precisam ser revistas. Saiba como agir no nosso próximo texto!

Por Piero Vergílio

06 razões para ser dispensado de um emprego

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

“Eu pensei que eu estava seguro em meu emprego e não estava, fui dispensado, o que aconteceu?” Ouvi este desabafo de um funcionário dispensado após 18 anos de trabalho, na mesma empresa.
Perguntei para muitos patrões, muitos chefes, muitos executivos por eles dispensam uma pessoa que estava tão segura. Veja seis razões que eles me deram:

1ª) Arrogância. A pessoa perde a noção de seu lugar e começa a tratar mal outras pessoas;

2ª) Achar-se indispensável. A pessoa se acha tão indispensável, que acaba sendo dispensável. Ela acredita que sem ela, a empresa não sobreviverá;

3ª.) Fazer-se de ocupada. A pessoa que começa se fazer de muito ocupada é porque perdeu a noção de que ela não é, por certo, a pessoa mais ocupada do mundo;

4ª.) Não participar de cursos, treinamentos, palestras que a empresa promove. Ela acha que não precisa de nada disso;

5ª.) Cumprir rigorosamente o horário. Nem um minuto a mais, nem um minuto a menos. São verdadeiro robôs. Pessoas que não andam o quilômetro extra;

6ª.) Segurar informações vitais para o trabalho dos seus colegas e não colaborar. Pense se você não está se sentindo seguro demais em seu emprego.

Acabe com a arrogância, com o ser o dono da verdade. Participe. Seja amigo(a), Comprometa-se. Faça tudo com atenção aos detalhes e termine tudo o que começar.
Só assim que você vai estará realmente seguro.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Saiba mais sobre como agir quando o emprego está ameaçado amanhã, aqui no Advance Blog!

Dica de leitura: O monge e o executivo

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Este post é dedicado às pessoas que enfrentam dificuldades para fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho ou então gostariam de se relacionar melhor com afamília e os amigos. Se você  se identifica com  alguma destas situações, não pode deixar de ler o best-seller “O monge e o executivo”, de James C. Hunter. Neste livro,  você vai encontrar  personagens, ideias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros.

Esta é uma história sobre liderança: em equipes, negócios e comunidades. O personagem central é Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge. Ele é procurado por John, um típico executivo preocupado apenas com o trabalho, que decide passar uma semana no mosteiro.

O que John esperava ser uma conversa sobre negócios, transforma-se um encontro de reflexões de como ser uma pessoa melhor. Nesse período, ele aprende que a base da liderança não é o poder e sim a autoridade, que deve ser conquistada com amor, dedicação e sacrifício: para liderar é preciso, sobretudo, estar disposto a servir.

A maneira envolvente e clara como a história é contada provoca o leitor a refletir sobre suas próprias ações. Esta é apenas uma das razões pelas quais o livro aparece há 210 semanas consecutivas na lista dos mais vendidos da revista Veja.  Se os meus argumentos não foram suficientes para convencer ao leitor, o Advance Blog  convida você para que tire suas próprias conclusões. Clique aqui e leia o primeiro capítulo do livro ou saiba como assistir à adaptação homônima para o teatro.

Por Piero Vergílio

Planejar: uma boa estratégia

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Mudanças e instabilidade são características intrínsecas do mercado. O grande segredo do sucesso de uma empresa está em adaptar-se a estas variações de seu ambiente, antecipando-se às suas concorrentes. Para que isso aconteça, além de sorte, é preciso utilizar-se de outra ferramenta: um bom planejamento estratégico.

Por meio desta técnica, gestores estabelecem os paradigmas adotados pela organização. O planejamento estratégico auxilia-os no momento em que precisam tomar decisões, conduzindo sua liderança e, ao mesmo tempo, possibilitando o controle mais eficaz das atividades desenvolvidas.

O primeiro passo é o diagnóstico estratégico, ou seja, conhecer a empresa e analisar os resultados dos diferentes setores, juntamente com as variáveis que influenciam diretamente o seu desempenho. A seguir, é preciso a compreender a organização e os componentes do ambiente no qual a corporação está inserida.

Nesta fase, é importante que o gestor leve em consideração diferentes aspectos: socioculturais, econômicos, governamentais - que afetam as empresas indiretamente - cujas consequências variam conforme o setor de atuação. A título de exemplo, podemos considerar a oscilação de alguns indicadores econômicos, tais como inflação, índices de preços e taxa de desemprego, que interferem no poder de compra do consumidor.

Concomitantemente, é preciso traçar um perfil das forças produtivas presentes em sua indústria (potencial de entrada de novas empresas, perfil da concorrência, produtos ou serviços alternativos, potencial de barganha com clientes e fornecedores). Concluída essa etapa, o gestor deve procurar identificar as ameaças e as oportunidades, concentrando sua atenção àquelas que são realmente relevantes para a sua empresa.

Para que o planejamento estratégico obtenha a eficácia desejada, os resultados da análise interna são fundamentais. Saiba o porquê na semana que vem, aqui, no Advance Blog!

Por Piero Vergílio

O que eu não estou enxergando?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Tenho tido uma grata surpresa em meus contatos com várias empresas nos últimos tempos. Presidentes, Diretores de empresas de grande sucesso, com rentabilidade acima do esperado, com produtos líderes no mercado, têm me procurado para perguntar: “- O que não estou enxergando?”  “- O que não estamos conseguindo ver a respeito do futuro?”.  Dizem ainda: ” – Não posso acreditar que todos estejam com dificuldades, problemas, mercados difíceis e nós sejamos os únicos no paraíso. O que não estamos enxergando?”

Essas perguntas, por incrível que possa parecer, são muito pertinentes, pois o sucesso hoje não garante o sucesso amanhã e uma empresa que não questione o que vem fazendo com uma visão de futuro poderá correr, amanhã, sérios riscos.

Empresas de sucesso hoje podem e devem fazer exercícios de “visão de futuro”  e precisam estar permanentemente atentas para um mercado cada vez mais em mutação e para clientes cada vez menos fiéis e mais exigentes. Temos que perguntar, por exemplo, o que a tecnologia da informação  tem a ver com nosso negócio e como poderá modificá-lo ou influenciá-lo. Temos que perguntar como novas descobertas científicas e tecnológicas, novas formas de distribuição, novas formas de logística integrada e comunicação eletrônica de dados poderão afetar o nosso negócio hoje e amanhã. Se continuarmos a fazer as coisas como sempre fizemos, conseguiremos os mesmos resultados que vimos conseguindo. E eles poderão não ser suficientes para garantir a nossa sobrevivência.

A verdade hoje é que “em time que está ganhando também se mexe”  porque não se pode esperar que ele comece a perder para tomarmos as necessárias medidas para colocar nossa empresa entre as vencedoras. Assim, uma das grandes e mais importantes tarefas dos executivos (e não só executivos mas de toda a empresa) hoje é PENSAR, REFLETIR, IMAGINAR, CRIAR, PROPOR, OUSAR, QUESTIONAR a própria empresa preparando-a não só para vencer o presente mas garantir o futuro.

Talvez, o que muitos empresários e administradores realmente não estejam enxergando é que a empresa que ficar parada, estática, acomodada, satisfeita com os produtos, com o mercado e com os clientes que tem hoje, estará com os seus dias contados.

Temos feito com inúmeras empresas, já há muitos anos, Exercícios de Visioning, Focusing e Targeting – Visão, Foco e Ação – quando os dirigentes principais da empresa fazem uma série de exercícios sobre o futuro do mercado, da tecnologia, das vantagens competitivas estratégicas que poderão garantir o futuro da empresa.  Perguntas do tipo: Que clientes você estará servindo daqui a cinco anos? Quem serão esses clientes? Quem e o quê estará concorrendo com você daqui a cinco anos? O que a ciência ou a tecnologia estarão nos oferecendo daqui a 5 anos e que poderá modificar nossa manufatura ou serviços? Que novos conceitos de produtos deveremos lançar daqui a cinco anos? Que novas competências de organização teremos que desenvolver? Etc. etc.

Essas perguntas nem sempre são feitas e menos ainda respondidas.

Com a necessidade de resultados trimestrais e lucros imediatos, os dirigentes estão quase sempre olhando para o próprio umbigo, para o amanhã cedo e nem sequer para o depois de amanhã. Eles têm que dar retorno aos acionistas o mais rapidamente possível e nem sempre estão construindo a empresa do futuro. Uma política de bônus individuais leva gerentes e diretores a ter uma visão predatória do mercado e da marca. Eles não têm certeza de que estarão na empresa daqui a dois ou três meses e a sua visão fica sendo exclusivamente a do curto prazo da avaliação do seu bônus. O futuro fica pertencendo ao próprio futuro que se incumbirá de fazer-se sucesso, se conseguir.

