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Dica de leitura: “Quem mexeu no meu queijo?”

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

“Quem mexeu no meu queijo?”, de Spencer Johnson - co-autor de O gerente-minuto com Kenneth Blanchard - é uma parábola simples que revela verdades profundas sobre mudança. É uma história divertida e esclarecedora sobre quatro personagens (dois ratos e dois humanos, do mesmo tamanho dos roedores), que vivem em um labirinto em eterna procura por queijo, que os alimenta e os faz feliz.

O “Queijo” é uma metáfora para o que queremos ter na vida: seja um emprego, um relacionamento, dinheiro, uma casa grande, liberdade, saúde, reconhecimento, paz espiritual ou até mesmo uma atividade como corrida ou golfe.

Cada um de nós tem a sua própria ideia do que é um Queijo, e o procuramos porque acreditamos que nos fará felizes. Se o obtemos, frequentemente ficamos ligados a ele. E se o perdemos, ou se nos é tirado, isso pode ser traumático. O “Labirinto” na história representa onde você gasta tempo procurando o que quer. Pode ser a organização em que trabalha, a sociedade em que vive ou os relacionamentos que tem em sua vida.

Todos nós trabalhamos e vivemos em tempos de mudança, e por isso estão sempre mexendo no nosso “Queijo”. Nos negócios, as empresas familiares acabaram. Essas empresas queriam lealdade; as de hoje precisam da sua ajuda, de pessoas flexíveis no que diz respeito a “como as coisas são feitas por aqui”.
A adaptabilidade às mudanças é uma condição indispensável para a sobrevivência de pessoas e organizações, e mais ainda para seu sucesso na economia global de hoje. Quem consegue se adaptar é recompensado. A maioria dos gerentes bem-sucedidos sabe disso e tenta criar ambientes que ajudem as pessoas a mudar e apreciar as mudanças. Quando a velocidade da mudança aumenta, mais do que nunca todos nós precisamos nos adaptar.

As mudanças inesperadas - no trabalho ou na vida - podem ser estressantes, a menos que você tenha um modo de encará-las que o ajude a compreendê-las, que é o que faz a história do “Queijo”. A leitura desta breve parábola toma pouco tempo, mas os insights que proporciona podem ser-lhe úteis durante toda a sua vida.

À medida que você for virando as páginas, encontrará as três partes deste livro. Na primeira, “Uma reunião”, antigos colegas de turma falam em uma reunião de sua classe sobre a tentativa de lidar com as mudanças que estão ocorrendo em suas vidas. A Segunda é “A História de Quem mexeu no meu Queijo?”, a parte central do livro. E na terceira, “Um debate”, várias pessoas discutem o que tiraram de “A história”, e como planejam usá-lo em suas vidas.

Alguns leitores do manuscrito deste livro preferiram parar no final de “A história” e buscaram interpretar sozinhos os seus significados. Outros leram “Um debate” até o final, porque isso estimulava seu pensamento a respeito de como poderiam aplicar o que haviam aprendido.

Seja como for, sempre que você reler “Quem mexeu no meu Queijo?”, vai encontrar algo novo e útil no livro. Isso vai ajudá-lo a lidar com as mudanças e a ter sucesso, independente do que o sucesso represente para você.

Dica de leitura: “Pai rico, pai pobre”

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Presença certa na cabeceira de nove entre dez pessoas que não nasceram ricas, “Pai rico, pai pobre” (Editora Campus-Elsevier) já vendeu mais de 20 milhões de exemplares em todo mundo. Narrado em primeira pessoa na maior parte do tempo, o livro conta a história do próprio autor: Robert Kiyosaki, que observa as diferenças entre seus dois pais.

O “pobre” (pai biológico, um professor universitário) o estimulava a seguir caminhos conhecidos. Estudar muito, tirar boas notas, conseguir um bom emprego numa grande corporação e garantir segurança. Seu ‘pai rico’ (na verdade o pai de seu melhor amigo) era o oposto. Um homem sem formação acadêmica, sem cultura formal, rude e básico. No entanto, com um profundo tino para os negócios, ensinou ao jovem Kiyosaki as regras de funcionamento do dinheiro. Seguindo os conselhos do ‘pai rico’, hoje Kiyosaki é milionário.

