Arquivo de novembro de 2009

Tips on Executive Job Search

domingo, 29 de novembro de 2009

Must-know Tips on Executive Job Search

It is normal for every person to strive for career advancement and growth. It makes them feel that all of their hard work has paid off and that a promotion is, indeed, the best reward they can get.

However, for some whose luck seems to be so illusive, they have to find their own growth somewhere else. That is why most of them opted for executive job searches, where they hope that someday they would be lucky enough to find the executive job that they have long been dreaming for.

But is it really just luck? Or are there some factors that need to be considered when searching for that executive job of their dreams?

Landing a good executive job is not dependent on luck.  For people who wish to learn some tips regarding executive job searches, here are some pointers on how to get that dream job:

1. Killer looks

The saying, “Looks could kill” is not an understatement. Though the word kill is only used literally and the word look is sometimes associated with stares. But what is being pointed out here is that looks can definitely kill a person’s chances on landing his or her executive job if the applicant had missed one great factor: appearance.

As the saying goes, first impressions last, so it would be better to make that first impression by looking just right for the job.  After all, if a person wants to have an executive job, then, he should dress appropriately for the position. In this way, the executive job he had been searching for might just become a reality.

2. Show some mastery

For an executive position, most employers would want to hire those who are already an expert in their own field. This means that the applicants should be adept in the areas concerning their chosen careers. This will show that the applicant has already started a coherent career track and is already knowledgeable in the field.

It will do no good to an applicant who claims to be a “jack of all trades but a master of none.” Six out of 10 applicants are hired because of their expertise on a certain field. This only means that employers are more concerned with people who have already mastered their career and have established continuous career growth.

Finding an available executive job could be one thing but actually getting that dream executive job is another thing.  Looking and acting the part is a must to landing that dream job!

Com que roupa eu vou?

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Olá meus caros, tudo bem? Nesta tarde, o “Jornal Hoje” da Rede Globo exibiu uma reportagem na qual questionava até que ponto o uso de roupas e acessórios “estilosos” atrapalham no ambiente de trabalho. Será que tanta “personalidade” combina com ambientes mais formais, como o Senado Federal, por exemplo? A matéria encontrou funcionárias que usam piercing no nariz, alargador nas orelhas e têm tatuagens.

Mas não é assim que funciona em toda empresa pública. O metrô de Brasília, por exemplo, tentou impor regras sobre a aparência dos funcionários. Uma norma baixada esta semana chegou a proibir piercings e acessórios, bijuterias extravagantes. Tinta no cabelo, de tom natural. E homens, só de cabelo curto. A repercussão foi tão grande que a direção do metrô voltou atrás.

A grande questão que fica é o que vale mais: a aparência ou o histórico de serviços dos funcionários. Alguns psicológos defendem que tal padronização vai de encontro à construção da personalidade de cada indivíduo. Em alguns casos, é possível encontrar um meio termo, mas de qualquer forma a regra de ouro é: tenha sempre uma dose de bom senso - o que, de fato, não faz mal a ninguém - principalmente se você ainda está procurando emprego.

Antes de ficar mais a vontade, veja como os outros funcionários se portam. Não condiz, por exemplo, aparecer numa reunião com a diretoria da empresa trajando uma bermuda (e acreditem: este jornalista que vos escreve já fez isso e sofreu as consequências). Por experiência própria, aí vai um último conselho: o modo como você se veste e se porta é o seu cartão de visitas. E como o que todos nós queremos é causar uma impressão positiva, pense duas vezes antes de vestir a primeira peça que encontrar no guarda-roupa.

Bom fim de semana!


Por Piero Vergílio, com informações do site do Jornal Hoje.

