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Advance - Gestão por Competências
A Advance está preparada para implementar projetos e ministrar treinamentos em Gestão por Competência em empresas que desejem modernizar sua forma de gestão.Um modelo desenvolvido cientificamente suporta os trabalhos de assessoria.
A importância de competências
O primeiro marco de estruturação e formalização dos sistemas de gestão de pessoal aconteceu com a introdução do taylorismo-fordismo nas empresas, quando se definiram alguns princípios para a gestão de pessoas e contratualização das relações empregatícias. A espinha dorsal desse modelo era a definição do cargo, ou seja, o conjunto de tarefas associadas ao desempenho em um posto de trabalho.
Ainda nesta fase, observa-se o chamado “treinamento on the job” e mais adiante, na década de 30, programas mais estruturados de treinamento com o Training Within Industry (TWI). A função crítica é a produção.
As etapas seguintes a esse cenário foram: a abordagem sociotécnica, na década de 60, visando buscar uma solução ótima numa visão de sistema integrado, atribuindo-se grande importância aos grupos semi-autônomos, os integrantes são qualificados profissionalmente por meio de treinamento e o sistema de remuneração é vinculada aos resultados obtidos pelo grupo.
Nos anos 80 o modelo japonês entrou na pauta das discussões não só acadêmicas, mas principalmente empresariais. As principais características desse modelo são o funcionamento em grupos de trabalho, organização das chamadas atividades de pequenos grupos (small group activities), racionalização dos processos de trabalho e utilização, no cotidiano, do conhecimento do operário.
Na etapa seguinte chamada de gestão estratégica de recursos humanos, dá-se importância ao desenvolvimento de trabalhos em equipe, à gestão da cultura para o sucesso organizacional e políticas de gestão de pessoas integradas às estratégicas de negócio.
Finalmente na década de 90, com seus desafios de crescente competitividade e globalização das atividades, levou ao alinhamento definitivo das políticas de gestão de recursos humanos às estratégias empresariais, incorporando à prática organizacional o conceito de competências como base do modelo para se gerenciar pessoas.
Uma definição
A noção de competência tem aparecido nos últimos anos como uma forma de repensar as interações entre, de um lado, as pessoas, seus saberes e capacidades e, de outro, as organizações e suas demandas no campo dos processos de trabalho essenciais e processo relacionais (relações com clientes, fornecedores e os próprios trabalhadores), as quais sofreram profundas modificações qualitativas nos últimos anos. É nesse espaço relativamente indefinido, de difícil contextualização, que se passa a tratar mais particularmente da questão das competências (RUAS, 2001).
Dimensões Organizacionais da Competência
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Noções |
Abrangência |
Essenciais |
São as competências que diferenciam a empresa perante concorrentes e clientes e constituem a razão de sua sobrevivência, |
Devem estar presentes em todas as áreas, grupos e pessoas da organização, embora em níveis diferenciados. |
Funcionais |
São as competências específicas de cada uma das áreas vitais da empresa (vendas, produção, por exemplo). |
Estão presentes entre os grupos e pessoas de cada área. |
Individuais |
São as competências individuais e compreendem as competências gerenciais |
Apesar da dimensão individual, podem exercer importante influência no desenvolvimento das competências dos grupos ou até mesmo da organização. É o caso das competências gerenciais. |
Curiosidades
Você sabia que...
...15,5% das empresas de Sorocaba e região utilizam a Análise Curricular para avaliar competências?
...nenhuma dessas empresas utiliza a técnica de repertory grid, uma das mais importantes?
...somente 6.0% utiliza a avaliação 360°, uma das técnicas mais utilizadas no mundo?
Entre em contato conosco para maiores informações!
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