Arquivo de abril de 2009

Amanhã é dia do trabalho…

quinta-feira, 30 de abril de 2009

E eu pergunto: em que patamar se encontra a situação profissional de vocês? Trabalhando? Se sim, estão satisfeitos? Ou ao contrário, o ambiente já não é mais agradável? Procurando emprego? Semana que vem falamos  sobre como se sobressair nesse mercado. ( Não se esqueça: dependendo do seu perfil,  a Advance pode ajudá-lo. Convido-o a ver quais as vagas disponíveis.)

Também na próxima semana temos a volta do “Afinando a língua” e um outro tema surpresa.

Por último, um pedido: quero conhecer mais sobre meus leitores: quem são, o que fazem, como conheceram o blog, se estão gostando deste espaço, enfim…  convido todos àqueles que desejarem  se manifestar a comentarem este post.

Grande abraço a todos e bom feriado!

Por Piero Vergílio

“Imaginem se esse País fosse sério”

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Quando eu trabalhava em Nova Iorque assisti a uma palestra de um diretor de um grande banco sobre as oportunidades de investimento no mundo contemporâneo. Ele falava das vantagens comparativas e competitivas de cada país, inclusive os emergentes.

Quando falou do Brasil mostrou os dados de nosso mercado interno, de nosso sistema bancário, de nosso potencial turístico, de nosso desenvolvimento em tecnologia de informação, de nossa riqueza natural, da ausência de terremotos, furacões, etc. e quando terminou, com todos os participantes boquiabertos com nossas vantagens comparativas, ele disse: “Imaginem se esse País fosse sério.” Isso foi em 1990.

Dezenove anos se passaram e a sensação é a mesma: jogamos fora as oportunidades de um crescimento sustentado, de uma redistribuição de renda mais justa e de acesso ao emprego, à educação e cultura às camadas mais pobres do nosso Brasil.

Talvez seja chegada a nossa hora de aprender.

Talvez seja chegada a nossa hora de aprender que vale a pena ser sério, honesto, cumprir contratos, respeitar prazos, educar pessoas, assumir compromissos, ser leal com a verdade e com a justiça.

A verdade é que todos nós, brasileiros, já estamos cansados de sofrer as conseqüências de nossa inconseqüência. Cansados de ver o País do futuro que nunca chega, da lei que não é cumprida, da autoridade que corrompe, da obra que não termina, da verba que some, da manchete que assusta. Penso, enfim, que estamos cansados de nossa esperteza que só perde, do “levar vantagem em tudo” e até de acreditar num Deus brasileiro.

Portanto é hora de mudar. É hora de assumir uma conduta de gente séria, honesta, cumpridora dos deveres, da palavra, dos contratos. É hora de nos indignarmos com a complacência do mal, com a permissão do erro, com o descumprimento da lei. E essa é uma tarefa de cada um de nós, brasileiros de verdade, em nossos lares, em nossas famílias, em nosso emprego. É hora de fazer bem feito, de ser honesto, de cumprir o que promete, de educar bem nossos filhos, de respeitar os colegas, de aumentar a qualidade de nossos produtos e serviços, de respeitar clientes, de fazer o certo e ter vontade de ser melhor.

É hora de voltar a ter orgulho de ser brasileiro e mostrar não só ao mundo mas a nós mesmos que este é sim, um País sério, com gente honesta, trabalhadora e honrada e que não aceita ser julgado pela exceção.

Por Luiz Marins

Três coisas sobre…

terça-feira, 28 de abril de 2009

O STRESS

1 - Uma certa dose de stress faz bem à saúde

Existem dois tipos de stress: o positivo, chamado de “eustresse”, e o negativo, o “distresse”. As reações fisiológicas, em ambos os casos, são semelhantes: mãos e pés tendem a ficar suados e frios, a pressão arterial sobe e os e o coração bate mais acelerado, concomitante ao aumento da tensão muscular. No nível emocional, por sua vez, as reações ao stress são bastante diferentes. O eustresse motiva e estimula a pessoa a enfrentar a situação. Ao contrário, o distresse acovarda, fazendo com que se intimide e fuja do problema.

2 - Para não comemorar

Pesquisa da International Stress Management Association (ISMA Brasil) revela que o trabalhador brasileiro como o segundo mais estressado do mundo, perdendo apenas para o japonês. De acordo com o estudo,  70% dos trabalhadores brasileiros vivem estressados e 30% são acometidos pela Síndrome de Burnout.

A esse respeito, o Jornal Hoje, do dia 20 de abril / 2009 exibiu uma matéria bastante esclarecedora. Para assisti-la, clique aqui.