O objetivo é partilhar percepções quanto à maneira como uma maior inteligência financeira pode ser empregada para resolver muitos dos problemas comuns da vida. Segundo o autor, cada indivíduo tem o poder de determinar o destino do dinheiro que chega às mãos. Cabe ao indivíduo decidir se quer ser rico, pobre ou classe média.

O livro explica por que os ricos são ricos, de forma simples, com exemplos claros. Para Kiyosaki, dividir este conhecimento com os filhos é a melhor maneira de prepará-los para o mundo que os aguarda. Ninguém mais o fará. Você não vai à escola para ficar rico. “Meu pai (o pai de fato, a quem ele chama de “pai pobre” no livro) era PhD (equivalente a doutor, no Brasil) e nunca ficou rico”, finaliiza.

Seus dados a um click

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Sabe as nossas promessas de começo de ano? Por quanto tempo somos fiéis a elas? Com quantos internautas se faz uma celebridade? Como descobrir a nova grande estrela do rock? Do que as pessoas têm mais medo? Em “Click - O que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante”, Bill Tancer, um especialista na análise de dados do mundo virtual, revela as respostas a essas e outras perguntas que ilustram o comportamento contemporâneo.

Espaço virtual no qual se espelha a sociedade atual, as ferramentas de busca arquivam nossas pegadas - nossos cliques diários - e o modo como estabelecemos nossas escolhas políticas, profissionais e afetivas. O autor usa exemplos tirados do cotidiano para explicar como os internautas se comportam e, com isso, oferece uma imagem viva dos interesses das sociedades modernas.

Tome-se o caso do Big brother. Quem ganha a competição é o concorrente mais querido pelo público (que vota no vencedor). É possível antecipar a votação acompanhando o interesse das pessoas por candidato. Tancer fez isso em 2006 - e errou. Ele contou o número de buscas pelos três finalistas do BB americano e concluiu que a mais acessada na rede iria vencer. Intrigado com seu erro, voltou aos dados e percebeu que a candidata mais popular na internet era acessada majoritariamente por homens jovens. E, do site de buscas, eles escolhiam os links que mostravam fotos sensuais da candidata. Portanto, não estavam interessados em sua vitória, apenas em suas curvas. A partir desse episódio, Tancer aprendeu a refinar suas pesquisas.

O livro parte do pressuposto que falar não é o mesmo que agir. Se num universo de pesquisas que leva em conta a opinião expressa dos usuários (aquelas em que um entrevistador faz perguntas de um questionário), a verdade pode ficar disfarçada, é no grande volume de pesquisas em ferramentas de busca que estão inscritas as grandes tendências.

Em linguagem acessível e com bom humor, a obra é dividida em duas partes em que o leitor pode acompanhar o desenvolvimento do método de obter informações dos públicos de interesse e o modo como essas são interpretadas.

Sim, afinal de contas, a facilidade da obtenção de informações não elimina a necessidade de uma interpretação. E é nessa fase que toda a inteligência e experiência de Tancer contribui para que se possa compreender os fenômenos que interessam aos usuários. Executivo da Hitwise, instituto de pesquisas a partir de bases de dados virtuais, Tancer analisa informações que apontam para o rompimento de estereótipos sobre os padrões de consumo e de características atribuídas a determinados grupos sociais.

Numa sociedade em que a presença da internet é massiva e vem mudando padrões de comportamento de maneira crescente, Click é uma obra útil e inovadora para quem já compreendeu que a vida é também on-line.