Criticar é fácil. Difícil é mudar nosso comportamento

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

O tema era “comportamentos anti-sociais”. Pequenos danos que cometemos em relação ao meio ambiente e em relação às outras pessoas: jogar lixo fora do lixo; cuspir no chão; empurrar as pessoas sem pedir licença; furar fila; falar alto demais em ambientes públicos; emprestar e não devolver, etc. Durante a aula, os meus alunos de antropologia da universidade federal em que eu lecionava, criticavam as pessoas que não respeitam o meio ambiente. Criticavam os sem sensibilidade em relação a seus semelhantes e diziam até mesmo ter vontade de ir embora do Brasil por tanta falta de respeito que viam todos os dias. Chegou a hora do intervalo.
Sem que meus alunos de antropologia soubessem, pedi a alunos da psicologia comportamental que observassem esses mesmos alunos na cantina da universidade. Na volta à classe, pedi aos alunos de psicologia que relatassem o que haviam observado. Surpresos, meus alunos foram acusados, um a um, de terem jogado lixo fora do cesto de lixo; cuspido no chão; colocado os pés na parede recém pintada da cantina; furado fila; perturbado o ambiente; etc. Quando perguntei aos alunos “infratores” o que eles tinham a dizer, disseram: ” - Não sabíamos que estávamos sendo observados…”. Em seguida, a nossa discussão foi sobre as razões pelas quais criticamos tanto alguns comportamentos e atitudes e em seguida fazemos as mesmas coisas que acabamos de criticar.
E não é assim em nossa vida e em nossa empresa? Criticamos o mau  atendimento que recebemos como clientes e oferecemos aos nossos clientes um atendimento sofrível. Criticamos a qualidade dos produtos que compramos e não damos a devida atenção à qualidade do que produzimos. Reclamamos de nossos clientes que atrasam o pagamento e somos conhecidos por atrasar o que pagamos.  Criticamos os fofoqueiros e falamos mal dos outros o tempo todo. Criticamos os que não cumprem prazos e horários e falhamos com as nossas mais simples obrigações. Criticamos os mentirosos e muitas vezes faltamos com a verdade. Por que tanta incoerência?
Criticar é fácil. Acusar é fácil. Apontar os erros alheios é fácil. O difícil é mudar o nosso comportamento. O difícil é ser coerente. O difícil é fazer certa a nossa parte. O difícil é começar a reformar o mundo e a humanidade a partir de nós mesmos.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Errar é humano

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Olá meus amigos, tudo bem? Ainda esta semana, deixei uma mensagem aqui revelando o quanto é fascinante esse universo das pessoas, justamente pelo fato delas serem tão plurais. Mesmo com características e concepções diferentes, é possível afirmar, com absoluta precisão, uma característica comum a todas elas: por mais que se esforcem para isso, ninguém consegue atingir a perfeição.

Logo, parece óbvio chegar a uma conclusão: por mais que seja algo involuntário, todos nós erramos. O grande segredo está em como encarar essa situação: em primeiro lugar, assuma a responsabilidade pelo que fez e enfrente as consequências. Ao contrário do que se possa pensar, este é um sinal de coragem.

Acontece que, devido a proporção do seu ato, a simples demonstração de arrependimento ou um pedido de desculpas não bastam. Nesta hora, o mais sensato é tentar ajudar a encontrar uma solução para o problema que você criou. Se isso não estiver ao seu alcance, é recomendável que você abstenha-se. O mais importante é que você aprenda com a situação para que não volte a ter o mesmo comportamento novamente.

Mas, mesmo nestes casos, não dê a sua culpa uma dimensão maior do que ela realmente tem. Até o seu chefe, aquele que pode ter sido bastante contundende com você, provavelmente já deve ter falhado alguma vez. Afinal, nem sempre a gente acerta. É preferível arriscar - e errar - do que passar a vida inteira estagnado por medo das consequências.

A cada vez que você encontra forças para se levantar de um tombo, fica mais forte. Bom dia e bom feriado!