3-  Associação e Dia de Conscientização

A International Stress Management Association (ISMA) surgiu nos Estados Unidos em 1973, com o objetivo de contribuir para a redução de doenças decorrentes do stress, colaborando para uma melhor qualidade de vida em todo o mundo. Atualmente, a ISMA  está presente em 12 países: Alemanha, Austrália, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong, Índia, Inglaterra, Japão, Rússia e, mais recentemente, no Brasil, onde promove, desde 2001, o Dia de Conscientização do Stress, no terceiro domingo de novembro. Com a apresentação de um projeto de lei na Câmara dos Deputados, em 2008, a data passa a ser celebrada nacionalmente.

Por enquanto é só… Lembrando a todos que amanhã é dia do consultor Luiz Marins,

Por Piero Vergílio

Você sabe o que é “burnout”?

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A palavra pode até soar desconhecida. Todavia, a Síndrome de “Bournout” - em português, algo como “combustão completa” - pode afetar qualquer pessoa independente da idade, sexo ou atividade profissional. A pesquisadora americana Maslach a definiu como uma doença profissional que, de acordo com uma estimativa da International Stress Management Association (ISMA Brasil), atinge 30% dos trabalhadores brasileiros.

Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, a psicológa do Centro Psicológico de Controle do Stress, Malu Rossi, explica que o burnout tem uma ação tríplice: exaustão emocional (o indivíduo se sente sem energia e se torna pessimista), despersonalização (perde a capacidade de empatia, passando a apresentar características como cinismo e impaciência) e falta de realização pessoal (baixa autoestima e frustração).

A pessoa se sente, literalmente, sem saída e passa a ter problemas emocionais e de relacionamento: estafa e esgotamento estão entre os sintomas característicos da síndrome, que acomete principalmente os profissionais das áreas de saúde, segurança e educação. O trabalhador com burnout alterna momentos de agressividade e depressão, se irrita com facilidade, só reclama da vida, não se envolve com os projetos da empresa, vive exausto e está sempre prestes a desmoronar.

Tratar as consequências da estafa profissional é imprescindível, todavia, uma vez identificada a causa do estresse, os especialistas aconselham o paciente a se afastar da raiz do problema e mudar de vida. Eles sugerem, por exemplo, a realização de uma atividade voluntária  e a prática de atividades físicas, além, é claro, de adotar uma alimentação saudável.

Por Piero Vergílio

Amanhã tem novidade aqui no Advance Blog! Não perca!

O fim de semana está chegando…

sexta-feira, 24 de abril de 2009

… É hora de fazer exercícios físicos regulares, que ajudam a extravasar a tensão e liberam doses de endorfina no organismo. Para aqueles que desejam relaxar, a prática de meditação, yoga ou tai chi chuan também são boas alternativas. Há ainda aqueles que aproveitam o tempo livre de maneiras bastante inusitadas: cantam, voam, correm, colecionam, cozinham…

Seja qual for o seu hobby - se você ainda não tem um, reflita sobre atividades  que lhe proporcionem prazer, sem retorno financeiro - o importante é que você reserve um tempo para o lazer. Momentos de  descontração com a família e os amigos  são importantes para que consigamos nos livrar das tensões e problemas nossos de cada dia.

A prática de um hobby permite que o executivo,  não raras vezes frustrado e insatisfeito com o seu trabalho, canalize suas emoções de forma  positiva e tenha contato com pessoas cujos interesses são semelhantes, ampliando sua network.  Com relação às técnicas de relaxamento, é importante ressaltar que elas também fortalecem o sistema imunológico.

O resumo da ópera: invista na sua qualidade de vida. Primeiro, porque vai fazer bem a você mesmo e depois, para que você não seja mais um executivo estressado. Aliás, uma pesquisa revelou que os brasileiros são os vice-campeões do estresse no trabalho. Mas, eu quero muito que o nobre leitor tente se desligar das questões profissionais - na medida do possível, é claro - e aproveite bem o fim de semana para revigorar suas energias.

Então vamos combinar uma coisa? Falamos mais dessa pesquisa na semana que vem. Carpe diem!

Por Piero Vergílio

O “stress”

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Nunca se falou tanto em “stress”. O mundo de hoje é realmente estressante. A competição feroz entre as empresas, a globalização, os programas de qualidade, produtividade, benchmarking, downsizing, resiliência e tantos outros deixam-nos, como nunca, realmente estressados.

O que fazer? Como combater o “stress”? Muitas são as receitas e comentários a respeito. Na verdade, não acredito que o “stress” seja uma conseqüência direta para quem trabalha muito. Trabalhar bastante, muitas horas por dia, não leva ao isoladamente ao “stress”.

