Arquivo de outubro de 2009

Boas novas: Advance no Twitter. Aprenda a utilizá-lo

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Olá amigos do Blog, tudo bem? Já se passou algum tempo desde que falamos aqui pela primeira vez do Twitter, microblog que se tornou febre entre os usuários domésticos e ganha cada vez mais espaço entre as empresas. De olho nesse público, o site lançou um guia para ensinar as corporações a aproveitarem melhor as suas funcionalidades. De forma bem didática, este “manual” é dividido em dicas que explicam os termos básicos, apresentam as melhores práticas e mostram estudos de casos bem-sucedidos.

Embora o orkut ainda esteja no topo do ranking, o orkut é hoje a segunda ferramenta mais utilizada para o compartilhamento de impressões sobre marcas e serviços na rede. Para acompanhar esta nova tendência e, acima de tudo, estar mais perto de seus amigos, clientes e colaboradores, a Advance criou seu perfil oficial no microblog, que será atualizado exclusivamente pelos seus diretores, Richard Flink e Elizabeth Vergílio.

Lá você poderá saber mais sobre os textos aqui postados, as vagas e cursos disponíveis e descobrir em primeira mão todas as novidades desta empresa que está há mais de uma década no mercado, cuja missão é atender a todos os nossos clientes, prestando-lhes um serviço com qualidade. E qualidade, para a Advance, significa ir além das expectativas, SEMPRE.

Por isso, nas próximas linhas, segue um tutorial rápido do Twitter:

1 - Acesse www.twitter.com e clique em “Join!” para criar sua conta.

2 - Preencha os dados e escolha seu nome de usuário e senha.

3 - Para seguir alguém (visualizar suas atualizações e updates na sua home page), acesse o endereço desejado e clique no botão “follow”. Em alguns casos, a aceitação é automática, em outros, é preciso esperar uma liberação do dono do perfil.

TWITTER DA ADVANCE: www.twitter.com/advanceblog

4 - Para trocar informações e interagir com outros usuários, basta colocar o sinal de “@” antes do nome do usuário, em qualquer lugar de sua mensagem. Por exemplo: “O perfil do @advanceblog traz informações bastante relevantes”. ATENÇÃO: Toda vez que você usar o “@” a sua mensagem poderá ser vista pelos usuários mencionados.

5 - A característica primordial do twitter é a limitação de 140 caracteres por mensagens. Por esta razão, alguns optam por usar a ferramenta para divulgar links de seus blogs e sites. Para economizar caracteres, alguns programas reduzem o tamanho dos links. Um deles é o tinyurl.com , que transforma, por exemplo, o link

http://www.advanceassessoria.com.br/WordPress/wordpress/ (56 caracteres)

em

http://tinyurl.com/ygcotpp (26 caracteres)

Bom, esse jornalista espera ter ajudado. Até semana que vem!

