Posts com a Tag ‘mudança de atitude’

Seja um profissional mutante você também

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Num mercado caracterizado pelo dinamismo constante, mudança parece ser mesmo a palavra de ordem. Nesse contexto, aqueles funcionários que possuem uma capacidade mais acentuada para se adaptar as novas situações estão sendo cada vez mais valorizados pelas empresas.

Nem sempre a bagagem acumulada pelo profissional é o suficiente para que ele consiga se sobressair em todas as situações que enfrenta em seu dia a dia.  Logo, conseguir enfrentar as transformações com serenidade - sem pânico, nem preconceitos - é um indício de agilidade, mais comum naquelas  pessoas que se conhecem bem e são capazes de aprender com seus erros e acertos.

Todavia, é possível aperfeiçoar essa característica. Para isso, além de muita disposição para encarar novos desafios, é preciso pedir um feedback constante sobre o seu trabalho e, é claro, o mais importante: saber ouvir as críticas de colegas e chefes (tudo bem, eu sei que isso nem sempre é fácil). Liderar um projeto numa área com a qual não se tem tanta intimidade também pode contribuir para isso.

Por último, vale lembrar que a habilidade de aprendizagem pode se manifestar de diferentes formas. Há os curiosos natos,  sempre sedentos por novidades; àqueles que, mesmo em situações de estresse, conseguem apresentar bons resultados; os que possuem boa agilidade mental e, por último, os que possuem boa capacidade de relacionamento e aproveitam-se desta habilidade para aprimorar seus conhecimentos.

De tudo isso, a lição que fica é: seja um mutante e, assim como o mercado, procure sempre enfrentar novos desafios e situações. Mesmo que você tenha uma situação estável, a situação já terá valido a pena apenas pela experiência. Bom fim de semana a todos!

Forte abraço!

Por Piero Vergílio

Dica de leitura: “Quem mexeu no meu queijo?”

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

“Quem mexeu no meu queijo?”, de Spencer Johnson - co-autor de O gerente-minuto com Kenneth Blanchard - é uma parábola simples que revela verdades profundas sobre mudança. É uma história divertida e esclarecedora sobre quatro personagens (dois ratos e dois humanos, do mesmo tamanho dos roedores), que vivem em um labirinto em eterna procura por queijo, que os alimenta e os faz feliz.

O “Queijo” é uma metáfora para o que queremos ter na vida: seja um emprego, um relacionamento, dinheiro, uma casa grande, liberdade, saúde, reconhecimento, paz espiritual ou até mesmo uma atividade como corrida ou golfe.

Cada um de nós tem a sua própria ideia do que é um Queijo, e o procuramos porque acreditamos que nos fará felizes. Se o obtemos, frequentemente ficamos ligados a ele. E se o perdemos, ou se nos é tirado, isso pode ser traumático. O “Labirinto” na história representa onde você gasta tempo procurando o que quer. Pode ser a organização em que trabalha, a sociedade em que vive ou os relacionamentos que tem em sua vida.

Todos nós trabalhamos e vivemos em tempos de mudança, e por isso estão sempre mexendo no nosso “Queijo”. Nos negócios, as empresas familiares acabaram. Essas empresas queriam lealdade; as de hoje precisam da sua ajuda, de pessoas flexíveis no que diz respeito a “como as coisas são feitas por aqui”.
A adaptabilidade às mudanças é uma condição indispensável para a sobrevivência de pessoas e organizações, e mais ainda para seu sucesso na economia global de hoje. Quem consegue se adaptar é recompensado. A maioria dos gerentes bem-sucedidos sabe disso e tenta criar ambientes que ajudem as pessoas a mudar e apreciar as mudanças. Quando a velocidade da mudança aumenta, mais do que nunca todos nós precisamos nos adaptar.

As mudanças inesperadas - no trabalho ou na vida - podem ser estressantes, a menos que você tenha um modo de encará-las que o ajude a compreendê-las, que é o que faz a história do “Queijo”. A leitura desta breve parábola toma pouco tempo, mas os insights que proporciona podem ser-lhe úteis durante toda a sua vida.

À medida que você for virando as páginas, encontrará as três partes deste livro. Na primeira, “Uma reunião”, antigos colegas de turma falam em uma reunião de sua classe sobre a tentativa de lidar com as mudanças que estão ocorrendo em suas vidas. A Segunda é “A História de Quem mexeu no meu Queijo?”, a parte central do livro. E na terceira, “Um debate”, várias pessoas discutem o que tiraram de “A história”, e como planejam usá-lo em suas vidas.

Alguns leitores do manuscrito deste livro preferiram parar no final de “A história” e buscaram interpretar sozinhos os seus significados. Outros leram “Um debate” até o final, porque isso estimulava seu pensamento a respeito de como poderiam aplicar o que haviam aprendido.

Seja como for, sempre que você reler “Quem mexeu no meu Queijo?”, vai encontrar algo novo e útil no livro. Isso vai ajudá-lo a lidar com as mudanças e a ter sucesso, independente do que o sucesso represente para você.

10 pequenas coisas que fazem uma grande diferença

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

“Professor, o problema não é de conhecimento. O que falta é berço”, disse-me a empresária ao relatar os problemas que estava enfrentando em relação às pessoas em suas empresas. “São pequenas coisas que deveriam ter sido ensinadas em casa ou na pré-escola”, desabafou. Fizemos uma lista com algumas dicas simples que fariam uma enorme diferença para melhorar o clima de uma empresa:

1. Lembre-se sempre de dizer “com licença”; “por favor” e “obrigado”, mesmo que alguém esteja cumprindo sua obrigação ou seja muito amigo;
2. Fale baixo. Ria baixo. Não seja inconveniente;
3. Use o telefone e a internet somente para assuntos de trabalho. Evite usar esses meios para assuntos particulares;
4. Ao tomar emprestada alguma coisa, nunca se esqueça de devolver e agradecer;
5. Ajude a manter limpo o ambiente de trabalho. Mantenha limpo o sanitário após o uso. Cuidado com copos e xícaras sujas. Jogue os copinhos de café no local apropriado. Arrume sua mesa de trabalho;
6. Respeite a fila. Mesmo que ache desnecessário respeitá-la, porque vai pegar só uma coisa, etc. Não queira parecer esperto;
7. Não fale mal dos outros. Não se envolva em fofocas;
8. Cuidado com as anedotas e brincadeiras pessoais, como apelidos, etc. Cuidado para não ofender as pessoas;
9. Cuide de sua imagem. Vista-se sobriamente. Afinal você está num ambiente de trabalho e não numa festa ou diversão;
10. Controle a sua agressividade. Cuidado com a forma de falar e escrever. Não seja rude.

São coisas simples que farão uma enorme diferença para que o clima de sua empresa favoreça a produtividade e a excelência.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins