Posts com a Tag ‘ambiente de trabalho’

Aprenda a lidar com seus problemas pessoais no trabalho

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Todos nós, independente de idade, profissão ou classe social, temos problemas. Quando passamos por um momento difícil, é muito comum - e perfeitamente compreensível, diga-se de passagem - uma reação em cadeia, ou seja, mesmo quando o problema não tem nenhuma relação com o trabalho, nosso desempenho profissional é afetado.
Como seria bom se pudéssemos nos desligar deles assim que começa nosso expediente… Todavia, a realidade mostra-se bem diferente. Enquanto não inventam uma chave seletora que possa ser regulada nos modos pessoal e profissional, a solução é enfrentar o problema e manter o controle.
Em primeiro lugar, antes de dividir sua angústia com alguém no ambiente de trabalho, reflita se a a situação é realmente grave. Ao contrário, comente com um pequeno grupo de pessoas. Só recorra ao seu superior se achar que pode confiar nele. Caso contrário, ele só deve ser comunicado se você precisar alterar sua rotina de trabalho.
Ao mesmo tempo, é importante que se procure apoio fora do escritório: pratique um esporte ou qualquer outra atividade que possa canalizar suas energias, busque a ajuda dos amigos e, se necessário, um acompanhamento médico ou psicológico. Salvo em caso de morte, tenha sempre um plano B.
Na outra ponta, a organização precisa estar atenta aos sinais demonstrados pelo colaborador e, dentro do possível, ajudá-lo a superar sua dificuldade e, concomitantemente, impedir que a situação afete a companhia.
Quando sentir que o funcionário precisa de umas horas a mais, o chefe deve liberá-lo. Há ainda aquelas que mantém programas de ajuda às pessoas com problema. Se você está passando por uma situação dessas, lembre-se: você não é dotado de poderes mágicos e habilidades heroicas. Enfrente a situação e não desista. Por mais longa que seja a noite, o dia sempre chega.

Bom fim de semana a todos e, aos que apreciam, meus sinceros votos de que aproveitem o Carnaval.


Por Piero Vergílio

10 dicas para melhorar o clima de qualquer empresa e a própria vida

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

10 dicas para melhorar o clima de qualquer empresa e a própria vida

1. Lembre-se sempre de dizer “com licença”; “por favor” e “obrigado”, mesmo que alguém esteja cumprindo sua obrigação ou seja muito amigo;
2. Fale baixo. Ria baixo. Não seja inconveniente;
3. Use o telefone e a internet somente para assuntos de trabalho. Evite usar esses meios para assuntos particulares;
4. Ao tomar emprestado alguma coisa, nunca se esqueça de devolver e agradecer;
5. Ajude a manter limpo o ambiente de trabalho. Mantenha limpo os sanitários após o uso. Cuidado com copos e xícaras sujas. Jogue os copinhos de café no local apropriado. Arrume sua mesa de trabalho;
6. Respeite a fila. Mesmo que ache desnecessário respeitá-la, porque vai pegar só uma coisa, etc. Não queira parecer esperto;
7. Não fale mal dos outros. Não se envolva em fofocas.
8. Cuidado com as anedotas e brincadeiras pessoais, como apelidos, etc. Cuidado para não ofender as pessoas;
9. Cuide de sua imagem. Vista-se sobriamente. Afinal você está num ambiente de trabalho e não numa festa ou diversão;
10. Controle a sua agressividade. Cuidado com a forma de falar e escrever. Não seja rude.

Por Luiz Marins

Com que roupa eu vou?

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Olá meus caros, tudo bem? Nesta tarde, o “Jornal Hoje” da Rede Globo exibiu uma reportagem na qual questionava até que ponto o uso de roupas e acessórios “estilosos” atrapalham no ambiente de trabalho. Será que tanta “personalidade” combina com ambientes mais formais, como o Senado Federal, por exemplo? A matéria encontrou funcionárias que usam piercing no nariz, alargador nas orelhas e têm tatuagens.

Mas não é assim que funciona em toda empresa pública. O metrô de Brasília, por exemplo, tentou impor regras sobre a aparência dos funcionários. Uma norma baixada esta semana chegou a proibir piercings e acessórios, bijuterias extravagantes. Tinta no cabelo, de tom natural. E homens, só de cabelo curto. A repercussão foi tão grande que a direção do metrô voltou atrás.

A grande questão que fica é o que vale mais: a aparência ou o histórico de serviços dos funcionários. Alguns psicológos defendem que tal padronização vai de encontro à construção da personalidade de cada indivíduo. Em alguns casos, é possível encontrar um meio termo, mas de qualquer forma a regra de ouro é: tenha sempre uma dose de bom senso - o que, de fato, não faz mal a ninguém - principalmente se você ainda está procurando emprego.

Antes de ficar mais a vontade, veja como os outros funcionários se portam. Não condiz, por exemplo, aparecer numa reunião com a diretoria da empresa trajando uma bermuda (e acreditem: este jornalista que vos escreve já fez isso e sofreu as consequências). Por experiência própria, aí vai um último conselho: o modo como você se veste e se porta é o seu cartão de visitas. E como o que todos nós queremos é causar uma impressão positiva, pense duas vezes antes de vestir a primeira peça que encontrar no guarda-roupa.

Bom fim de semana!


Por Piero Vergílio, com informações do site do Jornal Hoje.

A gentileza no ambiente de trabalho

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

A maneira mais prática e imediata de melhorarmos o nosso ambiente de trabalho é desenvolver nas pessoas a gentileza.

Sei que o leitor pode achar isso uma grande bobagem. Mas não é. Se as pessoas forem mais gentis umas com as outras, menos agressivas e adotarem comportamentos mais civilizados, a qualidade de vida no ambiente de trabalho melhorará muito. Vejo empresas em que os colaboradores não se respeitam. Gritam uns com os outros. Falam mal de clientes, fornecedores e mesmo das chefias. Não cuidam da limpeza dos sanitários. A copa é suja e mal arrumada. As mesas entulhadas.

A gentileza, tomada em seu sentido mais amplo, significa respeito às pessoas, não só no modo de falar e agir, mas no cuidado com o ambiente. Num ambiente desprovido de gentileza, não pode haver prazer no trabalho. E trabalhar sem prazer é uma semi-escravidão.

Chefes gritam com subordinados. Subordinados respondem com palavras e gestos obscenos. A falta de respeito parece ter tomado conta de muitas empresas. O ambiente fica carregado do mau humor próprio das pessoas mal educadas.

Se sua empresa encontra-se nessa situação ou a caminho dela, é preciso, com urgência reverter esse quadro, antes que seja tarde demais. Quando discuto isso com alguns empresários, diretores, chefes e colaboradores, eles me dizem “aqui nesta empresa não há solução”.

É preciso não acreditar nisso e buscar rapidamente o caminho da gentileza, do respeito, da educação, da limpeza, da ordem, da estética, pois são esses os símbolos da civilização e temos que desenvolver empresas civilizadas e não rudes, grossas, desprovidas de qualquer respeito aos colaboradores, fornecedores e clientes.

Não conheço nenhum ser humano, por mais pobre e simples que seja, que não queira ser bem tratado; que não goste de ser alvo de gentilezas, de um simples “obrigado”, “por favor”, “desculpe-me” ou “com licença”. Por mais rude que seja uma pessoa, ela se curvará, no mais íntimo de seu ser, a pessoas educadas, polidas, gentis.

Uma empresa gentil atrai e fideliza clientes. Uma empresa gentil atrai e retém os melhores talentos. Uma empresa gentil aproxima fornecedores de qualidade. Experimente e verá!

Faça em sua empresa um grande esforço para disseminar a idéia da gentileza entre as pessoas.

Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Para quem é viciado em trabalho (Parte II)

terça-feira, 14 de julho de 2009

Você trabalha o tempo todo? Mesmo depois do expediente prioriza as atividades profissionais, levando serviço para casa? Durante um happy hour, você só consegue falar de trabalho? Se você respondeu positivamente a estas questões, fique atento: tudo indica que você é um workaholic.

