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10 dicas para melhorar o clima de qualquer empresa e a própria vida

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

10 dicas para melhorar o clima de qualquer empresa e a própria vida

1. Lembre-se sempre de dizer “com licença”; “por favor” e “obrigado”, mesmo que alguém esteja cumprindo sua obrigação ou seja muito amigo;
2. Fale baixo. Ria baixo. Não seja inconveniente;
3. Use o telefone e a internet somente para assuntos de trabalho. Evite usar esses meios para assuntos particulares;
4. Ao tomar emprestado alguma coisa, nunca se esqueça de devolver e agradecer;
5. Ajude a manter limpo o ambiente de trabalho. Mantenha limpo os sanitários após o uso. Cuidado com copos e xícaras sujas. Jogue os copinhos de café no local apropriado. Arrume sua mesa de trabalho;
6. Respeite a fila. Mesmo que ache desnecessário respeitá-la, porque vai pegar só uma coisa, etc. Não queira parecer esperto;
7. Não fale mal dos outros. Não se envolva em fofocas.
8. Cuidado com as anedotas e brincadeiras pessoais, como apelidos, etc. Cuidado para não ofender as pessoas;
9. Cuide de sua imagem. Vista-se sobriamente. Afinal você está num ambiente de trabalho e não numa festa ou diversão;
10. Controle a sua agressividade. Cuidado com a forma de falar e escrever. Não seja rude.

Por Luiz Marins

Tem gente mais chata?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

De longe, eu só reparava. Era um grupo de seis pessoas. Só uma falava. Ela falava e dizia. Ela falava e não deixava ninguém falar. Ela falava alto. Ela dizia que sabia, entendia. As pessoas mudavam de assunto e ela novamente falava. Só ela. As pessoas se entreolhavam. Algumas se levantavam e iam ao toalete. Voltavam e ela continuava falando, dizendo o que era certo e o que era errado. Dando lições a todos sobre todos os temas. Ela se achava o máximo!
É ou não verdade que tem muita gente assim? É ou não verdade que tem gente que não se enxerga e fica pontificando o que é certo e errado. E o que é certo, é claro, é o que elas pensam, o que elas acham, o que elas acreditam. O número das pessoas chatas no mundo parece estar aumentando! São pessoas que querem catequizar você para o regime alimentar que elas fazem, para a roupa que elas vestem, para o time que elas torcem, para a religião que elas professam. O carro delas é o melhor. A loja em que compram é a única que presta. A igreja em que vão é única que salva. A comida que comem (ou fazem) é a melhor. Tudo delas é melhor. Seus filhos são mais inteligentes e mais bonitos… Tem gente mais chata??  Pessoas que querem que você caminhe 20 km por dia, não coma carne, não beba nada alcoólico, faça regime à base de soja, etc., etc. Tem gente mais chata??
Até chego a acreditar que essas pessoas queiram nos salvar. Mas daí a não nos aceitar como somos é uma distância enorme. Elas não se contentam em expor suas idéias e argumentos. Elas querem a sua concordância a qualquer preço. Tem gente mais chata??
Veja se você, cheio(a) de boas intenções também não está virando um(a) grande chato(a). Perceba se as pessoas andam evitando você. Nada contra as suas convicções, mas lembre-se que é preciso também respeitar as convicções das outras pessoas. Tome cuidado para não aumentar o número de pessoas chatas. Já temos chatos demais no mundo.
Pense nisso. Sucesso!