” – Eu não estou aqui para deixar nada para o próximo. Estou aqui para ganhar o meu. E o meu eu ganho dando resultados imediatos. Não quero nem saber o que acontecerá daqui a cinco anos com a nossa empresa ou nossa marca. O meu negócio é o meu bônus. É o retorno trimestral do acionista. O resto é filosofia.” Afirmou um diretor de uma grande empresa.

Numa das empresas em que fizemos esse exercício de planejamento, verificamos que a concorrência estava construindo uma nova planta e que essa nova fábrica iria produzir duas vezes mais que a de nosso cliente, na metade do tempo, com um terço do custo e com qualidade muito superior. E que iria colocar o produto no mercado 30% mais barato que nosso cliente. Era simplesmente isso que nosso cliente – uma empresa líder de mercado há anos – não estava enxergando. Quando essa realidade foi mostrada e constatada bateu o “desespero”. Um ano depois a empresa concorrente já estava no mercado com o produto 35% mais barato e melhor. Nosso cliente perdeu a liderança, perdeu representantes, foi acusada de incompetente. O presidente foi demitido juntamente com toda a diretoria pela matriz no exterior. Os dez anos de liderança absoluta de mercado e os lucros crescentes desse período não serviram para garantir sequer o emprego do presidente. Ele não enxergou que o sucesso hoje não garante o sucesso amanhã.

Num outro exercício, com outro cliente, outra empresa líder há anos, o que eles não estavam enxergando é que a tecnologia que eles utilizavam estava sendo rapidamente substituída por outra – mais moderna, ecologicamente correta, mais barata. Eles acreditavam que essa “nova tecnologia” demoraria décadas para chegar ao Brasil. Não entenderam a dinâmica do mundo atual, da velocidade da informação e da transferência de tecnologia. Os concorrentes enxergaram isso tudo. Fizeram as mudanças e adaptações rapidamente. Quando o mercado exigiu os novos produtos e os novos processos a concorrência estava pronta e o nosso cliente ainda discutindo, discutindo, discutindo….

O que você não está enxergando? O que o seu pessoal não está vendo? Será que não estamos muito acomodados no nosso sucesso atual? Será que nós não estamos nos enganando a nós próprios fingindo não ver o óbvio que não queremos enxergar?

Pense nisso.

Por Luiz Marins

Dicionário Brasileiro de Prazos

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

A sexta-feira é 13. Se mesmo depois das dicas do Professor Marins (leia logo abaixo), você ainda não começou a administrar seu tempo, relaxe… na segunda-feira você pensa nisso (brincadeira!)… Só não se esqueça de que, respeitar os prazos é quase um ato sagrado no mundo corporativo (ou, pelo menos, deveria ser), mas atire a primeira pedra quem nunca furou um cronograma ou foi prejudicado pelo atraso de um colega.

Para você se prevenir dessas situações, listamos alguns prazos e expressões e seus REAIS significados:

DEPENDE

Envolve a conjunção de várias incógnitas, todas desfavoráveis. Em situações anormais, pode até significar sim, embora até hoje tal fenômeno só tenha sido registrado em testes teóricos de laboratório. O mais comum é que signifique diversos pretextos para dizer não.

JÁ JÁ

Aos incautos, pode dar a impressão de ser duas vezes mais rápido do que já. Ledo engano; é muito mais lento. Faço já significa “passou a ser minha primeira prioridade”, enquanto “faço já já” quer dizer apenas “assim que eu terminar de ler o Advance Blog, prometo que vou pensar a respeito.”

LOGO

Logo é bem mais tempo do que dentro em breve e muito mais do que daqui a pouco. É tão indeterminado que pode até levar séculos. Logo chegaremos a outras galáxias, por exemplo. É preciso também tomar cuidado com a frase “Mas logo eu?”, que quer dizer “tô fora!”.

MÊS QUE VEM

Parece coisa de primeiro grau, mas ainda tem brasileiro que não entendeu. Existem só três tipos de meses: aquele em que estamos agora, os que já passaram e os que ainda estão por vir. Portanto, todos os meses, do próximo até o Apocalipse, são meses que vêm!

NO MÁXIMO

Essa é fácil: quer dizer no mínimo. Exemplo: Entrego em meia hora, no máximo. Significa que a única certeza é de que a coisa não será entregue antes de meia hora.

PODE DEIXAR

Traduz-se como “nunca”.

POR VOLTA

Similar a no máximo. É uma medida de tempo dilatada, em que o limite inferior é claro, mas o superior é totalmente indefinido. Por volta das 5h quer dizer a partir das 5h.