Agora, logo no início deste texto, proponho uma reflexão: o seu trabalho contribui para que você concretize os seus objetivos de vida? Se você está plenamente realizado trabalhando o tempo todo e considera que “a falta de tempo” é um sinal de status, meus parabéns: seja feliz assim! Por outro lado, se você sabe que alguma coisa está errada, mas não tem ideia de como mudar esse panorama, fique atento à segunda parte das nossas dicas:

  • Cultive o hábito da leitura - Se é para ser dependente de alguma coisa, que seja dos livros. Quando você for fisgado por uma boa história, provavelmente passará a trabalhar menos para se dedicar a leitura, o que, cá entre nós, é muito mais proveitoso do que participar de inúmeras reuniões infindáveis ou responder aos vários emails não importantes que, diariamente, lotam a sua caixa de entrada. Mas atenção: para que o método funcione, passe longe dos livros de economia e finanças.
  • Busque uma fonte de prazer - a ambigüidade deste título pode levar os mais afoitos a concluir que escrevo sobre prazer carnal. É uma solução viável, embora não seja deste tipo de prazer que eu quero falar aqui. Resgate um hobby ou então encontre uma atividade que não possa ser interrompida, na qual você tenha uma participação efetiva. O mais importante é que você se sinta feliz. Dica deste humilde jornalista: já cogitou a hipótese de trabalho voluntário?
  • Mude radicalmente seu estilo de vida - se nenhuma das dicas anteriores apresentar um bom resultado opte por uma solução mais “radical”: jogue tudo para o alto e ingresse em uma comunidade hippie. Outra alternativa são os mosteiros, locais ideais para a prática de meditação. Como um mantra, repita para você mesmo: “eu vou trabalhar menos”.

Boa terça-feira!

Por Piero Vergílio

Tweet você também

terça-feira, 23 de junho de 2009

Caros leitores, os sites de relacionamento - também chamados redes sociais - agregam milhões de usuários. Depois do estrondoso sucesso do orkut, a bola da vez atende pelo nome de Twitter, um site em que os usuários dispõem de, no máximo, 140 caracteres para transmitir uma ideia., numa espécie de microblog. As mensagens, chamadas de “tweets” (algo como “pio” em português), podem ser acompanhadas por outras pessoas.

Todavia,  a padronização na quantidade de caracteres, que poderia ser um fator de limitação, funciona como um trampolim para as mais variadas formas de utilização. Os participantes podem simplesmente responder à questão sugerida pelo site - “O que você está fazendo?” - ou então torná-lo uma valiosa ferramenta de trabalho: conhecer pessoas e compartilhar experiências, avaliar a aceitação de um produto, vender uma ideia ou encontrar um emprego. As palavras certas, ditas à pessoa certa, podem alavancar sua carreira.

Muitos recrutadores já disponibilizam as vagas disponíveis no site. Se optar por seguir estes perfis, o usuário pode visualizar as oportunidades na sua página inicial. Para as empresas, o site também se mostra um bom instrumento de marketing. Muitas empresas já entenderam esse mecanismo e usam o Twitter para  avaliar que imagem transmitem ao seus clientes. Ao mesmo tempo, o site é um meio de divulgação de seus sites ou blogs, onde as corporações podem manifestar opiniões sem o limite de caracteres. Outra possibilidade é utilizar o site para fazer experimentos.

Mas antes é preciso superar a grande barreira para a implantação destas ferramentas: a ideia de que a utilização dessas redes é um risco à TI, aliada a queda na produtividade. Muitas companhias desconhecem o potencial da ferramenta e bloqueiam o uso corporativo. Na verdade, elas estão deixando passar muitas oportunidades.

PS1: No próximo texto, o passo a passo de como se cadastrar no Twitter, aliado a dicas para se destacar entre os usuários.

PS 2: Em breve também estaremos no Twitter. Aguarde!

Por Piero Vergílio

O controle dos e-mails corporativos no ambiente de trabalho

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

A extraordinária revolução da alta tecnologia modificou significativamente o ambiente de trabalho na pós-modernidade. Como a circulação rápida e eficaz das informações é uma necessidade, o correio eletrônico (e-mail) e o livre acesso à internet tornaram ferramentas de trabalho imprescindíveis para quaisquer empresas. Na maior parte dos casos, o acesso ao e-mail e à internet é realizado de forma livre e individual pelos empregados.