Por Luiz Marins

No e-mail day

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Que tal fazer das sextas-feiras, o “no e-mail day”  ou “o dia sem e-mail” ?
Muitas empresas já fazem da sexta-feira o chamado “casual day” onde todos podem ir sem terno e gravata. Por que não um dia sem e-mail?
Mas, por que um “no e-mail day”?
Simplesmente porque muitos problemas poderiam ser evitados ou solucionados definitivamente se as pessoas falassem direta e simplesmente com os responsáveis, imediatamente, oralmente, olho-no-olho ou mesmo por telefone, fazendo aquilo que só o ser humano é capaz - “falar”.
E é preciso que nos lembremos que o homem brasileiro é oral e auditivo. O brasileiro comum não compreende, com facilidade, textos com períodos compostos por subordinação, por exemplo. Somos pouco “visuais” e menos ainda “letrados”. Sempre conto um fato que presenciei numa grande empresa brasileira. O gerente chama o supervisor e, mostrando um memorandum, pergunta:
- Você leu este memorandum?
- Li, sim senhor
- Você não viu que tinha data, prazo, instruções, etc.?
- Vi, sim senhor
- Então, por que não fez o que estava escrito aqui???
- Ninguém falou nada!! Estive com o senhor várias vezes depois de ter recebido este papel e o senhor não falou nada - achei que não estava valendo mais….
Este fato pode parecer anedota, mas é verídico! Para que a comunicação realmente ocorra no Brasil ela deve ser oral e, apenas, confirmada por escrito.
O verdadeiro “vício do e-mail desnecessário” precisa ser combatido. Outro dia vi um funcionário falando a outro, sentado a seu lado no escritório:
- Leu o e-mail que acabei de mandar para você?
Nesta semana, pense nisso. Volte a falar. Volte a conversar. A resolver os problemas comunicando-se com o meio mais rápido que existe quando a pessoa está disponível em nossa frente ou do outro lado de uma linha telefônica - falando.
Afinal, como diz o ditado: “Falando a gente se entende…”
Boa Semana. Sucesso!

Por Luiz Marins

Network: relacionando-se com os contatos (parte 2)

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

No post anterior, discutimos a importância de uma network bem estruturada. Quando aplicada corretamente, esta técnica pode tornar a busca por um emprego mais fácil (ou seria menos difícil?). Todavia, alguns erros comuns podem comprometer o seu esforço, fazendo com que a primeira impressão do seu contato não corresponda àquela que você deseja transmitir. Se você já tem uma network, preste atenção nas orientações listadas abaixo. Elas irão ajudá-lo a ter um bom relacionamento com os integrantes da sua rede:

    Tenha paciência

    Normalmente, é no primeiro contato que acontece o mais comum dos erros. Contenha-se e jamais peça um favor, mesmo que a busca por um emprego seja o verdadeiro motivo de você estar ali. Se o assunto surgir, a iniciativa deve ser da outra pessoa. Seja paciente e não traia a confiança de quem o recebeu.

    Conhecimento mútuo

    Trata-se de um componente fundamental. Ter acesso aos nomes, cargos e meios de contato dos dirigentes das principais empresas pouco adianta sem o conhecimento mútuo. É bastante provável que a resposta ao seu e-mail (com currículo anexo, é claro!) não chegue, transformando a sua “grande jogada” em frustração.

    Mantenha distância dos amigos em eventos

    A ideia que prevalece aqui não é a de “puxar o tapete” de ninguém ou então estimular um comportamento autossuficiente (*). Pesquisas demonstram que as chances de se fazer um bom contato diminuem quando nos aproximamos de amigos. É mais confortável e exige menos esforço estar perto de alguém conhecido. Este comportamento também inibe a integração entre os diferentes grupos.

    Dedique atenção a sua network

    Fazer networking é, em essência, construir relações. Portanto, mais importante do que agregar contatos é mantê-los ativos com o decorrer do tempo. De nada adianta conhecer uma superpessoa se a ligação for perdida. Para isso, divulgue aos seus contatos suas principais atividades e realizações. Periodicamente, mande-lhes um e-mail para contar o que está fazendo.

    Lembre-se que: as pessoas e organizações cadastradas no seu mailing não fazem, obrigatoriamente, parte de sua network. A simples troca de mensagens entre um grupo de pessoas caracteriza uma relação informal.