SEM FALTA

É uma expressão que só se usa depois do terceiro atraso. Porque depois do primeiro atraso, deve-se dizer “fique tranqüilo que amanhã eu entrego .” E depois do segundo atraso, “relaxa, amanhã estará em sua mesa. Só aí é que vem o amanhã, sem falta.”

UM MINUTINHO

É um período de tempo incerto e não sabido, que nada tem a ver com um intervalo de 60 segundos e raramente dura menos que cinco minutos.

TÁ SAINDO

Ou seja: vai demorar. E muito. Não adianta bufar. Os dois verbos juntos indicam tempo contínuo. Não entendeu? É para continuar a esperar? Capisce! Understood? Comprendez-vous? Sacou? Mas não esquenta que já tá saindo…

VEJA BEM

É o Day After do DEPENDE. Significa “viu como pressionar não adianta?” É utilizado da seguinte maneira: “Mas você não prometeu os cálculos para hoje?” Resposta: “Veja bem…” Se dito neste tom, após a frase “não vou mais tolerar atrasos, OK?”, exprime dó e piedade por tamanha ignorância sobre nossa cultura.

ZÁS-TRÁS

Palavra em moda até uns 50 anos atrás e que significava ligeireza no cumprimento de uma tarefa, com total eficiência e sem nenhuma desculpa. Por isso mesmo, caiu em desuso e foi abolida do dicionário.

Nota do Jornalista: Esse texto, adaptado da internet, não é ideal para uma sexta-feira? Apesar de tratar do assunto com humor, é inegável que os argumentos possuem uma certa lógica. Vale refletir: quantas vezes você já utilizou de algumas destas justificativas?

Em razão de uma semana mais movimentada que o normal - tive que conciliar o blog com outros compromissos profissionais - fiquei devendo uma exploração mais detalhada sobre esse tema. Vou pagar, assim que tiver tempo (risos). Tenham todos um bom fim de semana!

Não perca tempo!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Nunca como nos dias de hoje, o tempo é fundamental para o sucesso pessoal e profissional. O uso eficaz do tempo faz os vencedores. É impressionante como pessoas e empresas ainda não se conscientizaram de que o “tempo” é um dos fatores mais importantes.

Assim, quando um cliente potencial pedir um orçamento, uma visita, o envio de um catálogo, o retorno de um telefonema, faça isso imediatamente! Não espere!

Quando seu chefe ou mesmo um colega de trabalho solicitar alguma coisa a você, faça isso imediatamente! Não deixe para depois!

Quando você tiver uma tarefa para fazer; um relatório, uma carta, uma proposta, faça isso imediatamente! Não fique protelando!

Tenha um genuíno senso de urgência com relação à sua profissão, com relação a seus clientes internos e externos. Só assim você será vencedor num mercado competitivo como o nosso. Pessoas que protelam, deixam para depois, são avaliadas como descomprometidas, relaxadas, pouco envolvidas. E isso é fatal para sua imagem pessoal e profissional.

Também aprenda a dar retorno imediato a tudo o que lhe pedirem para fazer. Quando fizer, avise que fez.  Diga que a coisa foi feita.  Isso dá segurança a quem solicitou e dá a você uma imagem de alguém que é veloz, comprometido, interessado. E, acredite isso fará uma grande diferença na sua vida pessoal e profissional.

Não perca tempo!  Use bem o seu tempo e faça dele seu aliado.  Você vai sentir a diferença no tratamento das pessoas com você.

Nesta semana, faça uma avaliação de como você tem usado seu tempo. Você faz as coisas imediatamente ou sempre deixa para depois?

Pense nisso.

Resumindo…

  • Faça tudo o mais imediatamente que puder;
  • Não deixe nada para depois;
  • Retorne seus telefonemas o mais rapidamente possível;
  • Informe a quem solicitou assim que você tiver feito;
  • Faça do tempo um componente do seu sucesso!

Boa Semana. Sucesso!

Por Luiz Marins

Na contramão do tempo

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

“Se, na época em que eu era mais jovem, tivesse a experiência de hoje, teria feito muita coisa diferente”. Começo esse post perguntando ao prezado leitor: quantas vezes você já ouviu - ou, dependendo da sua idade - fez este comentário? A medida que o tempo passa, aumenta a impressão de que muitas das nossas decisões não foram acertadas e surgem os questionamentos típicos de tais reflexões: “será que não teria sido melhor se eu tivesse agido diferente?”. Eu mesmo já agi por impulso algumas vezes e me arrependi… Ah… se eu tivesse experiência (e soubesse das consequências)…

No dicionário, uma das definições de experiência é  “conhecimento, aprendizado adquirido a partir da vivência de uma situação”. A partir daí, conclui-se que, experiência é uma coisa que adquirimos com o passar dos anos. Isto  significa que, necessariamente, as pessoas mais velhas são mais experientes, pois viveram mais…

Agora, caro leitor, imagine-se aos 80 anos: não seria bom se, depois de ter vivenciado tantos momentos (bons e ruins), você pudesse voltar a ser jovem? Muitas pessoas responderiam positivamente a esta pergunta sem pensar (e estariam agindo por impulso mais uma vez). Se você é uma delas, talvez a sua opinião mude depois de assistir “O Curioso Caso de Benjamin Button”. Com esta dica cinematográfica, o Advance Blog inicia sua semana sobre o tempo…

Em 1918, a mãe de um bebê morre no parto e o pai, atordoado com suas feições, deixa o filho na porta de Queenie (Taraji P. Henson), dona de uma pensão para a terceira idade em Nova Orleans. A criança  apresenta uma característica bastante peculiar: tem a aparência de um idoso. Ao longo do filme, descobre-se que, ao contrário das “pessoas comuns”, a personagem rejuvenesce, surpreendentemente, com o passar dos anos. Durante décadas, Benjamin (Brad Pitt) vai conhecer prazeres e dissabores da vida.

A exploração desse conflito é, certamente, o grande trunfo do filme. Ele escancara a dificuldade que a maioria das pessoas têm em conviver com aquilo que desconhecem. Ao mesmo tempo, mostra as várias tentativas de Benjamin em se adaptar aos “padrões” convencionais. Mesmo na contramão do tempo, em determinado momento,  ele encontra a sua felicidade e aproveita-a a cada instante.

Não bastasse a mensagem, a película também vale pela referência aos fatos históricos, como as guerras mundias, e as belas atuações do elenco. Quando as luzes do cinema se acenderem, você certamente não será mais o mesmo. De que adianta a juventude se não podemos estar ao lado de quem amamos?

Por Piero Vergílio

Semana que vem no Advance Blog…

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Vamos falar sobre o tempo: conceito, gerenciamento e sua relação direta com experiência e produtividade. Trata-se de um bem valioso e efêmero. Trocando em miúdos: não desperdice seu tempo, pois não é possível recuperá-lo.

PS: Reservem um tempo para nos visitar na semana que vem! A partir de segunda-feira, aqui, no Advance Blog!

Uso responsável da internet no trabalho

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A questão é controversa. A rede mundial de computadores está no centro de uma grande discussão no ambiente laboral: ao mesmo tempo em que firma-se como importante ferramenta de trabalho ,uma vez que dinamiza a comunicação e é uma eficiente fonte de pesquisa, também é apontada como um dos fatores que atrapalham a produtividade, além da possibilidade de vazamento de dados sigilosos e outras questões de segurança.

De acordo com a pesquisa Web@Work 2008 América Latina, que mostra o hábito dos acessos à internet durante o expediente, aproximadamente 95% dos funcionários de companhias de grande porte passam parte de seu tempo navegando por motivos que em nada se relacionam às suas atividades profissionais.

Esta constatação é um reflexo direto da ausência de políticas claras em parte das empresas, que não se preocupam em estabelecer regras sobre o que pode e o que não pode ser acessado. Na outra ponta, existem aquelas que já incluem tais normas no contrato de trabalho, para que o empregado não alegue desconhecimento.  O fato é que o grau de liberdade concedido ao funcionário deve levar em consideração o segmento em que está inserida a organização e o cargo que ele ocupa.

Todavia, mesmo nas corporações em que a utilização da internet é primordial ou naquelas em que quase tudo é permitido, bom senso e autofiscalização são fundamentais. Procure abrir e-mail pessoal e sites de relacionamento no horário de almoço; páginas com conteúdo erótico não devem ser acessadas. Caso não haja um parâmetro definido, o funcionário deve tomar a iniciativa e questionar.

Vale lembrar que, a violação de princípios éticos e o medo do vazamento de informações confidenciais, levam uma parcela significativa de instituições a monitorar a utilização da web. Bloquear o acesso a determinados sites e conteúdos e “espionar” e-mails enviados ou recebidos é uma prática fundamentada na legislação. Para que esta ação não seja considerada invasão de privacidade, os empregados devem ser comunicados que se encontram sob vigilância. Como você leu aqui na terça-feira, certos abusos já podem levar à demissão por justa causa.

Por Piero Vergílio