Posts com a Tag ‘Emprego’

Sudeste lidera contratações com registro em carteira em 2009

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

A região Sudeste liderou a geração de empregos com registro em carteira em 2009, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), conforme divulgado na última quarta-feira. O resultado reflete o bom desempenho da região, pois todos os estados criaram juntos 476.031 postos, 2,68% de crescimento.

Com expansão de 2,64%, São Paulo liderou as contratações com 277.573 vagas. Minas Gerais aparece na seqüência, com 90.608 novos empregos (2,65%). O Rio de Janeiro registrou 88.875 (2,80%) e o Espírito Santo 18.975 novas vagas e a maior taxa de crescimento da região: 2,98%.

“O resultado geográfico é muito importante porque às vezes as pessoas questionam porque o Brasil não cresce tanto: porque há realidades diferentes. O Nordeste raramente consegue superar o Sul na geração de emprego. Já a região Sudeste é sempre a primeira por causa de seus três estados principais, com maiores populações e 60% do PIB”, destacou o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi.

Desde 2003 foram criados mais de três milhões de empregos formais no estado de São Paulo. Em Minas Gerais 984.334; no Rio de Janeiro 791.903 e no Espírito Santo 195.062.

Tips on Executive Job Search

domingo, 29 de novembro de 2009

Must-know Tips on Executive Job Search

It is normal for every person to strive for career advancement and growth. It makes them feel that all of their hard work has paid off and that a promotion is, indeed, the best reward they can get.

However, for some whose luck seems to be so illusive, they have to find their own growth somewhere else. That is why most of them opted for executive job searches, where they hope that someday they would be lucky enough to find the executive job that they have long been dreaming for.

But is it really just luck? Or are there some factors that need to be considered when searching for that executive job of their dreams?

Landing a good executive job is not dependent on luck.  For people who wish to learn some tips regarding executive job searches, here are some pointers on how to get that dream job:

1. Killer looks

The saying, “Looks could kill” is not an understatement. Though the word kill is only used literally and the word look is sometimes associated with stares. But what is being pointed out here is that looks can definitely kill a person’s chances on landing his or her executive job if the applicant had missed one great factor: appearance.

As the saying goes, first impressions last, so it would be better to make that first impression by looking just right for the job.  After all, if a person wants to have an executive job, then, he should dress appropriately for the position. In this way, the executive job he had been searching for might just become a reality.

2. Show some mastery

For an executive position, most employers would want to hire those who are already an expert in their own field. This means that the applicants should be adept in the areas concerning their chosen careers. This will show that the applicant has already started a coherent career track and is already knowledgeable in the field.

It will do no good to an applicant who claims to be a “jack of all trades but a master of none.” Six out of 10 applicants are hired because of their expertise on a certain field. This only means that employers are more concerned with people who have already mastered their career and have established continuous career growth.

Finding an available executive job could be one thing but actually getting that dream executive job is another thing.  Looking and acting the part is a must to landing that dream job!

Cresce nível de emprego nas indústrias da região

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Acompanhando a tendência nacional, o resultado da pesquisa do Nível de Emprego Regional Industrial (Neri), realizada pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP), foi positivo na região de Sorocaba, composta por 47 municípios. A variação ficou em 0,38%, o que significa um acréscimo de aproximadamente 350 postos de trabalho em setembro.

Os setores de Veículos Automotores e Autopeças (1,06%) e Produtos Alimentícios (0,80%) foram os que mais apresentaram aumento no índice total na região. O nível de emprego industrial  só não foi mais satisfatório devido às variações negativas dos setores de Metalurgia (-0,70%) e Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios (-0,67%).

O acumulado no ano apresentou resultado negativo de -6,92%, que representa uma diminuição de aproximadamente 6.600 postos de trabalho nas indústrias que participaram da pesquisa. Nos últimos 12 meses, a redução foi de -10,94%, o que equivale a aproximadamente menos 10.850 trabalhadores na região de Sorocaba.

Os dados obtidos em 12 meses indicam comportamento positivo em três regiões: Matão (5,22%); Presidente Prudente (2,95%) e Rio Claro (0,52%). Em São Paulo capital, a variação foi negativa em 7,06%. Já a Grande São Paulo teve retração de 7,57% e o interior do Estado variou -8,50%. Para o estado de São Paulo, a redução foi de 8,19%.