Ficha técnica:

Título: Click - o que milhões de pessoas estão fazendo on-line e por que isso é importante

Autor: Bill Tancer

Gênero: Tecnologia/comportamento

Páginas: 272

Preço: R$ 36,00

Você conhece a Disney?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Conhecer a Disneyworld é um sonho de muitas crianças - e até mesmo adultos - afinal, os personagens de Walt Disney, há muitos anos, encantam e povoam o imaginário de diversas gerações. Mickey, Pato Donald, Rei Leão e compania são atemporais. Calma leitor, não tire conclusões precipitadas: eu não resolvi extravasar um antigo desejo de infância, nem estou me lamentando por ainda não tê-lo realizado. Esse post tem uma razão de ser.

Convido a você, caro leitor, para conhecer a Disney de uma maneira diferente. E o melhor: você vai poder fazer isso sem sair de casa. O livro “Nos bastidores da Disney” (Tom Connellan, Editora Futura) revela, por meio de uma linguagem simples e de fácil leitura, os princípios que orientam a cultura e o sucesso do grupo.

A obra desvenda os sete segredos - que podem ser aplicados por qualquer outra empresa  - e fornece uma série de exemplos que ajudarão profissionais de qualquer nível organizacional a voltarem sua atenção para os clientes. Você entenderá como a Disney cria e mantém uma das mais poderosas culturas empresariais e saberá qual é o verdadeiro concorrente da Disney e de sua empresa.

Aplicando as estratégias especialmente criadas pela Disney para fazer com que seus membros aprendam a trabalhar em equipe, você fará com que todos os seus funcionários compreendam a importância de seus papéis e acreditem neles. Ficou curioso? O Advance Blog dá uma mão e publica, abaixo, um aperitivo das respostas que você vai encontrar no livro:

• Como avaliar a satisfação dos clientes obtendo dados concretos com rapidez?

• Como usar métodos poderosos com o os cartões Guest Service Fanatic e Spirit of Disney Award para reconhecer, celebrar e recompensar o trabalho eficiente?

• Como responder a perguntas do tipo: “A que horas começa o desfile das três da tarde?”

• Como adequar o recrutamento e o treinamento de sua empresa baseando-se em programas bem-sucedidos como Traditions, Wish upon a Stare We’ve Come a Long Way, Mickey?

• Como produzir em seus vendedores externos a sensação de parceria, fazendo com que se tornem parte de sua equipe?

Para fechar este post, deixo uma última pergunta: “Pronto para esta viagem?”

Por Piero Vergílio

Dica de leitura

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Há momentos em que mudar é preciso. Mas, por medo, muitas pessoas acabam se acomodando em empregos que não gostam. O comodismo do salário mensal garantido somado à crise mundial do desemprego nos tornam escravos de uma vida profissional frustrada.

Se você é um daqueles que esta insatisfeito com o seu emprego, não deixe de ler “Encontre o Emprego dos seus Sonhos” (Editora Prumo).  Por meio de histórias de pessoas comuns, que - em nome da realização profissional - venceram o medo de se arriscar, as autoras, Sarah Wade e Carole Anne Rice explicam o passo a passo, desde a percepção de que algo está errado até a conquista do trabalho ideal.

Nos primeiros capítulos, elas mostram como identificar os problemas e descobrir quais os seus objetivos de vida. Em seguida, passam a discutir quais as ações e estratégias devem ser consideradas na hora de tomar uma decisão. Por fim, o livro aborda a imersão e a transição para o novo e desejado trabalho.

Cada capítulo é ilustrado por um personagem, apresentado por uma ficha que contém nome, idade, a profissão antiga, a profissão atual, a chave do sucesso e a paixão. Depois de ter sua história contada, os entrevistados revelam aos leitores suas “receitas de sucesso”. O que todos tem em comum? Acreditaram em um ideal e foram em busca dele. O resultado só poderia ser inspirador!

Por Piero Vergílio

O mundo é das mulheres

segunda-feira, 30 de março de 2009

Caros leitores, cá estou eu novamente aqui no Advance Blog, dando início a mais uma semana. Hoje é segunda-feira, 30 de março, ou seja, penúltimo dia do mês dedicado às mulheres. Como a nossa felicitação ao Dia da Mulher foi tímida, faço deste texto a minha redenção. Hoje vamos falar delas, guerreiras, tão importantes e essenciais para todos nós.