Por Piero Vergílio

Eu pensei que estava seguro em meu emprego

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Ouvi este desesperado desabafo de um funcionário dispensado após 18 anos de trabalho na mesma empresa.  Algumas semanas depois, passada a comoção, ele me disse: “Na verdade eu me acomodei. Achei que estava seguro e que a empresa precisava mais de mim que eu dela. Rejeitei algumas propostas para mudar de cidade e ajudar o estabelecimento de uma nova filial. Protelei um curso de inglês que o meu gerente queria que eu fizesse. Tirei férias nos dias em que novos equipamentos foram instalados e perdi o treinamento sobre como operá-los. Sem ter me dado conta comecei a falar mal da minha empresa (quem observou isso foi a minha mulher) e a criticar as novas políticas de qualidade e produtividade. Dancei!”
A grande verdade é que mundo mudou. Ninguém mais está seguro no emprego, a não ser que passe a merecer essa segurança conquistando-a hora após hora, dia após dia.  Não é mais a empresa ou o patrão que garantem um emprego. É o mercado. Temos muitos concorrentes, com qualidade semelhante e preços similares. A concorrência está a cada dia mais violenta. A globalização mudou o consumidor, a cada dia mais exigente e cheio de direitos. As margens de rentabilidade das empresas caíram muito. O custo de uma folha de pagamento no Brasil é muito alto. Um funcionário chega a custar mais de 100% de seu salário a seu empregador.  Funcionários acomodados, pouco comprometidos, que não caminham o quilômetro extra; que não querem participar; se envolver; estudar; aprender; poderão ser surpreendidos com um inesperado “convite” para deixar a empresa.
Faça uma reflexão e veja se você não está tendo a ilusão de pensar que é mais importante para a sua empresa do que o seu emprego para você.  Muitas vezes nos acomodamos num emprego e começamos a nos sentir seguros demais sem nos apercebermos das mudanças que o mundo vem passando e de nossa necessidade de mudar com o mundo e com a nova realidade de um mercado cada vez mais competitivo.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Mensagem especial

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Amigos,

Estou passando, excepcionalmente nesta terça-feira, para compartilhar com vocês a minha satisfação por estar a frente do Advance Blog. Há exato 1 ano, eu escrevia meu primeiro texto para esse espaço. De lá pra cá, pude me aprofundar neste universo tão fascinante que são as pessoas e o modo como gerenciá-las. Agradeço a diretoria da Advance pela confiança e todos aqueles que sempre acreditaram no meu trabalho.

Despeço-me lembrando que amanhã tem Coluna do Marins e sexta tem texto inédito!

Meu carinho a todos,

Piero Vergílio

Coisa de brasileiro: trabalhadores têm medo de tirar férias

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Pode parecer piada, mas não é. Recentes estudos indicam que as férias, tradicionalmente associadas ao relaxamento e ao descanso, têm sido apontadas como um período estressante. Pesquisa realizada pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR), com 678 homens e mulheres profissionais, de 25 a 55 anos, em São Paulo e em Porto Alegre, identificou que 38% dos entrevistados tem fobia ao período de descanso.

Dentre as principais explicações para o fato, podemos citar:

  • 46% decisões importantes podem ser tomadas na empresa durante suas férias
  • 32% possibilidade de mudanças de cargo ou responsabilidades devido às fusões e aos enxugamentos
  • 19% enxugamento na empresa
  • 3% ninguém sentir a falta do profissional em férias

Não conseguir se desligar do trabalho mesmo nesse período é um forte indício de que o indivíduo está estressado. É o caso do profissional que, por exemplo, vai à praia com o celular e o notebook conectado à internet. A situação é mais grave quando a pessoa é dominada por um outro tipo de medo: o de ficar sem fazer nada. Neste caso, procure uma atividade que lhe dê prazer. Se ainda sim não resolver, procure ajuda médica.

Para tornar o processo menos traumático, vale o velho conselho: organize-se, ou, trocando em miúdos, planeje as suas férias com a devida antecedência: três meses nas pequenas e pelo menos um ano nas de grande porte. E não se esqueça do principal: procure sempre fazer o melhor no seu trabalho, isto não é mérito, é responsabilidade.

Dito isso tudo, um último conselho: aproveite os dias ensolarados com que estamos sendo presenteados para relaxar e, porque não, escolher um roteiro de viagem para as suas próximas férias. Ao contrário do que pensam os participantes dessa pesquisa, aproveitar as férias é muito bom: você volta revigorado para enfrentar os desafios que terá pela frente.