O que produz o “stress”  é trabalhar sem perspectiva de desenvolvimento, de crescimento. É sentir-se não-crescendo, não-se desenvolvendo; patinando no mesmo lugar. É trabalhar sem autonomia, sem poder dar vazão à criatividade, sem poder testar idéias novas, sem participar dos planos e projetos da empresa. É possível e até saudável trabalhar bastante quando se sente crescendo a cada dia, aprendendo a cada dia mais, produzindo mais, criando mais, participando mais.  O que “mata” é a tensão e a ansiedade criadas pelo fato de nos sentirmos numa “rotina mortal”  sem perspectiva de futuro.

E a empresa que quiser ter funcionários, chefes, dirigentes sem “stress”  devem preocupar-se em oferecer o melhor ambiente (global) de trabalho, onde as pessoas todas sintam-se em constante desenvolvimento pessoal e profissional. Este é o desafio da empresa moderna. E para que isso ocorra é preciso dar autonomia e iniciativa. É preciso dar “empowerment”  aos níveis mais baixos. É preciso fazer com que todos “sintam-se” participantes do desenvolvimento da empresa.

Nesta semana, pense em formas de diminuir o “stress”  em você e em sua empresa. Faça cursos, participe de palestras, sinta-se crescendo e se desenvolvendo. Participe mais da sua empresa. Faça com que todos participem.

Pense nisso.

Por Luiz Marins

Tem um tempo aí?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A maioria das pessoas certamente responderá a esta pergunta  - formulada intencionalmente numa manhã de segunda-feira - com um “não”. De fato, este é mesmo um problema  que acomete a sociedade moderna: as 24 horas que compõem um dia parecem ser insuficientes para cumprir os compromissos integralmente. Mas será que realmente há uma sobrecarga de atividades ou o tempo está sendo mal aproveitado? São poucos os que mantém o hábito de planejar o seu dia.

Há ainda um outro fator tornou-se determinante para este panorama: o desperdício. Prova disso é o resultado de uma pesquisa realizada pela Microsoft segundo o qual muita gente perde tempo com atividades inúteis. E mais: os brasileiros são os mais afetados pelos vilões da produtividade. De acordo com a pesquisa, de cada dez horas em que trabalhamos, quatro são improdutivas.

A  falta de tempo, inclusive, já é considerada por alguns sinônimo de status: pessoas extremamente ocupadas são, supostamente, mais valorizadas.  Já disse aqui, num outro post, que tempo é um bem escasso, impossível de ser recuperado. Por esta razão, a gestão do tempo está diretamente relacionada com qualidade de vida, uma vez que a ausência de planejamento obriga as pessoas a priorizarem seus compromissos profissionais, em detrimento às atividades familiares e de lazer. Deixar as refeições em segundo plano também é um hábito bastante comum.

Ainda nesta semana, vamos discutir as origens do problema: uma das principais é, sem dúvida, a velha mania de deixar tudo para depois, próximos do prazo final. Apenas para efeito de ilustração,  até o meio-dia da última sexta-feira (17), a Receita Federal havia recebido pouco mais de 10,8 milhões de declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2009. O número corresponde a 43,25% dos documentos esperados pelo órgão este ano (25 milhões). A dez dias do término do prazo, cerca de 50% dos contribuintes ainda não acertaram as contas com o leão.

Além deste hábito, muitos outros fatores são decisivos para a má gestão do tempo. Falaremos sobre eles em breve, aqui, no Advance Blog!

Boa Segunda!

Por Piero Vergílio

Convivendo com a diferença

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Conviver e aceitar aquilo que nos é estranho, não nos é familiar. Nem sempre esta é uma tarefa fácil, pois o ser humano tende a sentir-se mais confortável quando está perto dos seus semelhantes. Todavia, seja no trabalho, na escola ou em qualquer outro ambiente coletivo, acabamos nos deparando com pessoas que quebram essa estabilidade.

É a tal da diversidade. Graças a Deus as pessoas pensam e agem diferente: cada um tem sua história de vida, suas ideias e opiniões. Os paradigmas sob os quais alicerçamos nossos conceitos também variam de acordo com as experiências vividas. O fato é que, em muitos momentos, as pessoas esquecem de levar isso em consideração e esperam enxergar no outro um reflexo teu: é intrínseco do ser humano querer moldar o outro.

A grande verdade é que a diferença incomoda. Não gostamos de ser questionados, desafiados. Tudo aquilo que foge dos padrões em que vivemos nos assusta. Mas esperem aí: quem estabeleceu esses padrões? Por que o nosso jeito de viver é o melhor, o único, o correto? Recordando o ditado popular, ”o que seria do azul, se todos gostassem do amarelo?”