É fato que a dinâmica da economia moderna obriga um número crescente de mulheres a assumir diferentes personalidades: mãe, dona de casa, trabalhadora, chefe de família. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), desde 2003 o número de mulheres no mercado de trabalho aumentou pouco mais de 20%, enquanto que os homens, no mesmo período, 13%. Sim, a inserção feminina é uma realidade.

Elas agora são motoristas de ônibus, trabalham em obras, oficinas mecânicas, engenheiras, advogadas, consultoras, não importando o porte do empreendimento e o ramo de atividade. Ainda são muitos os desafios a serem vencidos - talvez a equiparação salarial seja um dos principais - mas, por outro lado, conquistas importantes merecem ser destacadas e celebradas: a história, aos poucos, é reescrita.

Muitas delas ocupam posições de liderança nas empresas nas quais trabalham. Pesquisa realizada pela IESE Business School na Espanha e a consultoria de recursos humanos ICSA revela que, naquele país, a área de RH é a que mais possui mulheres em cargos de chefia. As executivas nessa área somam 31%. Em segundo lugar está a área de finanças, e, por último, o departamento de produção, com apenas 4% de mulheres na liderança.

A fórmula do sucesso? Impossível precisar com exatidão. Todavia, existem alguns conselhos importantes:  para Lois P. Frankel, Ph.D., coach executiva de renome internacional, ‘Mulheres ousadas chegam mais longe’ Em sua obra, ela destaca uma série inédita de 101 comportamentos que as mulheres aprendem na infância e que sabotam sua vida adulta.

Todas essas transformações são indícios de que, cada vez mais, “o mundo é das mulheres”. Alguém duvida?

Boa Semana!

Por Piero Vergílio

Dica de leitura: O monge e o executivo

terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Este post é dedicado às pessoas que enfrentam dificuldades para fazer com que sua equipe dê o melhor de si no trabalho ou então gostariam de se relacionar melhor com afamília e os amigos. Se você  se identifica com  alguma destas situações, não pode deixar de ler o best-seller “O monge e o executivo”, de James C. Hunter. Neste livro,  você vai encontrar  personagens, ideias e discussões que vão abrir um novo horizonte em sua forma de lidar com os outros.

Esta é uma história sobre liderança: em equipes, negócios e comunidades. O personagem central é Leonard Hoffman, um famoso empresário que abandonou sua brilhante carreira para se tornar monge. Ele é procurado por John, um típico executivo preocupado apenas com o trabalho, que decide passar uma semana no mosteiro.

O que John esperava ser uma conversa sobre negócios, transforma-se um encontro de reflexões de como ser uma pessoa melhor. Nesse período, ele aprende que a base da liderança não é o poder e sim a autoridade, que deve ser conquistada com amor, dedicação e sacrifício: para liderar é preciso, sobretudo, estar disposto a servir.

A maneira envolvente e clara como a história é contada provoca o leitor a refletir sobre suas próprias ações. Esta é apenas uma das razões pelas quais o livro aparece há 210 semanas consecutivas na lista dos mais vendidos da revista Veja.  Se os meus argumentos não foram suficientes para convencer ao leitor, o Advance Blog  convida você para que tire suas próprias conclusões. Clique aqui e leia o primeiro capítulo do livro ou saiba como assistir à adaptação homônima para o teatro.

Por Piero Vergílio

Três em um

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

1) Destaques do Advance Blog na semana que vem

Saiba mais sobre a importância da Gestão de Pessoas por competências no mercado competitivo e entenda como as indústrias reagem aos efeitos da chamada “era da informação”. Falando em informação, em outro texto iremos discutir a utilização da internet no ambiente de trabalho. A postura das empresas não é unânime. Gostou dos temas? Não deixe de acessar o Advance Blog a partir de segunda-feira!