O que você quer de seu emprego?

quarta-feira, 18 de março de 2009

A revista Fortune, dos Estados Unidos, fez uma ampla pesquisa junto a empregados de empresas americanas para saber o que eles querem de seu emprego.  O resultado, por ordem de importância, foi o seguinte que quero comentar com os leitores:
1. Um trabalho desafiante que dê sentimento de “missão e propósito”;
2. Uma liderança forte e inspiradora - as pessoas querem e aceitam uma “hierarquia” forte e confiável;
3. Sentir-se constantemente treinado e crescendo profissionalmente;
4. Bons colegas e chefes leais;
5. Uma empresa com forte imagem no mercado;
6. Um bom salário.
Em primeiro lugar aparece exatamente os que as nossas pesquisas no Brasil também apontam - “um trabalho desafiante”.  No mundo de hoje, o empregado precisa sentir-se num trabalho que seja mais do que um simples “emprego”. Esse “sentimento de missão e propósito”  é fundamental. As pessoas pesquisadas nem sempre sabem exatamente como isso pode ser traduzido na prática do cotidiano, mas a verdade é que quando o trabalho é rotineiro, pouco desafiante, monótono, sem autonomia e iniciativa, o empregado sente-se sem motivos - isto é - desmotivado a dar mais de si e entra num ciclo de baixa produtividade.
Quanto ao item 2 - é igualmente verdadeiro também para o brasileiro. Pode parecer incrível mas o empregado “precisa” de uma chefia que o desafie, que seja “forte” e que inspire o funcionário à criatividade, à iniciativa. Chefe “bananas”, moles, pouco exigentes, criam pessoas com baixa auto-estima e igualmente desmotivadas.
O item 3 fala da “empregabilidade”. As pessoas precisam sentir-se “empregáveis” e para isso têm que sentir-se em constante desenvolvimento e sendo treinadas constantemente em novos processos e novas tecnologias. O mundo vem mudando com uma rapidez incrível e as pessoas precisam sentir-se “atualizadas” e isso lhes dará a necessária segurança para dar mais de si à empresa, sem medo do futuro.
O item 4 é muito claro. Como passamos a maior parte de nossas vidas no trabalho, bons colegas e chefes leais são fundamentais. Chefes “leais” significa aqueles chefes que exigem, falam a verdade, exigem o desempenho, avaliam constantemente e principalmente dão “feedback” a seus subordinados. Chefes que dizem “eu ganhei, nós empatamos, vocês perderam” , chefes que “roubam” idéias de seus subordinados são os mais odiados.
O item cinco é muito interessante. Na verdade, o empregado sente-se sempre como um “representante” permanente de sua empresa. Quando uma coisa qualquer acontece com sua empresa ele é cobrado na sua comunidade, no seu meio de relacionamento, na sua vida particular. Quando algum escândalo de uma empresa sai nos jornais, todos os funcionários são “cobrados” e sentem-se na obrigação de dar alguma explicação seja para quem for. Assim, trabalhar numa empresa com bom nome no mercado é fundamental para a auto-estima.
O interessante da pesquisa é que salário aparece apenas em sexto lugar. O salário só aparece em primeiro lugar quando as demais condições não são satisfeitas. Trabalhar “pelo salário” é o que as pessoas menos desejam. Quando isso ocorre, não tardará a total desmotivação e a busca de novo emprego que pague alguma coisa a mais e que dê ao empregado os outros cinco atributos desejados. Daí temos funcionários em empresas que deixam a empresa apenas por poucos reais a mais em salário. Isso ocorre porque o único valor na empresa em que trabalham atualmente só lhes vale o salário.
Pense nesta pesquisa, que por certo não será diferente para o empregado brasileiro em todos os itens. Veja se a sua empresa está oferecendo a seu pessoal estes “motivos” para que dêem mais de si e sejam, portanto,  “motivados” a trabalhar ainda  melhor para vencer os desafios de competitividade que estamos vivendo.

Por Luiz Marins

06 razões para ser dispensado de um emprego

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

“Eu pensei que eu estava seguro em meu emprego e não estava, fui dispensado, o que aconteceu?” Ouvi este desabafo de um funcionário dispensado após 18 anos de trabalho, na mesma empresa.
Perguntei para muitos patrões, muitos chefes, muitos executivos por eles dispensam uma pessoa que estava tão segura. Veja seis razões que eles me deram:

1ª) Arrogância. A pessoa perde a noção de seu lugar e começa a tratar mal outras pessoas;

2ª) Achar-se indispensável. A pessoa se acha tão indispensável, que acaba sendo dispensável. Ela acredita que sem ela, a empresa não sobreviverá;

3ª.) Fazer-se de ocupada. A pessoa que começa se fazer de muito ocupada é porque perdeu a noção de que ela não é, por certo, a pessoa mais ocupada do mundo;

4ª.) Não participar de cursos, treinamentos, palestras que a empresa promove. Ela acha que não precisa de nada disso;

5ª.) Cumprir rigorosamente o horário. Nem um minuto a mais, nem um minuto a menos. São verdadeiro robôs. Pessoas que não andam o quilômetro extra;

6ª.) Segurar informações vitais para o trabalho dos seus colegas e não colaborar. Pense se você não está se sentindo seguro demais em seu emprego.

Acabe com a arrogância, com o ser o dono da verdade. Participe. Seja amigo(a), Comprometa-se. Faça tudo com atenção aos detalhes e termine tudo o que começar.
Só assim que você vai estará realmente seguro.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Saiba mais sobre como agir quando o emprego está ameaçado amanhã, aqui no Advance Blog!

Network: o que é e para que serve (Parte 1)

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Estabelecer relações sociais e participar de grupos com as mais diversas finalidades tornam-se a cada dia mais importante para os profissionais que desejam ingressar e, até mesmo, se manter no mercado de trabalho. Trata-se de mais um reflexo da globalização: hoje em dia, habilidades técnicas, boa postura e talento não são suficientes para se destacar e obter sucesso, seja qual for a sua carreira. É preciso mais.

Ao longo do seu caminho, a qualidade e a quantidade das oportunidades de trabalho que irão surgir variam conforme a dimensão e a estrutura da sua networking. Pesquisas comprovam que de 50 a 70% das pessoas conseguiram trabalho utilizando-se desta técnica. Cabe aqui uma importante ressalva: considerar que a finalidade principal de uma networking seja a de contribuir para a sua recolocação profissional é um grande equívoco.

Ao contrário, não há comprovação de que esta ferramenta é garantia de um novo emprego. Antes que o leitor questione a razão pela qual escolhi falar deste assunto ou pior, resolva parar de ler este texto, vamos a uma explicação mais clara: o networking é um processo natural, que deve ser realizado com frequência e aprimorado constantemente.

O segredo é simples: manter contato com as pessoas, e não deixar que elas se esqueçam de você. Quando você vai à padaria, ao restaurante ou no happy hour com os amigos e conversa com eles sobre determinado assunto já está fazendo networking, ou seja, construindo relações, que trazem novos conhecimentos, além de ganhar visibilidade e criar uma imagem positiva.

“Net, significa rede, mas work, sempre traduzida apenas como ‘trabalho’, tem um sentido mais amplo em inglês: é qualquer aplicação de energia orientada para um propósito específico. Trabalhar é só uma das muitas alternativas”, esclarece o consultor Max Gehringer.

Assim, network pode ser entendida como uma rede de contatos, cuja relação entre seus integrantes é meramente profissional e que pode (lembrando, mais uma vez que isto não necessariamente irá acontecer) abrir caminhos para novas oportunidades. O princípio fundamental é a troca de favores: quem ajuda espera que, quando precisar, a gentileza seja retribuída.

Para entender melhor esta técnica e, principalmente, utilizá-la com eficiência, o Advance Blog publica, nos próximos posts, uma série de sugestões sobre o que se deve (E, PRINCIPALMENTE, O QUE NÃO SE DEVE) fazer ao estruturar uma network. Não deixe de ler a continuação deste texto na segunda-feira!

Por Piero Vergílio

“O pior emprego do mundo é o meu”

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Já ouvi essa frase dezenas de vezes. Sem muita consciência da realidade, das dificuldades, da pressão por custos, dos efeitos da globalização nos mercados, muitos colaboradores começam a desenvolver uma impressão - que com o tempo e a repetição passa a tornar-se, para eles, uma quase-verdade - de que trabalham na pior empresa do mundo, que têm o pior salário do mundo, e que tudo na empresa é muito ruim - da comida ao uniforme e que têm “o pior emprego do mundo”.
É claro que há situações salariais negativas. É claro que há empresas em que a alimentação e o uniforme não são os melhores. Mas será essa a realidade da grande maioria? Será essa a realidade da sua empresa, da empresa em que você trabalha?
Além disso, é preciso usar um pouco de lógica quando se faz uma afirmação desse tipo: melhor ou pior em relação a qual empresa? Melhor ou pior em relação a qual setor da economia? Melhor ou pior do que qual comida ou uniforme? Quando dizemos “pior ou melhor” estamos fazendo uma afirmação comparativa. Estamos nos comparando com quem? Será essa comparação justa? Seremos nós, também, os melhores ou os piores colaboradores? Em relação a quem?
Ao fazer essas perguntas poderemos descobrir que estamos comparando situações e realidades diferentes. Muitas vezes estamos fazendo comparações por ouvir dizer e acreditando mesmo em meias-verdades de amigos em churrascos de final de semana que afirmam receber de suas empresas aquilo que de fato não têm. Mente-se muito sobre salários e benefícios para impressionar amigos. Cheque as informações que lhe deram de outras empresas e você verá que estou falando a verdade.
E essa atitude continuada de falar mal da empresa por uma parte dos colaboradores pode até desestimular melhorias. Muitos empresários afirmam que “não adianta melhorar nada, pois os empregados sempre reclamarão”.
Muitos dirão que eu estou fazendo uma defesa injustificada dos patrões e das empresas. Mas não é isso que estou fazendo. O que estou pedindo é que cada um faça uma justa avaliação da realidade e que tenha em conta todos os fatores que compõem a realidade e não apenas uma visão ingênua e unilateral. Seremos nós tão competentes, dedicados e comprometidos como imaginamos ser?
Nesta semana, faça uma análise fria, sensata e equilibrada de suas condições de trabalho e de seu emprego. Será que você realmente está no inferno que diz estar? Será que você não está acreditando numa mentira e achando que está no pior emprego do mundo, na pior empresa, com o pior salário do mundo?
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

Vídeo sobre Emprego - Matéria exibida no SBT - Dicas da Diretora da Advance Assessoria

domingo, 8 de junho de 2008