Por Piero Vergílio

Torcendo pelo jacaré

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Pode parecer mentira, mas existem pessoas nas empresas que  no filme do Tarzã, torcem pelo Jacaré! Querem sempre ver o pior acontecer! Sentem um prazer indisfarçável quando as vendas caem, quando aparecem clientes insatisfeitos, quando produtos saem com defeito de fabricação, quando a concorrência lança algum produto inédito e assim por diante.
Quando as vendas caem, o pessoal da área administrativa, do “back-office”  logo diz:
“- E agora? Vamos ver os ‘bons’ do marketing e vendas o que vão dizer…”
Quando produtos saem com defeito, o pessoal de vendas diz:
“- Ué! Eles não são todos engenheiros, ‘doutores’ e os que sabem tudo?  Agora quero ver o que vão dizer…”
Quando a concorrência lança um produto inédito e nos pega de surpresa, quase todos dizem:
“- Queria ver a cara do presidente e dos diretores quando souberam…
Bem feito! Pensam que estamos sozinhos no mercado! Agora sim, a  guerra vai ser prá valer…”
E tudo isso com um tom de sarcasmo e sempre seguido de um:
“- Eu bem que avisei…”
Esse pessoal da área administrativa precisa compreender que ou todos somos vendedores numa empresa ou não haverá emprego para ninguém. Outro dia eu estava num bar e vi um funcionário de uma fábrica de cerveja bebendo produto do concorrente. Perguntei a ele:
“- Você não é da empresa tal?
Ele respondeu:
“- Sou, sim;
E eu disse:
“- E você está tomando uma cerveja do concorrente?
Ele respondeu:
“- Sou de ‘contas a pagar’….
Como ele não é da área de “vendas” ou de “marketing” nada tem a ver com a marca, com o produto de sua empresa!
Parece mentira, mas essas pessoas realmente torcem para o Jacaré! O barco está afundando e elas estão felizes(sic) porque “alguém” será responsabilizado e todos nos “vingaremos”…. mortos,  é claro, pois estamos todos no mesmo barco! E elas não se apercebem disso. Continuam torcendo pelo Jacaré! E quando o Tarzã (a empresa) acaba vencendo os jacarés (concorrência, etc.) , elas ficam frustradas e dizem: “- Desta vez ‘eles’ conseguiram. Mas, da próxima…”.
Pense nisso:
Você é dos que torce pelo Jacaré? Você tem em sua equipe ou empresa gente que torce pelo o Jacaré? Se tiver, livre-se dessa gente, pois não dá para  trabalhar com quem, no filme do Tarzã torce pelo Jacaré!

Por Luiz Marins

Conversando sobre aumento de salário com o patrão. O que fazer?

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Uma pesquisa feita no primeiro semestre deste ano com cerca de 16 mil trabalhadores de todo o Brasil, mostrou que 72% tiveram aumento salarial neste período, mas desses, menos de 10% foram até ao chefe para pedir.

Para a maioria, ou a empresa concedeu o aumento espontaneamente (38,7%) ou houve um acordo sindical (33%). E as razões foram: aumento geral para os funcionários (34%), seguido de premiação por bom trabalho (32,2%).

No entanto, algumas vezes, para conseguir um reajuste no sálario, é preciso que o empregado tome iniciativa. Nesta conversa, ao invés de enumerar seus problemas pessoas, você deve convencer seu patrão que merece o aumento, apresentando exemplos práticos de como você agregou valor à empresa.

Outras atitude suicida é lembrar que você sempre chega no horário e executa tudo que lhe é designado dentro do prazo. Afinal, obedecer à regras e ordens é sua OBRIGAÇÃO, ou seja, o mínimo que a empresa espera de um bom colaborador.

Também não caia na armadilha de fazer comparações, colocando-se no papel de vítima. “Meu colega conseguiu isso e eu não” parece coisa de criança mimada e birrenta. Uma última dica é NUNCA, JAMAIS, EM HIPÓTESE ALGUMA, “idealizar” uma proposta melhor - que só existe na sua cabeça - e apresentá-la ao patrão. Vai que ele acredite e te libere para seguir seu caminho…

Bom fim de semana!