Retorne e-mails e telefonemas

    Se você convive com um grande volume de e-mails e telefonemas por dia, não espere terminar tudo o que está fazendo para retornar. Acuse o recebimento do contato e forneça uma previsão (realista) de quando poderá dedicar mais atenção à pessoa que lhe procurou.

Ainda nesta semana: não deixe de ler as dicas de como iniciar uma network.

(*) AFINANDO A LÍNGUA: Com os prefixos auto, contra, extra, infra, intra, neo, proto, pseudo, semi, supra, ultra, ante, anti, arqui e sobre, se o segundo elemento começa por “S” ou “R”, devemos dobrar as consoantes, em vez de usar o hífen. Assim:

auto-retrato, auto-suficiente, contra-reforma, infra-renal, neo-socialismo e pseudo-representação, entre outros exemplos, passam a ser grafadas:

autorretrato, autossuficiente, contrarreforma, infrarrenal, neossocialismo e pseudorrepresentação.

Por Piero Vergílio

Como manter um relacionamento saudável com seu chefe (Final)

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

O Advance Blog publica agora a última parte do nosso guia de relacionamento com o chefe. É bom lembrar que nesta relação você está em desvantagem, pois é ele quem tem o poder de decidir seu futuro, e não o contrário. Daí a importância de não se deixar agir por impulso, controlar as emoções (uma boa dica é contar até 20, como já foi dito na primeira parte), e principalmente, planejar suas ações.
Cabe ressaltar também que é ilusão acreditar em uma transformação do chefe, como num passe de mágica. É possível apoiar e estimular mudanças, mas isto não assegura a certeza de que elas irão se concretizar. Antes das sugestões, um último conselho: se os seus esforços não derem certo, com resultados aquém do previsto, talvez seja a hora de repensar sua carreira e buscar novos desafios.

9) Falta “química”
A melhor atitude é abrir o jogo e conversar sobre as situações desconfortáveis. Exponha suas razões e ouça as dele. Se a simpatia não for possível, ao menos conquiste a empatia. Não caia na armadilha de perseguir e apontar os erros de seu superior, a ponto de se considerar o salvador da pátria.

10) Se você trabalha em casa
Não permita que fatores externos influenciem o seu rendimento. Estabeleça metas, organize seus horários e cumpra-os. Um local de trabalho apropriado ajuda a concentrar-se na realização das tarefas. Solicite a colaboração da família e explique a eles que tem deveres a cumprir, apesar de estar em casa.

11) Participação em cursos
Se você deseja fazer um curso durante o período de trabalho, convença o chefe de que sua participação é importante, pois irá aprimorar o seu desempenho. Mostre a ele os benefícios que isso irá trazer para a organização.

12) Não ultrapasse a barreira da ética
Quando se fizer necessário, exponha claramente suas convicções e não contrarie seus princípios éticos. De nada adianta o melhor emprego do mundo quando não se está com a consciência tranqüila. O mais importante é estar bem consigo mesmo.

13) Seu chefe também é humano
Nunca se esqueça de que seu chefe é um ser humano, e assim como você, também tem seus problemas. Características como rigidez, autoritarismo e centralização das decisões podem mascarar uma pessoa insegura e com baixa auto-estima. Aceite-o e crie condições que o estimulem a se transformar. A convivência pode ser difícil, mas certamente contribui para o nosso amadurecimento.


Por Piero Vergílio

Como manter um relacionamento saudável com seu chefe (Parte 2)

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Se você é daqueles que tem um comportamento semelhante ao que foi descrito pelo professor Marins em seu artigo de ontem (veja logo abaixo) - acha que seu emprego é o pior do mundo e só vê as situações pelo seu lado negativo, alimentando, por vezes, falsas convicções - pare e pense: as mudanças em seu local de trabalho podem começar por você. Reflita sobre suas atitudes e posicionamentos, analisando-os para descobrir os pontos em que é possível melhorar.

Dando continuidade a este pequeno “manual”, publicamos hoje mais algumas dicas preciosas para manter uma boa relação com os superiores. A convivência com os colegas - que também é fundamental para um ambiente harmônico - não foi esquecida por este blog e será tema de artigo em breve.

