Arquivo de janeiro de 2010

A tecnologia da informação e as empresas

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

O Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), o GVcia, divulga anualmente um amplo retrato do mercado de Tecnologia de Informação (TI), com resultados de pesquisas do uso nas empresas e do comércio eletrônico no Brasil.

Segundo a pesquisa - realizada em 5.000 empresas de grande e médio portes - em maio de 2009 existiam 60 milhões de computadores em uso no Brasil (corporativo e doméstico). Em 2008 foram vendidas 12,2 milhões de unidades, são mais de 30.000 por dia, um crescimento de 16% sobre 2007 quando pela primeira vez superaram as vendas de televisores.  “Temos hoje no Brasil  um computador para cada três habitantes, para 2012 a previsão é de 100 milhões: um computador para cada dois habitantes”, afirma coordenador do levantamento, professor Fernando S. Meirelles.

Neste cenário, é fácil perceber que haverá um aumento na demanda por profissionais neste segmento. O estudo, no entanto, não considera as dificuldades na capacitação de mão de obra. Por esta razão, deduz-se que, mesmo com altos salários  - que variam entre R$ 2 mil e R$ 12 mil, e podem ultrapassar esta cifra, dependendo do porte da empresa -, sobrarão vagas. De novo, o velho problema da qualificação.

Softwares

A pesquisa revela ainda que a Microsoft continua dominando a estação de trabalho das empresas com o Windows, Explorer e o Office (92% ou mais). Nos servidores corporativos o Linux tem 19% do uso no ambiente operacional e a Oracle 35% de participação em Banco de Dados. Os Sistemas Integrados de Gestão (ERPs) da TOTVS, SAP e Oracle, nesta ordem, têm juntos 80% do mercado.

Analisando os resultados globalmente (mais informações podem ser obtidas aqui), continua chamando a atenção a maturidade do processo de informatização e a estabilidade dos principais indicadores. Em suma, a pesquisa mostra um crescimento, positivo e consistente, do uso de TI pelas empresas.

Por Piero Vergílio

10 dicas para melhorar o clima de qualquer empresa e a própria vida

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

10 dicas para melhorar o clima de qualquer empresa e a própria vida

1. Lembre-se sempre de dizer “com licença”; “por favor” e “obrigado”, mesmo que alguém esteja cumprindo sua obrigação ou seja muito amigo;
2. Fale baixo. Ria baixo. Não seja inconveniente;
3. Use o telefone e a internet somente para assuntos de trabalho. Evite usar esses meios para assuntos particulares;
4. Ao tomar emprestado alguma coisa, nunca se esqueça de devolver e agradecer;
5. Ajude a manter limpo o ambiente de trabalho. Mantenha limpo os sanitários após o uso. Cuidado com copos e xícaras sujas. Jogue os copinhos de café no local apropriado. Arrume sua mesa de trabalho;
6. Respeite a fila. Mesmo que ache desnecessário respeitá-la, porque vai pegar só uma coisa, etc. Não queira parecer esperto;
7. Não fale mal dos outros. Não se envolva em fofocas.
8. Cuidado com as anedotas e brincadeiras pessoais, como apelidos, etc. Cuidado para não ofender as pessoas;
9. Cuide de sua imagem. Vista-se sobriamente. Afinal você está num ambiente de trabalho e não numa festa ou diversão;
10. Controle a sua agressividade. Cuidado com a forma de falar e escrever. Não seja rude.

Por Luiz Marins

Sudeste lidera contratações com registro em carteira em 2009

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

A região Sudeste liderou a geração de empregos com registro em carteira em 2009, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), conforme divulgado na última quarta-feira. O resultado reflete o bom desempenho da região, pois todos os estados criaram juntos 476.031 postos, 2,68% de crescimento.

Com expansão de 2,64%, São Paulo liderou as contratações com 277.573 vagas. Minas Gerais aparece na seqüência, com 90.608 novos empregos (2,65%). O Rio de Janeiro registrou 88.875 (2,80%) e o Espírito Santo 18.975 novas vagas e a maior taxa de crescimento da região: 2,98%.

“O resultado geográfico é muito importante porque às vezes as pessoas questionam porque o Brasil não cresce tanto: porque há realidades diferentes. O Nordeste raramente consegue superar o Sul na geração de emprego. Já a região Sudeste é sempre a primeira por causa de seus três estados principais, com maiores populações e 60% do PIB”, destacou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

Desde 2003 foram criados mais de três milhões de empregos formais no estado de São Paulo. Em Minas Gerais 984.334; no Rio de Janeiro 791.903 e no Espírito Santo 195.062.