Por Piero Vergílio

Festina Lente - Apressa-te Devagar

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Octavius Augustus (Caivs Jvlivs Caesar Octavivs Avgvstvs), Imperador Romano - 27 a.C. a 14 d.C. é considerado pela Dicta Sapientia Latina o autor desta frase atribuída a muitos - Festina Lente - “Apressa-te Devagar”.
Esta sabedoria milenar deve nos levar a uma reflexão profunda nos dias de hoje. Tanta correria. Globalização. Rapidez. Velocidade….
Sem dúvida a disponibilidade e velocidade da informação global nos dá uma sensação irresistível de “pressa”. Porém, temos que ter a sabedoria para distinguir “velocidade” de “pressa”. Não há dúvida que, hoje, os velozes vencerão os lentos. Mas “velocidade” não é “pressa”. Ser “veloz” é saber adequar a velocidade às condições da estrada (no caso de um automóvel, por exemplo) ou do tempo (no caso de um avião) ou do mar (no caso de um barco ou navio). Ter “pressa” sem atentar para as condições de segurança é buscar um acidente que poderá ser fatal. E a maioria dos acidentes por falha humana ocorre justamente pela imprudência da “pressa”.
Assim é na vida pessoal e profissional de cada um de nós. Assim é na vida empresarial e na própria empresa como organização. Temos que ser velozes, ágeis, rápidos no decidir e no agir. Mas, sem “pressa”. A pressa é inimiga da perfeição - a velocidade, não.
É preciso saber dar tempo ao tempo para que as coisas realmente amadureçam e aconteçam. É preciso compreender que a aprendizagem de novos conceitos, atitudes e comportamentos leva algum tempo. É preciso compreender que para que nossa empresa e nossos produtos sejam realmente conhecidos e absorvidos pelo mercado, leva algum tempo - às vezes, alguns anos. E não há como “atropelar” o tempo. E como dizia Alexis Carrel, “ninguém ultrapassa impunemente os limites da natureza”. Os que querem atropelar o tempo pagarão por essa imprudência.
Nos estudos que temos feito, constatamos que uma empresa, hoje, leva, no mínimo cinco anos para ser realmente “reconhecida” pelo mercado e começar a dar resultados positivos. Isso se ela se mantiver no seu foco e fizer tudo muito bem feito.
Vejo empresários que ficam ansiosos querendo resultados imediatos. Querem que o mercado prestigie sua marca, sua empresa. Isso não acontecerá a não ser depois de algum tempo. A maioria dos empresários e empreendedores não agüentam esperar esse tempo. Fecham antes. Têm pressa e mudam de ramo, setor. Mudam sua filosofia, sua postura frente ao mercado. Quando isso ocorre, o mercado simplesmente ignora suas empresas, não as reconhece. É preciso dar tempo ao tempo. É preciso ser veloz, mas sem pressa.
Repito que não há dúvida que, hoje, os velozes vencerão os lentos. Temos que ter agilidade e velocidade em tudo o que fizermos. Mas lembre-se que alguns dos maiores problemas que temos podem ter como causa a pressa. A pressa é inimiga da perfeição. Comer com pressa faz mal à saúde. Uma fruta com seu amadurecimento “acelerado e apressado” pelas modernas técnicas agrícolas não tem o mesmo gosto gostoso que só o crescimento natural pode proporcionar. E assim é a vida.
Será que temos a sabedoria para distinguir velocidade de “pressa”? Planejamos nossa vida e nossas atividades para sermos velozes e não precisarmos ter “pressa”? E em nossa empresa? Sabemos e vivemos essa distinção? Ou fazemos tudo “apressadamente” com as conseqüências que já conhecemos?
Para vencer nos dias de hoje a receita é: Apressa-te devagar!

Por Luiz Marins

Cresce nível de emprego nas indústrias da região

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Acompanhando a tendência nacional, o resultado da pesquisa do Nível de Emprego Regional Industrial (Neri), realizada pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), foi positivo na região de Sorocaba, composta por 47 municípios. A variação ficou em 0,38%, o que significa um acréscimo de aproximadamente 350 postos de trabalho em setembro.

Os setores de Veículos Automotores e Autopeças (1,06%) e Produtos Alimentícios (0,80%) foram os que mais apresentaram aumento no índice total na região. O nível de emprego industrial  só não foi mais satisfatório devido às variações negativas dos setores de Metalurgia (-0,70%) e Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios (-0,67%).

O acumulado no ano apresentou resultado negativo de -6,92%, que representa uma diminuição de aproximadamente 6.600 postos de trabalho nas indústrias que participaram da pesquisa. Nos últimos 12 meses, a redução foi de -10,94%, o que equivale a aproximadamente menos 10.850 trabalhadores na região de Sorocaba.