4)      Como agir em caso de falhas

Antecipe-se ao seu chefe e assuma o erro. Ao invés de tentar amenizar a situação procurando justificativas - o que pode prejudicá-lo ainda mais, pois há o risco de você se atrapalhar - apresente sugestões efetivas de como solucionar o problema.

5)      Conseguir um prazo mais longo

Ao perceber que não irá conseguir executar uma tarefa no prazo estipulado, peça ao seu superior mais algum tempo. É preferível comunicá-lo com antecedência a avisá-lo na hora da entrega. Todavia, procure identificar a causa do atraso e certifique-se de que isto não ocorrerá novamente.

6)      Procure aprender com o seu chefe

Mesmo que você seja igualmente ou mais capacitado que seu superior, procure aprender com ele. Se ele ocupa uma posição de liderança é porque - teoricamente - tem as qualidades necessárias para exercer a função. Caso você se sinta injustiçado, evite fazer comentários na empresa: exponha sua situação diretamente ao chefe e peça um feedback do seu desempenho.

7)      Negociar férias ou licença remunerada

Procure adiar o descanso se o ritmo de trabalho for muito intenso no seu setor. Quando a situação se normalizar, lembre “com jeitinho” que suas férias estão vencidas e que uma pausa lhe dará mais disposição para quando retornar. No caso de licença remunerada, espere que a proposta parta da empresa.

8)      Disputar uma promoção

Procure convencer - e, principalmente, demonstrar ao seu superior - que você está preparado para novos desafios. Se você tiver certeza de que tem um bom rendimento, pergunte a ele quais são suas perspectivas dentro da empresa. Segure a ansiedade e não fale sobre a questão financeira.

Em breve: não deixe de ler a última parte do nosso guia!

Por Piero Vergílio

Como manter um relacionamento saudável com seu chefe (Parte 1)

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Seja qual for o ramo de atividade e o porte da empresa em que você trabalha, uma figura sempre estará lá: o chefe, o patrão, o comandante. Tantos são os nomes utilizados para designar a pessoa que detém a autoridade, dirige e governa. E mais: está enganado aquele que afirmar que a convivência com ele limita-se apenas ao horário do expediente.

Afinal, essa pessoa que solta e manda prender, por muitas vezes insiste em não nos deixar em paz. Atire a primeira pedra aquele que nunca teve nenhum pensamento “politicamente incorreto” e desejou que algo acontecesse a este cidadão (ou cidadã, porque as mulheres cada vez mais ocupam cargo de chefia). Se você já se viu nesta situação, acalme-se: não é o único.

É fato que esta relação alterna períodos de turbulência com extrema calmaria. Relacionamentos profissionais complicados são a terceira causa de demissão de executivos, superando, inclusive, o mau desempenho.  Pensando nisso, o Advance Blog traz, ao longo desta semana, exemplos de algumas situações críticas e sugere maneiras de como contorná-las.

1)      Pedir um aumento

Antes de pedir um aumento, faça uma pesquisa no mercado para verificar se seu salário está realmente defasado e analise a situação financeira da empresa. Ressalte seu comprometimento com os objetivos, ao invés de fazer comparações e lembre-se de que o reconhecimento financeiro é uma conseqüência natural quando se faz um bom trabalho.

2)      Recusar um “pedido” do chefe

No fundo, todo “pedido” é uma ordem. Antes de dizer não, analise a situação e tente reorganizar sua agenda. Mas, se não houver jeito, forneça-lhe uma boa justificativa para a sua recusa.

3)     Como agir em caso de desentendimento

É possível resolver a situação com uma boa conversa: peça desculpas em caso de excessos. Se o seu chefe é temperamental, conte até 20 antes de falar com ele. Lembre-se que é ele quem manda.

Não deixe de ler: ainda nesta semana, mais dicas importantes!

Por Piero Vergílio