Abaixo o mau humor

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Um interessante artigo de uma revista especializada em psicologia, nos dá conta que uma das características mais comuns de pessoas “inteligentes” tanto de Q.I. quanto emocionalmente é o Bom Humor.

Pessoas mal humoradas, rabugentas, que vivem “emburradas” como se diz no interior, são pessoas carentes, emocionalmente inseguras, pobres de espírito. Pessoas com as quais ao se conversar ou tratar temos que saber antes como está o seu humor, são pessoas fadadas ao fracasso no relacionamento interpessoal e portanto distantes do sucesso que tanto almejam.

Abaixo o Mau Humor!

Nada, absolutamente nada, justifica o mau humor no trabalho, na família, nas relações sociais. Ele só serve para afastar as pessoas. Chefes mal humorados distanciam-se de seus subordinados que com eles não querem falar, não querem comentar nada, evitam falar das coisas sérias do trabalho. Subordinados mal humorados são horríveis. Os chefes acabam evitando essas pessoas e a cada dia que passa elas ficam mais distantes de uma promoção, criando um círculo vicioso - mau humor = fracasso = mau humor pelo fracasso.

As pessoas que têm uma tendência para o mau humor devem fazer um esforço adicional para vencê-lo. Pessoas mal humoradas tratam mal outras pessoas e isso deve ser evitado a qualquer custo. Pessoas mal humoradas são, via de regra, igualmente “reclamonas”, sentem-se injustiçadas e tem um sentimento de auto-piedade que não pode ter lugar nos dias de hoje em que precisamos ter relações sociais positivas, proativas.

Nesta semana, gostaria que você fizesse uma auto-análise e visse se você, seja chefe ou subordinado, não está “viciado” em ser mal humorado. Há pessoas que pensam que ser mal humorado seja sinônimo de “seriedade”. Nada mais falso. Lembre-se que o bom humor é um dos mais visíveis sinônimos de inteligência.

Boa Semana. Sucesso!

Por Luiz Marins

Erros de português podem prejudicar o estagiário na disputa por uma vaga

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

O portal de notícias G1 publica hoje reportagem que chega a uma conclusão óbvia: escrever “nóis sabemos” ou “univercidade” em redações e testes de português complicam a vida de muitos universitários em seleções para estágio. Diante desse quadro, os selecionadores demonstram preocupação, pois, além do português, as empresas esperam que o candidato tenha conhecimento de, pelo menos, um segundo idioma.

O texto ressalta ainda que essa deve ser uma preocupação de todos os postulantes, mesmo aqueles que escolheram a área de exatas, uma vez que o erro certamente colocará em dúvida a qualidade do trabalho. E é de fato o que acontece. Nesta semana, recebi uma mala direta da empresa X, que perguntava se eu estava “enteressado” em firmar parceria. Sim, isso realmente aconteceu.

Para os especialistas, a raiz do problema está na formação inadequada que os estudantes costumam receber. A deficiência começa no ensino fundamental. Mal preparados, esses alunos vão avançando os níveis, até, por incrível que pareça, chegarem na graduação. Para que isso não aconteça com você, a dica é leia muitos livros, jornais e revistas; procure conversar com pessoas mais velhas e aprender com elas e participe de treinamentos e eventos culturais. E LEMBRE-SE: INTERNETÊS NÃO É IDIOMAA!!!

A matéria ainda lista os erros mais cometidos e, ao final, oferece ao leitor a possibilidade de testar o seu domínio do idioma. A quem interessar, com I mesmo, este jornalista que vos escreve acertou 8 das 10 questões apresentadas. Clique aqui para ver a matéria completa e fazer o teste você também.

Por Piero Vergílio

Só os muito bons sobreviverão

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Sobreviver até não será tão difícil. Sobreviver com sucesso será quase impossível para aqueles que não forem realmente bons.
E quando digo bons, quero dizer bons em tudo. Só sobreviverá com sucesso o funcionário que for muito bom no que fizer. Só sobreviverá como liberal, o profissional que for muito bom. Só sobreviverá com sucesso a empresa que for muito competente.

Sinceramente acredito que o tempo dos “mais ou menos” está acabando.
A acirrada competição, a inovação tecnológica, clientes cada vez mais exigentes e poderosos, decretarão a morte dos incompetentes.

O sucesso não pode ser alcançado por empresas e pessoas pouco comprometidas com a qualidade, com o atendimento, com o baixo custo, com a inovação. Está terminando até o tempo de decidir se devo ou não me aperfeiçoar no que faço para passar de bom a excelente. Ou mudo já ou ficarei à margem do sucesso. Ou decido ser jogador que marca gols ou serei um perdedor sonhando nas gerais de um mundo cada vez mais exigente de conhecimento e dedicação.