Neste cenário, alguns trabalhadores passaram a questionar, através de reclamatórias trabalhistas, a constitucionalidade do monitoramento do acesso ao correio eletrônico e à internet no ambiente de trabalho. Segundo esses trabalhadores, o controle violaria as garantias constitucionais à intimidade e ao sigilo de correspondência.

Não é este, com efeito, nosso entendimento. Na realidade, o monitoramento do acesso ao correio eletrônico e à internet não ofende os direitos fundamentais do empregado, pois se tratam de instrumentos de trabalho com informações de interesse direto do empregador. O contrato de trabalho, por ser bilateral, confere aos trabalhadores direitos e vantagens, como a própria utilização da internet. Este direito, contudo, deve sujeitar-se a deveres básicos concernentes à relação de emprego, tais como: diligência, disciplina, subordinação e sigilo profissional.

Felizmente tal posição vem se firmando na jurisprudência do Colendo Tribunal Superior do Trabalho. Em junho do ano passado, a 7ª turma do TST reconheceu a legalidade da demissão por justa causa de empregado que utilizava o e-mail corporativo e a internet para fins particulares. De acordo com as alegações da empresa, “o empregado trocava mensagens de correio eletrônico com piadas grotescas e imagens inadequadas, como fotos de mulheres nuas.” Ademais, utilizava o equipamento de trabalho para participar de salas de bate papo e acessar o “Orkut”.

Segundo o relator do processo no TST, Min. Ives Gandra Martins Filho, o controle é legal, razoável e adequado, “porque, como assinante de provedor de acesso à Internet, a empresa é responsável pela sua utilização com a observância da lei.” Por fim, destacou o Ministro que não se fala em ofensa ao direito à intimidade e ao sigilo de correspondência, pois se trata de ferramenta de trabalho.

Por Eduardo Caringi Raupp, consultor trabalhista da Fecomércio-RS

Saiba mais sobre esse assunto na quinta-feira, aqui no Advance Blog!

Por que tomar iniciativa?

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

No artigo da semana passada, o Professor Marins apontou a autonomia e a iniciativa como os dois principais fatores de motivação no ambiente laboral. Dando continuidade a discussão, vamos falar mais de iniciativa, apontada por uma pesquisa - que ouviu cerca de oito mil trabalhadores -  como a característica mais importante para se destacar no trabalho.

O profissional que toma iniciativa não espera que alguém lhe dê uma ordem; ele arregaça as mangas e faz. É aquele que tem boas idéias - e consegue fazê-las sair do papel, se não de nada adianta - e  analisa  os resultados de suas sugestões em um contexto mais amplo. Se todos os argumentos apresentados aqui não foram suficientes para provar que a importância de fazer mais do que se espera, aí vai mais um: suas iniciativas não trazem benefícios apenas para a organização em que trabalha, mas também, e principalmente, para você mesmo.

Isto porque um profissional com tais características tem uma grande aptidão para conhecer novas atividades, e busca, incessantemente, maneiras de aperfeiçoar e otimizar os processos já existentes, “fazendo sempre mais e melhor”. Com toda certeza, este é um diferencial levado em consideração pelas empresas no momento da contratação.

Para ajudar a transpor as barreiras que inibem a criatividade, uma dica de leitura. A Editora Sextante lançou, no Brasil, o livro “1001 maneiras de tomar a iniciativa no trabalho”, que apresenta diversos exemplos de pessoas que conseguiram implementar mudanças extraordinárias em suas organizações a partir de idéias simples e foram reconhecidas por isso.

Você verá como fazer isso por diversos meios: sugerindo melhorias para um produto ou serviço, aperfeiçoando o atendimento, identificando oportunidades de economizar, perseguindo novas idéias, ajudando colegas na realização de tarefas ou aprendendo uma habilidade diferente. “É um erro achar que se trabalha para outra pessoa, quando, na verdade, é você quem decide o patamar que vai atingir na carreira e o que vai realizar na vida”, afirma o autor Bob Nelson.

E atenção: Nesta quarta-feira (10/12), será publicado mais um artigo do Professor Marins aqui no Blog. Não deixe de ler!