2) Dica de leitura

A todo momento as pessoas nos fornecem pistas de quem realmente são e o que suas palavras de fato querem dizer. Neste livro, Jo-Ellan Dimitrius traz para o cotidiano sua técnica usada nos tribunais, e explica os indícios visuais e orais - características físicas, padrões vocais e comportamentos sociais  - que indicam um comportamento. Não é exagero dizer que, ao ler “Decifrar Pessoas”, você mudará sua forma de enxergá-las. Aprenderá habilidades que ajudarão você a reconhecer a sinceridade  pelo tom da voz, que tipo de mensagem um simples corte de cabelo pode transmitir, a dedicação de um funcionário pela aparência de sua sala e muito mais.

3) Desafio do AFINANDO A LÍNGUA

Já conseguiu assimilar as principais mudanças impostas pela nova ortografia? Faça o teste aqui e descubra.

Por Piero Vergílio

Três em um

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

1) Dica de leitura do Advance Blog: o assunto já foi bastante discutido aqui. O livro “Dicas para um bom relacionamento no trabalho”, de Inácio Dantas, vem ao encontro das necessidades diárias de todo trabalhador, no que tange à convivência profissional. Para o autor, é preciso acreditar que os mais distantes sonhos são possíveis e que você está trilhando o caminho certo para realizá-los.

2) Nesta quinta-feira entra em vigor a reforma ortográfica que pretende unificar a escrita da Língua Portuguesa no mundo todo. Os brasileiros terão quatro anos para se acostumar com a mudança. Nesta fase de transição, as diferentes ortografias serão aceitas. Depois, só irá valer a nova. Pensando nisto, a partir de 1º de janeiro, o Advance Blog estréia o “Afinando a Língua”: ao final de cada post, dicas rápidas sobre as principais mudanças.

3) Em sua coluna de amanhã, o Professor Marins destaca o qual é importante que um chefe mantenha um nível de exigência com a sua equipe e de que maneira isso pode contribuir para motivá-los, numa espécie de contraponto ao que já foi discutido aqui. Não deixe de ler.

Por Piero Vergílio

Por que tomar iniciativa?

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

No artigo da semana passada, o Professor Marins apontou a autonomia e a iniciativa como os dois principais fatores de motivação no ambiente laboral. Dando continuidade a discussão, vamos falar mais de iniciativa, apontada por uma pesquisa - que ouviu cerca de oito mil trabalhadores -  como a característica mais importante para se destacar no trabalho.

O profissional que toma iniciativa não espera que alguém lhe dê uma ordem; ele arregaça as mangas e faz. É aquele que tem boas idéias - e consegue fazê-las sair do papel, se não de nada adianta - e  analisa  os resultados de suas sugestões em um contexto mais amplo. Se todos os argumentos apresentados aqui não foram suficientes para provar que a importância de fazer mais do que se espera, aí vai mais um: suas iniciativas não trazem benefícios apenas para a organização em que trabalha, mas também, e principalmente, para você mesmo.

Isto porque um profissional com tais características tem uma grande aptidão para conhecer novas atividades, e busca, incessantemente, maneiras de aperfeiçoar e otimizar os processos já existentes, “fazendo sempre mais e melhor”. Com toda certeza, este é um diferencial levado em consideração pelas empresas no momento da contratação.

Para ajudar a transpor as barreiras que inibem a criatividade, uma dica de leitura. A Editora Sextante lançou, no Brasil, o livro “1001 maneiras de tomar a iniciativa no trabalho”, que apresenta diversos exemplos de pessoas que conseguiram implementar mudanças extraordinárias em suas organizações a partir de idéias simples e foram reconhecidas por isso.

Você verá como fazer isso por diversos meios: sugerindo melhorias para um produto ou serviço, aperfeiçoando o atendimento, identificando oportunidades de economizar, perseguindo novas idéias, ajudando colegas na realização de tarefas ou aprendendo uma habilidade diferente. “É um erro achar que se trabalha para outra pessoa, quando, na verdade, é você quem decide o patamar que vai atingir na carreira e o que vai realizar na vida”, afirma o autor Bob Nelson.

E atenção: Nesta quarta-feira (10/12), será publicado mais um artigo do Professor Marins aqui no Blog. Não deixe de ler!