Nesta semana faça um sério exame de consciência. Aproveite o início do ano e decida ser excelente no que faz, custe o que custar. Invista em você, pois a hora é agora. Acredite!

Boa semana. Sucesso!

Por Luiz Marins

A pergunta mais importante

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Será que vale a pena? Será que não vou me arrepender? Aceito ou não aceito? Faço ou não faço? Vou ou não vou? Compro ou não compro? Como decidir?
Todos nós somos assaltados por dúvidas quando temos que tomar uma decisão importante. Isso ocorre, por exemplo, quando estamos empregados e aparece uma oferta para mudarmos de emprego; quando alguém quer comprar nossa casa ou quando vemos à nossa frente uma oportunidade de negócio. Como decidir? Qual a pergunta mais importante que devemos nos fazer antes de tomar a decisão, para que não corramos o risco de nos arrepender? Essa foi exatamente a pergunta que me fez um repórter.
Sempre que tenho que tomar uma decisão importante e que se refira somente a mim, isto é, que não envolva outras pessoas que devo considerar, faço a mim mesmo a seguinte pergunta: Isto aumentará minha qualidade de vida e me fará mais feliz? Se a resposta for não, imediatamente deixo de considerar a hipótese de fazer. Se for sim, passo a considerá-la, pesando, com mais cuidado, os prós e os contra antes de decidir.
Ressaltei ao repórter que o importante da pergunta que me faço é que, para considerar a hipótese da decisão, ela deve atender os dois requisitos que me pergunto e não apenas um ou outro. A decisão deve aumentar minha qualidade de vida e me fazer mais feliz. Isso é importante, pois poderá haver decisões que, teoricamente aumentem minha qualidade de vida mas não me torne mais feliz ou vice-versa.
Decisões impensadas ou mal avaliadas são a maior fonte de arrependimentos, remorsos e culpas. Muitas vezes, pensando em resultados imediatos ou somente nos ganhos materiais cometemos erros com conseqüências de longo prazo ou mesmo irreversíveis. Assim, é preciso pensar bem, antes de decidir.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Em qual (is) destes perfis você se encaixa?

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Queridos leitores,

Antes de mais nada desejo um fantástico 2010 a todos. Que o novo ano seja um tempo de conquistas e planos. Para muitas pessoas, o melhor presente nessa época é a recolocação no mercado. Emprego novo é sinônimo de melhora na autoestima, além de outros tantos benefícios. Acontece que, mesmo inconscientemente, algumas pessoas acabam tendo um comportamento inadequado, que podem prejudicá-las num processo de seleção.

Há algum tempo, o Jornal Hoje, da TV Globo, apresentou uma análise muito interessante e identificou o perfil desses candidatos. Vejam que interessante e tirem suas próprias conclusões…

1. O Multiuso
Posso assumir qualquer função, só não posso ficar sem trabalhar.

2. O Franco atirador
Tudo é interessante, não há critérios para este candidato.

3. O Descansado
Se já avisou a todos e distribuiu currículos, não sente espere. Procure novos caminhos, cursos de atualização, etc.

4. O Panfleteiro
Seu currículo não é panfleto. Não saia distribuindo por aí aos quatro cantos, junto desperdiça energia.

5. O Narciso

Não fale só de suas habilidades e qualidades, mas mostre como você pode ajudar a empresa a crescer e alcançar resultados agregue valor.

6. O Humorista
Oh dia, Oh céus, oh luz. Não implore emprego ou apresente-se pessimista e de baixa estima. Também não seja sarcástico ou hilário demais. O humor abre ou fecha portas, cuidado na dose!

7. O Desorganizado
Não perca uma vaga por atraso, falta de documentação, erro no endereço ou data.

8. O Incrível
Você não é super herói, não tente fazer tudo sozinho. Pode pedir ajuda aos amigos e a profissionais para se recolocar no mercado e tem sim o direito de estar fragilizado.

9. O Oportunista
Só se vende quando vê oportunidade, no restante, baixa a guarda de seu marketing pessoal. Só acredita nas possibilidades declaradas, vagas anunciadas. Não vê que vagas podem ser abertas se demonstrar talento sempre.

10. O Cifrão
Pensa só em números, especialmente em dinheiro. É claro que o salário é importante, mais não é o único atrativo em uma empresa, vaga ou entrevista. Prepare-se para responder sobre outros assuntos nas entrevistas.

Concordam?