No ambiente de trabalho, é preciso, sobretudo, sensatez. Há pessoas mais rápidas, mas também há aquelas que preferem a cautela. Há os tímidos… e os extrovertidos. O nosso colaborador, Professor Marins, cita o trânsito como um outro exemplo. “Quando estamos dirigindo, todos os motoristas que estão dirigindo mais devagar à nossa frente são uns ‘molengas, tartarugas.’ e todos os que nos ultrapassam são uns ‘loucos, irresponsáveis’…”. E ele está certo, não?

Ao invés de criticar, procure aprender com a diversidade. Quando pessoas com ideias diferentes se unem em prol de uma causa, o resultado é mais plural. Isso só agrega valor ao produto. Além do mais, a convivência e a troca de experiências possibilitam explorar uma série de novas possibilidades. Faça a sua parte: respeite o outro, como ele é!

Boa quinta-feira para todos!

Por Piero Vergílio

O Direito de Não Ser o Primeiro

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Muitas pessoas me perguntam se para ser feliz e considerar-se “sucesso” é preciso estar sempre no topo, ser o primeiro ou a primeira em tudo o que puder.
Conheço pessoas que simplesmente não querem ser “as primeiras”. Conheço gente que não quer ser “o chefe”, “o presidente”. Conheço pessoas que sentem-se genuinamente mais felizes sendo “segundas ou terceiras”.
Já me perguntei se essas pessoas dizem não querer estar no topo por medo ou como uma forma de racionalização - já que não consigo ser a primeira, faço o “jogo do contente” e finjo me contentar sendo segunda, terceira, quarta, etc.  Mas vejo que há pessoas que sinceramente optam, conscientemente, em não estar no topo.

E essas pessoas me parecem felizes! Elas consideram que o estresse e a responsabilidade que ser a primeira no mundo dos negócios causa,  simplesmente, não compensa.
Desde os filósofos pré-socráticos o homem se pergunta o que é “ser feliz”. Conceitos como “qualidade de vida”, “felicidade” são auto-conceitos. O que eu considero como “excelente qualidade de vida” para mim, poderá ser muito chato para você. Assim, ainda mais neste século XXI cada um tem o direito de escolher para onde ir e como ir. Não podemos aceitar receitas prontas e compulsórias de sucesso ou felicidade.

Sucesso, dizem empreendedores e empresários, é um “fluxo de caixa positivo”. Isso é verdade para quase todas as pessoas, por mais simples e pobres que sejam. Mas até aqui temos variâncias de tamanho e conteúdo.
Temos que conhecer e reconhecer os trade-offs da vida. Empresários financeiramente bem sucedidos nem sempre tiveram muito tempo para suas famílias. Já um funcionário de média chefia, pode ter um salário “confortável” e ter um tempo livre invejado por grandes empreendedores. Um empresário me disse que seus funcionários tiravam férias que ele nunca tirou. Viajavam para lugares que ele nunca teve tempo para visitar. Quem é o “primeiro” me perguntava esse empresário?

Conheço pessoas que não aceitaram ser promovidas. Conheço pessoas que não aceitaram ofertas tentadoras para se mudar para o exterior em condições de salário e posição muito mais vantajosas do que as que tinham no seu país. Elas sempre me perguntam se a opção que fizeram foi certa ou errada.
A minha resposta é sempre a de que essa é uma opção “pessoal e intransferível”. Somente a própria pessoa pode saber o que realmente quer e decidir de acordo com o que deseja.

Mas o importante é que ela também deve assumir as conseqüências de suas decisões. Assim, quando alguém não aceita uma promoção tem que lembrar que alguém será promovido em seu lugar.  Deve também lembrar que a empresa pode perder a confiança de investir em alguém que não quer “subir” e que sua atitude pode ser vista como uma falta de comprometimento com as necessidades da empresa.

Assim, existe o direito, mas é preciso saber que existem também consequências. Você tem o direito de querer ficar mais tempo com sua família, com seus amigos.  A empresa, por sua vez, exige a cada dia mais dedicação por causa da competição do mercado. Achar o equilíbrio não é fácil.  Este é o desafio.  E a decisão é só sua! Mas, lembre-se: você tem o direito de não ser o “primeiro”.

Por Luiz Marins

Feliz Páscoa!

domingo, 12 de abril de 2009

Os diretores da Advance, Richard Flink e Elizabeth Vergílio, e o jornalista responsável pelo blog, Piero Vergílio, desejam a todos os amigos, clientes, parceiros e leitores uma feliz páscoa e reforçam o convite para que continuem prestigiando nossos produtos e serviços. A ideia é investir cada vez mais em qualidade, sempre atentos à dinâmica do mercado. Por isso, a participação de todos é fundamental!

Contamos com vocês! Obrigado E BOM DOMINGO!