Então é isso, boa sexta!

Por Piero Vergílio

Será que vale a pena?

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Duvido que esta pergunta não tenha assaltado a mente de todos os brasileiros nestes tempos de turbulência moral. Será que vale a pena?
São tantos os “será que vale a pena?” que nos perguntamos que se formos fundo em sua análise podemos até cair em profunda depressão. Aqui vão algumas dessas perguntas:
1. Será que vale a pena ser honesto?
2. Será que vale a pena ser ético?
3. Será que vale a pena ser justo?
4. Será que vale a pena ser fiel?
5. Será que vale a pena ser paciente?
6. Será que vale a pena ser humilde?
7. Será que vale a pena ser correto?
8. Será que vale a pena falar a verdade?
9. Será que vale a pena ensinar nossos filhos os valores morais tradicionais?
10. Será que vale a pena estudar?
11. Será que vale a pena trabalhar tanto?
12. Será que vale a pena ler jornais, ouvir e ver notícias no rádio e na TV?
13. Será que vale a pena não ser um alienado?
14. Será que vale a pena….?
E tenho certeza que o leitor completará esta lista com mais uns dez “será que vale a pena?”. Mas será que vale a pena completar esta lista, ou mesmo continuar lendo este artigo ou mesmo ler alguma coisa?
Nestes tempos de turbulência moral ficamos todos um pouco mais filósofos porque ficamos enojados de tanta lama e sentimos, como seres humanos, uma enorme falta de alguma coisa mais elevada, mais decente, menos nojenta para encher o nosso espírito e a nossa alma. Talvez esteja aqui um benefício a ser visto pelos que ainda tentam acreditar numa possível grandeza do espírito humano. Os grandes filósofos surgiram em épocas de grande turbulência histórica, de Sócrates a Sartre, de Epicuro a Kant, todos questionaram as mazelas do tempo em que viviam.
A verdade, porém é que ao chegar de um dia estafante de trabalho e assistir aos “não vi nada”, “não sei de nada”, “nunca estive lá”, temos uma enorme dificuldade de nos lembrar dos conselhos da Phronésis (filosofia prática) dos antigos atenienses. Somos invadidos por uma raiva silenciosa e, como disse um dos envolvidos, sentimos medo até de que sejam libertados em nós “os mais primitivos instintos” que mantemos cativos pela vida civilizada.
A verdade é quando olhamos para o nosso contra-cheque vis-a-vis a nossas dívidas no cheque especial; quando vemos o cashflow negativo de nossa empresa e quando vemos tantas oportunidades de negócio que não podemos aproveitar por razões puramente éticas, novamente a pergunta “será que vale a pena?” nos vem à mente.
Portanto, nestes tempos de turbulência moral, parece que um novo dever ocorre aos honestos, aos éticos, aos empresários, presidentes, diretores, chefes que não se corromperam e se negam a deixar-se corromper. Acredito que seja o momento mais que oportuno de reunir nossos colaboradores e falar a eles, com toda a clareza que ainda valem a pena os princípios da moral e da ética. É preciso que eles saibam de nossa própria boca que ainda há pessoas que não se compram e pessoas que não se vendem. É precisa que nos vejam afirmar e reafirmar que ainda há motivos para ter esperança nas pessoas e neste Brasil, que por certo, mais uma vez, se mostrará machucado e combalido, mas ainda maior que a crise.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Invista no desenvolvimento de sua equipe

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Olá meus caros leitores, tudo bem? Hoje quero falar com as pessoas que ocupam cargos de liderança / chefia e perguntar-lhes como cada um de vocês investem no desenvolvimento e aperfeiçoamento de suas equipes? Parece óbvio concluir que, a partir do momento em que se itensificam as iniciativas para capacitar os integrantes da equipe, melhores serão os resultados alcançados.