Os dados obtidos em 12 meses indicam comportamento positivo em três regiões: Matão (5,22%); Presidente Prudente (2,95%) e Rio Claro (0,52%). Em São Paulo capital, a variação foi negativa em 7,06%. Já a Grande São Paulo teve retração de 7,57% e o interior do Estado variou -8,50%. Para o estado de São Paulo, a redução foi de 8,19%.

Faça um “Projeto Corvo” em sua empresa

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Fui chamado numa empresa. Conversando com a diretoria e com os funcionários, logo vi que no meio deles existia um grande número de pessoas que tinham uma visão extremamente negativa da empresa, do mercado, das pessoas, dos concorrentes, dos fornecedores, etc. e que tudo faziam para que nada fosse feito de inovador, de criativo, de novo.
Várias idéias inovadoras e projetos inéditos e arrojados foram apresentados e boa parte dos funcionários e gerentes diziam:
- “Aqui isso não dá certo!”
- “O senhor não conhece esta empresa…”
- “Nossos clientes não aceitam isso…”
- “Nesta cidade nada vai prá frente…”
- “Não adianta tentar mudar…”
Logo percebi que a empresa estava cheia de “corvos”.
Pedi uma reunião separada com a diretoria e propus fazermos um “Projeto Corvo” que em última análise era dispensar (mandar embora) todos os “corvos” da empresa. Fizemos o tal “Projeto Corvo” e mandamos para a rua mais de 15 funcionários entre engenheiros, administrativos e pessoal de vendas - todos “corvos”.
Seis meses depois voltei à empresa. Era outro o clima. O astral era positivo. As inovações haviam sido postas em prática - e estavam dando certo!  A diretoria e os próprios funcionários remanescentes estavam surpresos ao ver como tudo ficou muito mais fácil sem os “corvos” que puxavam a empresa para baixo e para trás. As coisas começaram a fluir. A comunicação melhorou entre todos os níveis. As pessoas estavam todas mais felizes no trabalho. As vendas cresceram!
Às vezes nos iludimos com “excelentes técnicos” - pessoas que entendem muito do produto que fabricamos ou da área em que trabalham. Meu conselho, mesmo com relação a esses “excelentes técnicos” é o de livrar-se deles. Você não imagina como será diferente e melhor a sua empresa, o seu departamento, a sua diretoria, sem aquele “corvo, urubu, abutre” dizendo a todo o momento que as coisas não vão dar certo, que já viu esse filme antes, que é bobagem tentar, etc, etc.
“Corvo” é aquele que não acredita. Que não quer tentar nada novo. Que vive no “quanto pior, melhor”. Que tem uma visão extremamente negativa do mercado, dos clientes, dos fornecedores, da cidade, do país.
Essas pessoas são mentalmente insanas. São as chamadas “fronteiriças”. Como estão fora de um hospital menta a gente não pode colocá-las lá  dentro. Mas se estivessem lá dentro não teriam alta para sair…
Meu conselho, na verdade, é o seguinte:
Se você tem “corvos” na sua empresa, sejam eles quem forem, mande-os embora. Faça uma carta de recomendação ao seu maior concorrente e mande-os para a concorrência. Não dá para viver e trabalhar hoje com gente puxando você para baixo e para trás. A energia que essas pessoas “sugam” dos outros e da própria empresa, faz falta no mercado, na inovação, na criatividade, no desenvolvimento de novos produtos e serviços.
Vemos essa realidade em muitas empresas, organizações, associações. Pessoas com as quais não temos prazer em conviver. Pessoas que “espantam” nossos clientes e nossos melhores funcionários, os mais motivados e com uma visão positiva do mundo e das coisas.
É preciso que não nos esqueçamos que neste século XXI vencerá a empresa com a qual o cliente sinta “prazer” em relacionar-se. A empresa tem que ser “leve, alegre, gentil, pronta, comprometida com o sucesso do cliente”. Corvos não conseguem ter esse comportamento. Corvos atrapalham, impedem, ofendem.  Conheço empresários, diretores, gerentes, que quando se levantam pela manhã não sentem o menor desejo de ir para a sua empresa só porque se lembram desses “corvos”, da cara deles, do jeito deles, da ironia deles, da negatividade deles.
Livrar-se dos “corvos” é uma tarefa essencial para o sucesso pessoal e empresarial. Livrar-se dos “corvos” é fundamental para uma empresa vencer os desafios da qualidade, da competitividade, da inovação e da criatividade necessários para este novo século.
Livre-se dos “corvos”!
Pense nisso. Faça um “Projeto Corvo” na sua empresa. Sucesso!

Por Luiz Marins

Seus dados a um click

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Sabe as nossas promessas de começo de ano? Por quanto tempo somos fiéis a elas? Com quantos internautas se faz uma celebridade? Como descobrir a nova grande estrela do rock? Do que as pessoas têm mais medo? Em “Click - O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante”, Bill Tancer, um especialista na análise de dados do mundo virtual, revela as respostas a essas e outras perguntas que ilustram o comportamento contemporâneo.

Espaço virtual no qual se espelha a sociedade atual, as ferramentas de busca arquivam nossas pegadas - nossos cliques diários - e o modo como estabelecemos nossas escolhas políticas, profissionais e afetivas. O autor usa exemplos tirados do cotidiano para explicar como os internautas se comportam e, com isso, oferece uma imagem viva dos interesses das sociedades modernas.

Tome-se o caso do Big brother. Quem ganha a competição é o concorrente mais querido pelo público (que vota no vencedor). É possível antecipar a votação acompanhando o interesse das pessoas por candidato. Tancer fez isso em 2006 - e errou. Ele contou o número de buscas pelos três finalistas do BB americano e concluiu que a mais acessada na rede iria vencer. Intrigado com seu erro, voltou aos dados e percebeu que a candidata mais popular na internet era acessada majoritariamente por homens jovens. E, do site de buscas, eles escolhiam os links que mostravam fotos sensuais da candidata. Portanto, não estavam interessados em sua vitória, apenas em suas curvas. A partir desse episódio, Tancer aprendeu a refinar suas pesquisas.

O livro parte do pressuposto que falar não é o mesmo que agir. Se num universo de pesquisas que leva em conta a opinião expressa dos usuários (aquelas em que um entrevistador faz perguntas de um questionário), a verdade pode ficar disfarçada, é no grande volume de pesquisas em ferramentas de busca que estão inscritas as grandes tendências.

Em linguagem acessível e com bom humor, a obra é dividida em duas partes em que o leitor pode acompanhar o desenvolvimento do método de obter informações dos públicos de interesse e o modo como essas são interpretadas.

Sim, afinal de contas, a facilidade da obtenção de informações não elimina a necessidade de uma interpretação. E é nessa fase que toda a inteligência e experiência de Tancer contribui para que se possa compreender os fenômenos que interessam aos usuários. Executivo da Hitwise, instituto de pesquisas a partir de bases de dados virtuais, Tancer analisa informações que apontam para o rompimento de estereótipos sobre os padrões de consumo e de características atribuídas a determinados grupos sociais.

Numa sociedade em que a presença da internet é massiva e vem mudando padrões de comportamento de maneira crescente, Click é uma obra útil e inovadora para quem já compreendeu que a vida é também on-line.

Ficha técnica:

Título: Click - o que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante

Autor: Bill Tancer

Gênero: Tecnologia/comportamento

Páginas: 272

Preço: R$ 36,00

Qual a resposta certa? (Parte 2)

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Há alguns dias, o Advance Blog iniciou a publicação de uma série de orientações para auxiliar os candidatos em busca de um emprego. Como se sabe, as entrevistas vem adquirindo uma função cada vez mais importante nos processos de seleção. Mais do que identificar competências e habilidades dos pretendentes a uma vaga, elas se tornaram um instrumento de avaliação mais amplo, em que o candidato é analisado desde o primeiro contato. Continuemos então com as nossas dicas:

5) DO QUE VOCÊ SE ARREPENDE EM SUA CARREIRA?

Não caia na tentação de se fazer de vítima e eximir-se da responsabilidade; seja sincero e assuma seu erro, mas  não  deixe de dizer o que você faria diferente se tivesse uma nova oportunidade  e, principalmente, o que aprendeu com a situação. O headhunter quer testar a sua sua reação em situações adversas.

6) POR QUE MOTIVO VOCÊ SE DESLIGOU DO SEU EMPREGO ANTERIOR?

A alegação de que puxaram seu tapete ou que o lugar não era o ideal para se trabalhar surte um efeito desastroso. O motivo é simples: nenhuma empresa quer ser a próxima a ser criticada.

7)  CONTE UM POUCO SOBRE VOCÊ EM AÇÃO

Procure provar ao recrutador que você dá conta do recado. Relate os principais desafios que você já enfrentou e faça uma comparação com as suas expectativas iniciais, mostrando como os obstáculos foram superados. Deixe claro que você está preparado para novos desafios. E lembre-se: a palavra pouco está sendo usada no sentido denotativo. Seja conciso e utilize, no máximo, três minutos.

Por Piero Vergílio

Hoje, melhor que ontem

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Pode parecer exagero, mas o trinômio do sucesso para a empresa de hoje é “TREINAR, TREINAR, TREINAR”. A verdade é que o homem precisa sentir-se em constante desenvolvimento. Para estar “motivado” o ser humano precisa sentir-se “aprendendo” , “crescendo” ou seja hoje melhor que ontem e amanhã melhor que hoje! Se o nosso objetivo é ter empregados motivados, que dão tudo o que há de melhor em si para a empresa, então não nos resta outro caminho ao não ser TREINAR, TREINAR, TREINAR.

Numa pesquisa que fizemos com funcionários de 45 empresas de médio e grande portes, o ítem considerado de maior fator motivacional para o funcionário foi “Treinamentos Constantes”. Os empregados (de todos os níveis) disseram em entrevistas que os treinamentos constantes demonstram o interesse da empresa em sua “empregabilidade”, seu crescimento pessoal, os faz melhores funcionários e melhores seres humanos, aumentam seu comprometimento e auto-estima.

E treinar, não significa somente participar de cursos formais promovidos pela empresa. Às vezes palestras, seminários, reuniões promovidos pela comunidade ou agências especiais fazem pelo funcionário mais do que um treinamento formal dentro de sua área específica de trabalho. Quantas palestras, seminários, pequenos cursos, são desenvolvidos em sua cidade e que poderiam ter a participação de seus funcionários? Incentive essa participação.
Treinar também significa sair junto com o subordinado, conversar com ele sobre o seu desempenho, incentivá-lo, desafiá-lo como fazem os técnicos de um time de futebol, o que se chama hoje de “coaching”.

Pense em Treinamento. Peça a cada funcionário que faça, ele próprio, uma análise de seu auto-desenvolvimento e proponha a você em quais áreas ele gostaria de se aperfeiçoar. Ninguém melhor do que a própria pessoa para saber quais as suas reais necessidades. Em seguida, ajude-o na escolha de cursos, seminários, simpósios, etc, fazendo um verdadeiro “Plano Anual de Aperfeiçoamento” para cada um, levando sempre em consideração os interesses da sua empresa naquele funcionário, na área em que você também quer que ele cresça e se desenvolva.

Somente sentindo-se crescendo a cada dia, teremos funcionários ativos, motivados e felizes. E sem eles, não há empresa que vença os desafios da modernidade.

Pense nisso. Boa Semana. Sucesso!

Por Luiz Marins