Portanto, se você é daqueles que considera que “investir” em seus funcionários é uma grande perda de tempo e vive arrumando pseudo-justificativas para protelar este compromisso, muita atenção: VOCÊ PRECISA REAVALIAR SUAS ATITUDES.  Uma das explicações para este tipo de comportamento está na crença de que um treinamento eficaz necessariamente ocorre numa sala de aula, com custos elevados.

Na verdade, isso é um grande mito. A leitura de bons livros e a participação em eventos gratuitos, além, é claro, do compartilhamento de experiências são boas formas de se começar. Como tudo nesta vida, é preciso dar um primeiro passo. Atitudes simples que certamente trarão reflexos importantes, pode apostar!

Por último, vale lembrar que, a medida em que colabora com o desenvolvimento do outro, o líder, ao mesmo tempo, exercita e aprimora suas próprias habilidades. Afinal, essas atividades exigem preparo e constante aperfeiçoamento de suas próprias técnicas. Aos que possuem uma experiência neste sentido, convido-lhes a partilhá-las com os outros leitores. Escreva-nos: suas sugestões e comentários são muito importantes para nós.

Forte abraço a todos e bom fim de semana


Por Piero Vergílio

Lembre-se: Você só será promovido se alguém promover você

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Um funcionário me pergunta: Como faço para ser promovido?  Respondi: Você só será promovido, se alguém promover você!

O funcionário ficou sem entender minha resposta. Expliquei a ele:

Um produto está em “promoção” quando ele é destacado dos demais e com ele faço alguma coisa “diferente” para vendê-lo. Dentre os inúmeros produtos que tenho, escolho um deles para fazer uma “promoção”. Aí, então, destaco suas qualidades, seus atributos e busco vendê-lo ao maior número de possíveis clientes. Da mesma forma é com Você.

Você só será promovido se alguém fizer sua “promoção”, isto é, falar bem de você, mostrar seus atributos. E para que alguém possa fazer a sua “promoção”, você precisa ser um bom “produto”, isto é, vendável.

Assim, se você é um funcionário que trabalha internamente, quem poderá fazer sua “promoção” são seus colegas de trabalho. Eles é que deverão falar bem de você, “promover” você de tal forma que essa “promoção” acabe chegando aos ouvidos de seu chefe que assinará o seu aumento de salário ou a sua mudança de função, consumando a sua promoção.

Se você é um vendedor ou tem qualquer outra função externa, você só será promovido ou promovida se seus clientes o(a) promoverem, isto é, falarem bem de você e fizerem a sua “promoção” e essa “promoção” chegar aos ouvidos de quem tenha o direito de dar o seu desejado aumento de salário.

Assim, é preciso que fique bem claro que você só será promovido se alguém promover você. E só promoverão você se você se promover primeiro, isto é, se você conseguir ser um “produto” que atraia a atenção do seu “mercado”.

E qual é o “mercado” de um funcionário interno? São os seus colegas de trabalho, seus chefes, enfim, seus clientes internos. Assim como para um funcionário que trabalha externamente, seu mercado serão seus clientes externos, seus contatos, etc.

E para ser um “produto” que chame a atenção do seu mercado, você terá que “surpreender” e “encantar” esse seu mercado, fazendo mais do que ele esperava que você fizesse. Você terá que ser capaz de dar ao seu mercado o que chamo de “momentos mágicos”, isto é, o que as pessoas não esperam de você. Só assim as pessoas falarão de você. Só assim as pessoas “promoverão” você. Se você não fizer nada diferente, não chamar a atenção, não surpreender, ninguém falará de você ou seja ninguém fará sua “promoção” e você ficará no esquecimento junto com os milhares de produtos esquecidos numa prateleira de supermercado.

Por isso que eu respondi ao funcionário que ele somente seria promovido se alguém o promovesse. E fiz ver a ele que a maioria das pessoas nunca são promovidas porque ninguém as “promove”, isto é, ninguém fala delas, ninguém as “vende”, ninguém as destaca das demais. Ficando na vala comum de todos, sem ser promovido por alguém, você jamais será “promovido”.

Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins